Não existe mais a frase da semana?
Caso tenha, minha sugestão vai se adaptar a uma imensa fauna que freqüenta esse blog:
“Cadeia para quem quiser estragar a Copa”
(Antonio Carlos Prado, editor executivo da revista ISTOÉ)
ESTA PERGUNTA TEVE RESPOSTA NA EDIÇÃO DA ZERO HORA DE HOJE SARICO, está na capa do jornal que será investido 569 milhões e o retorno será de 503 milhões, portanto na sede de Porto Alegre, teremos prejuízos de 66 milhões que serão arcados pelo povo gaúcho. É uma pouca vergonha.
Sr. Antônio Carlos.
A cadeia deveria ser para quem sugeriu a realização da copa no brasil, estes seriam os primeiros a serem presos. O resto está sendo só conseqüência.
Se os investimentos para copa, fosse canalizados na mesma proporção para outros setores, como saúde, segurança e educação, garanto que ninguém estava reclamando.
Mas não adianta investir milhões na copa e, quando o professor pede que o Sr. Tarso pague apenas o Piso Nacional, (que foi uma lei assinada por ele mesmo) venha dizer que não tem recursos. Não vai adiantar pedir cadeia para os outros, quando o maior culpado são aqueles que não priorizam o bem estar do povo.
Esta Copa nem precisa ser excepcional.
Basta ser normal.
Quero ver a cara dessa gente se o Brasil ficar campeão.
Basta ver se ficarão emburrados, para descobrir de que lado estão.
Todo mundo na rua festejando, e os emburrados trancados em casa, chorando escondidos.
São os que pensam que a Copa foi inventada apenas para eles arrumarem um motivo para criarem tragédias.
Já esqueceram o mensalão?
Mão querem mais ouvir o Barbosão tramando o aumento das penas para segurar o Dirceu mais tempo na cadeia?
E admitindo publicamente?
Isso é coisa de juiz decente?
E o processo que ele escondeu, sob “segredo de justiça”?
E o vareio que levou, do seu colega?
Ninguém maus quer falar nisso?
Só na Copa?
Sarico, falta serviços essenciais no país e o governo patrocinando copa do mundo. Um exemplo disso é o posto da zona sul ainda sem médico, pelo menos ate o dia 19. Mas infelizmente pra você esse posto é municipal e Tapera não se inscreveu no mais médicos do governo Federal, então dá para afirmar que o município não sabe nem deseja solucionar problemas lacais e quer mudar o mundo!
Toooma, Sarico!
Pegaram a verba da saúde e com o dinheiro reformaram o Beira-Rio.
E o Grêmio também, foi mordido pela mosca da Copa e construiu um estádio novo.
Com o dinheiro da saúde!
Deus me livre, 23:18.
Quero ficar sempre longe dessa gente.
Sou o 22:21 e apenas quis ironizar que com estádios ou não, com Copa ou não, a saúde ia ser a mesma, com inequívocos sinais de melhorar ainda mais.
E que também não vejo sintomas de falência na dupla Grenal pela construção dos seus magníficos estádios.
E que também não vi nenhum gremista ou colorado colocando a culpa em seus estádios pelos times medíocres que possuem.
Ao contrário, o orgulho é muito grande.
(Que coisa triste se identificar por um número e chamar outra pessoa também por um número).
Do blog do Orlando Tambosi, para a AnÃ
A cultura do “coitadismo”
No Brasil, o “coitadismo” já virou ideologia. Em nome dele, tudo será permitido àquele que se julgar “vítima da sociedade”. O coitadismo, na verdade, é irmão gêmeo do pobrismo, outra praga ideológica generosamente regada pelo lulopetismo. Artigo de Francisco Daudt na FSP:
“Pai, ferida na perna leva tanto tempo assim para curar?”, disse. “Não, o mendigo precisa reabri-la todos os dias, senão ela fecha. Ele precisa da ferida, já que vive dela.”
Seu aspecto repugnante o transformava em alguém digno de pena, merecedor de esmola. Era um coitadinho dos anos 50.
O aleijado, a criança com bebê de colo, os mulambos (lumpen proletariat, um termo famoso do marxismo, significa “farrapo humano que produz prole”) e os cadeirantes formam uma população de sinal de trânsito parente do mendigo da ferida que descobriu intuitivamente poder viver do sentimento de pena dos “bem de vida” que passam.
A pena é entendida em psicanálise como repressão da raiva (“Eu não tenho raiva dela, eu tenho é pena”), uma repressão derivada da culpa de ter raiva daquela gente que nos chantageia de maneira sutil. Ter compaixão é diferente, significa sofrer junto.
O rapaz que discursa no ônibus, “eu podia estar roubando, eu podia estar matando, mas estou aqui pedindo a colaboração de vocês”, já é mais explícito em sua chantagem, pois alude a uma ameaça que nos produz raiva, mas “que feio sentir isso, afinal…”, donde temos pena e soltamos uns trocados como alívio da culpa social.
“Culpa social”. Aí mora uma crença do senso comum que afirma: os males dos pobres são causados por você, que teve dinheiro para comprar esse jornal, porque você é rico, e quem tem propriedades é necessariamente ladrão (Proudhon teorizou o lema tão caro às esquerdas: “A propriedade privada é um roubo”).
Sendo assim, a culpa social tornou-se o principal ativo, a principal alavanca de poder de grupos que se tornaram seus “sacerdotes”, os que falam em nome, não mais dos pedintes do sinal, mas de todos os “desprivilegiados” (em contraste conosco, não importa o quanto ralemos para viver com dignidade, que somos “privilegiados”, “elites”, “capitalistas”, “conservadores de direita”, enfim, o demônio encarnado).
Você fica intrigado com a leniência que livra os “black blocs” da cadeia? Agora já sabe: eles estão punindo os “ladrões do povo”, por isso seus atos são abençoados pelo novo senso comum.
Foi se instalando a cultura do “coitadismo”: demonstre que você é vítima de algo e tudo lhe será permitido –e também lhe será fonte de renda e/ou poder.
Quando Madame diz que “a Venezuela não é a Ucrânia”, ela faz a síntese do “coitadismo”: o povo da Venezuela não tem direito de se rebelar contra a ditadura de Nicolás Maduro porque ele é o defensor máximo do “coitadismo”, e o “socialismo bolivariano” é a aspiração máxima de quem usa o sentimento de culpa “social” para manter o poder. Democracia? Imprensa livre? Esses são valores burgueses que só servem às “zelite”.
Isso provoca, em quem ainda não aderiu ao “coitadismo”, um estresse de raiva contida e um sentimento de injustiça impotente que resultam numa depressão ampla, chamada APATIA.
Um pequeno suspiro de revolta em junho? “Black blocs” neles, e fim.
A péssima educação pública prova que não há interesse em acabar com a miséria. Claro, os “coitadistas” precisam dela. Como o mendigo de sua ferida.
Como alguém fala sem conhecimento. O município de Tapera esta inscrito sim, no programa mais medico. Nem todos os municípios inscritos receberam médicos até hoje, nem sei se todos vão receber.
Ao 11:50. Não pode me ver quieto( ainda não tinha me manifestado aqui). Acho que é uma crise de falta de atenção por rejeição afetiva, ou coisa parecida. Já disse que não leio colagens de desconhecidos de blogs de direita. Então não adianta usar sua capacidade de pesquisar textos caóticos, que isso não me comove. O que me toca é gente sendo humilhada e explorada pelos ricos e por governos ditatoriais de direita, que comandam tudo, começando pela imprensa onde seu objetivo é somente o de enriquecer a si próprios e a mais alguns conchavados. Essa tal de Tombase, trombose, ou sei lá o que, escreve todos esses textos baseados na sua vivência paralela ao poder neoliberal de direita, por isso não sabe como é ser perseguido e explorado. Acha que no fundo se acaba com a pobreza ao estilo João Batista Figueiredo, com uma bomba atômica na vila. Esse abnegado defensor de Médici, Figueiredo, e do neoliberal FHC é um homem iludido com os benefícios que o velho sistema poderia continuar a lhe proporcionar, que faz tanta propaganda em favor, a ponto de ser extremamente repetitivo ao aplicar teorias suas do tal coitadismo e pobrismo. Quem tem nojo de pobre não pode querer fazer parte da vida política e pública de uma nação, como noto nas dez primeiras linhas que meu saco aguenta em ver. Pare de insistir, esses sujeitos só me fazem bocejar com essa monotonia que emana dos seus comentários.
Sem trocadilhos infames, Anã, a parte final do teu comentário detonou o Tambo de Leite.
Acho que em vez de responder a estes copiadores, deveríamos nós também copiar e colar alguns artigos interessantes, sobre assuntos que eles não querem e não gostam de ver divulgados.
Aquele vídeo do Barbosa admitindo que majorou as penas dos réus propositadamente para mantêm-los presos mais tempo e em regime fechado.
As faniquites e neuroses, manifestadas publicamente, pelo Jornal Nacional, de um juiz presidente da mais alta corte do país.
A montagem de uma firma fantasma, com endereço funcional na praça dos Três Poderes, no prédio do STJ, com o objetivo específico de reduzir o imposto na compra de um apartamento de luxo em Miami.
(Imagine se fosse o Lula).
Quem sabe assim eles se dão conta da chatice de ler comentários profissionais de terceiros e a gente acaba descobrindo o que eles realmente pensam.
O que acha, Anã?
Concordo em partes. Acho que devemos expressar nossas idéias com pensamentos próprios, (igual ao seu ótimo comentário), coisa que muito aprecio, e se fizesse o contrário eu estaria indo de encontro ao que cobro das viúvas psdbistas, mas tua idéia é vem vinda. Gostam de atacar em coro, sempre batendo na mesma tecla, e acham que assim ganham seus minutos de fama. Esquecem, esse turma que não só o telhado, mas a casa, a garagem e até a casinha do cachorro deles é de vidro. Ainda por cima me escolheram ,eu, um pobre visionário de um mundo justo e humano, como bode expiatório para despejarem suas frustrações. É chato monopolizar o ódio alheio! ⌒.⌒
Mas, comadres petralhas, não acham a mesmice muito chata?
É evidente que nem todos possuem a sua refinada arte de não dizerem nada com nada o tempo inteiro!
Eu, na minha pobreza de idéias e pouco afeito ao vernáculo, sirvo-me das de outros que, evidentemente, concordam em propaga-las com as devidas referências.
Não, AnÃ, você não monopoliza nada, sinto te informar, mesmo porque seu egozinho já estava se manifestando!
Esses milhares de petralhas, eleitos e eleitores, e toda corja esquerdista de outros credos, estão na disputa contigo!
Convenhamos é uma luta acirrada!
Mas tua dedicação canina pode te propiciar um troféu de participação!
Continue na luta!
Olha só, Anã, no aperto eles aprenderam escrever.
Eu esperando um petardo do Orlando Trambolhão e eles vem com a suavidade do “vernáculo”.
(Há quanto tempo não lia essa palavra).
De qualquer modo, que alegria ver um comentário sem a assinatura de um estranho metido a escritor de auto-ajuda.
Anônimo ainda vai, dá para engolir, a gente chama pelo número.
Mas desconhecido?
E tem outro ainda que escreve em inglês?
Essa é a prova definitiva que estamos evoluindo, e ao contrário de alegres comadres dedicadas refinada à arte de fazer fofoca, destilando o nada, estamos trazendo para o bojo da discussão política a nata da intelectualidade de Tapera, que antes de nós pensava que era só copiar, colar e sair para o abraço.
Benvindo(s) ao clube.
Alcança o mate, Anã.
Não existe mais a frase da semana?
Caso tenha, minha sugestão vai se adaptar a uma imensa fauna que freqüenta esse blog:
“Cadeia para quem quiser estragar a Copa”
(Antonio Carlos Prado, editor executivo da revista ISTOÉ)
ESTA PERGUNTA TEVE RESPOSTA NA EDIÇÃO DA ZERO HORA DE HOJE SARICO, está na capa do jornal que será investido 569 milhões e o retorno será de 503 milhões, portanto na sede de Porto Alegre, teremos prejuízos de 66 milhões que serão arcados pelo povo gaúcho. É uma pouca vergonha.
Sr. Antônio Carlos.
A cadeia deveria ser para quem sugeriu a realização da copa no brasil, estes seriam os primeiros a serem presos. O resto está sendo só conseqüência.
Se os investimentos para copa, fosse canalizados na mesma proporção para outros setores, como saúde, segurança e educação, garanto que ninguém estava reclamando.
Mas não adianta investir milhões na copa e, quando o professor pede que o Sr. Tarso pague apenas o Piso Nacional, (que foi uma lei assinada por ele mesmo) venha dizer que não tem recursos. Não vai adiantar pedir cadeia para os outros, quando o maior culpado são aqueles que não priorizam o bem estar do povo.
Esta Copa nem precisa ser excepcional.
Basta ser normal.
Quero ver a cara dessa gente se o Brasil ficar campeão.
Basta ver se ficarão emburrados, para descobrir de que lado estão.
Todo mundo na rua festejando, e os emburrados trancados em casa, chorando escondidos.
São os que pensam que a Copa foi inventada apenas para eles arrumarem um motivo para criarem tragédias.
Já esqueceram o mensalão?
Mão querem mais ouvir o Barbosão tramando o aumento das penas para segurar o Dirceu mais tempo na cadeia?
E admitindo publicamente?
Isso é coisa de juiz decente?
E o processo que ele escondeu, sob “segredo de justiça”?
E o vareio que levou, do seu colega?
Ninguém maus quer falar nisso?
Só na Copa?
Sarico, falta serviços essenciais no país e o governo patrocinando copa do mundo. Um exemplo disso é o posto da zona sul ainda sem médico, pelo menos ate o dia 19. Mas infelizmente pra você esse posto é municipal e Tapera não se inscreveu no mais médicos do governo Federal, então dá para afirmar que o município não sabe nem deseja solucionar problemas lacais e quer mudar o mundo!
Toooma, Sarico!
Pegaram a verba da saúde e com o dinheiro reformaram o Beira-Rio.
E o Grêmio também, foi mordido pela mosca da Copa e construiu um estádio novo.
Com o dinheiro da saúde!
Que coisa!
O mesmíssimo ufanismo do Medice na copa de 70!
Deus me livre, 23:18.
Quero ficar sempre longe dessa gente.
Sou o 22:21 e apenas quis ironizar que com estádios ou não, com Copa ou não, a saúde ia ser a mesma, com inequívocos sinais de melhorar ainda mais.
E que também não vejo sintomas de falência na dupla Grenal pela construção dos seus magníficos estádios.
E que também não vi nenhum gremista ou colorado colocando a culpa em seus estádios pelos times medíocres que possuem.
Ao contrário, o orgulho é muito grande.
(Que coisa triste se identificar por um número e chamar outra pessoa também por um número).
Do blog do Orlando Tambosi, para a AnÃ
A cultura do “coitadismo”
No Brasil, o “coitadismo” já virou ideologia. Em nome dele, tudo será permitido àquele que se julgar “vítima da sociedade”. O coitadismo, na verdade, é irmão gêmeo do pobrismo, outra praga ideológica generosamente regada pelo lulopetismo. Artigo de Francisco Daudt na FSP:
“Pai, ferida na perna leva tanto tempo assim para curar?”, disse. “Não, o mendigo precisa reabri-la todos os dias, senão ela fecha. Ele precisa da ferida, já que vive dela.”
Seu aspecto repugnante o transformava em alguém digno de pena, merecedor de esmola. Era um coitadinho dos anos 50.
O aleijado, a criança com bebê de colo, os mulambos (lumpen proletariat, um termo famoso do marxismo, significa “farrapo humano que produz prole”) e os cadeirantes formam uma população de sinal de trânsito parente do mendigo da ferida que descobriu intuitivamente poder viver do sentimento de pena dos “bem de vida” que passam.
A pena é entendida em psicanálise como repressão da raiva (“Eu não tenho raiva dela, eu tenho é pena”), uma repressão derivada da culpa de ter raiva daquela gente que nos chantageia de maneira sutil. Ter compaixão é diferente, significa sofrer junto.
O rapaz que discursa no ônibus, “eu podia estar roubando, eu podia estar matando, mas estou aqui pedindo a colaboração de vocês”, já é mais explícito em sua chantagem, pois alude a uma ameaça que nos produz raiva, mas “que feio sentir isso, afinal…”, donde temos pena e soltamos uns trocados como alívio da culpa social.
“Culpa social”. Aí mora uma crença do senso comum que afirma: os males dos pobres são causados por você, que teve dinheiro para comprar esse jornal, porque você é rico, e quem tem propriedades é necessariamente ladrão (Proudhon teorizou o lema tão caro às esquerdas: “A propriedade privada é um roubo”).
Sendo assim, a culpa social tornou-se o principal ativo, a principal alavanca de poder de grupos que se tornaram seus “sacerdotes”, os que falam em nome, não mais dos pedintes do sinal, mas de todos os “desprivilegiados” (em contraste conosco, não importa o quanto ralemos para viver com dignidade, que somos “privilegiados”, “elites”, “capitalistas”, “conservadores de direita”, enfim, o demônio encarnado).
Você fica intrigado com a leniência que livra os “black blocs” da cadeia? Agora já sabe: eles estão punindo os “ladrões do povo”, por isso seus atos são abençoados pelo novo senso comum.
Foi se instalando a cultura do “coitadismo”: demonstre que você é vítima de algo e tudo lhe será permitido –e também lhe será fonte de renda e/ou poder.
Quando Madame diz que “a Venezuela não é a Ucrânia”, ela faz a síntese do “coitadismo”: o povo da Venezuela não tem direito de se rebelar contra a ditadura de Nicolás Maduro porque ele é o defensor máximo do “coitadismo”, e o “socialismo bolivariano” é a aspiração máxima de quem usa o sentimento de culpa “social” para manter o poder. Democracia? Imprensa livre? Esses são valores burgueses que só servem às “zelite”.
Isso provoca, em quem ainda não aderiu ao “coitadismo”, um estresse de raiva contida e um sentimento de injustiça impotente que resultam numa depressão ampla, chamada APATIA.
Um pequeno suspiro de revolta em junho? “Black blocs” neles, e fim.
A péssima educação pública prova que não há interesse em acabar com a miséria. Claro, os “coitadistas” precisam dela. Como o mendigo de sua ferida.
Como alguém fala sem conhecimento. O município de Tapera esta inscrito sim, no programa mais medico. Nem todos os municípios inscritos receberam médicos até hoje, nem sei se todos vão receber.
Ao 11:50. Não pode me ver quieto( ainda não tinha me manifestado aqui). Acho que é uma crise de falta de atenção por rejeição afetiva, ou coisa parecida. Já disse que não leio colagens de desconhecidos de blogs de direita. Então não adianta usar sua capacidade de pesquisar textos caóticos, que isso não me comove. O que me toca é gente sendo humilhada e explorada pelos ricos e por governos ditatoriais de direita, que comandam tudo, começando pela imprensa onde seu objetivo é somente o de enriquecer a si próprios e a mais alguns conchavados. Essa tal de Tombase, trombose, ou sei lá o que, escreve todos esses textos baseados na sua vivência paralela ao poder neoliberal de direita, por isso não sabe como é ser perseguido e explorado. Acha que no fundo se acaba com a pobreza ao estilo João Batista Figueiredo, com uma bomba atômica na vila. Esse abnegado defensor de Médici, Figueiredo, e do neoliberal FHC é um homem iludido com os benefícios que o velho sistema poderia continuar a lhe proporcionar, que faz tanta propaganda em favor, a ponto de ser extremamente repetitivo ao aplicar teorias suas do tal coitadismo e pobrismo. Quem tem nojo de pobre não pode querer fazer parte da vida política e pública de uma nação, como noto nas dez primeiras linhas que meu saco aguenta em ver. Pare de insistir, esses sujeitos só me fazem bocejar com essa monotonia que emana dos seus comentários.
Sem trocadilhos infames, Anã, a parte final do teu comentário detonou o Tambo de Leite.
Acho que em vez de responder a estes copiadores, deveríamos nós também copiar e colar alguns artigos interessantes, sobre assuntos que eles não querem e não gostam de ver divulgados.
Aquele vídeo do Barbosa admitindo que majorou as penas dos réus propositadamente para mantêm-los presos mais tempo e em regime fechado.
As faniquites e neuroses, manifestadas publicamente, pelo Jornal Nacional, de um juiz presidente da mais alta corte do país.
A montagem de uma firma fantasma, com endereço funcional na praça dos Três Poderes, no prédio do STJ, com o objetivo específico de reduzir o imposto na compra de um apartamento de luxo em Miami.
(Imagine se fosse o Lula).
Quem sabe assim eles se dão conta da chatice de ler comentários profissionais de terceiros e a gente acaba descobrindo o que eles realmente pensam.
O que acha, Anã?
Concordo em partes. Acho que devemos expressar nossas idéias com pensamentos próprios, (igual ao seu ótimo comentário), coisa que muito aprecio, e se fizesse o contrário eu estaria indo de encontro ao que cobro das viúvas psdbistas, mas tua idéia é vem vinda. Gostam de atacar em coro, sempre batendo na mesma tecla, e acham que assim ganham seus minutos de fama. Esquecem, esse turma que não só o telhado, mas a casa, a garagem e até a casinha do cachorro deles é de vidro. Ainda por cima me escolheram ,eu, um pobre visionário de um mundo justo e humano, como bode expiatório para despejarem suas frustrações. É chato monopolizar o ódio alheio! ⌒.⌒
Mas, comadres petralhas, não acham a mesmice muito chata?
É evidente que nem todos possuem a sua refinada arte de não dizerem nada com nada o tempo inteiro!
Eu, na minha pobreza de idéias e pouco afeito ao vernáculo, sirvo-me das de outros que, evidentemente, concordam em propaga-las com as devidas referências.
Não, AnÃ, você não monopoliza nada, sinto te informar, mesmo porque seu egozinho já estava se manifestando!
Esses milhares de petralhas, eleitos e eleitores, e toda corja esquerdista de outros credos, estão na disputa contigo!
Convenhamos é uma luta acirrada!
Mas tua dedicação canina pode te propiciar um troféu de participação!
Continue na luta!
Olha só, Anã, no aperto eles aprenderam escrever.
Eu esperando um petardo do Orlando Trambolhão e eles vem com a suavidade do “vernáculo”.
(Há quanto tempo não lia essa palavra).
De qualquer modo, que alegria ver um comentário sem a assinatura de um estranho metido a escritor de auto-ajuda.
Anônimo ainda vai, dá para engolir, a gente chama pelo número.
Mas desconhecido?
E tem outro ainda que escreve em inglês?
Essa é a prova definitiva que estamos evoluindo, e ao contrário de alegres comadres dedicadas refinada à arte de fazer fofoca, destilando o nada, estamos trazendo para o bojo da discussão política a nata da intelectualidade de Tapera, que antes de nós pensava que era só copiar, colar e sair para o abraço.
Benvindo(s) ao clube.
Alcança o mate, Anã.