Escancarado
O comandante geral do Corpo de Bombeiros do RS, coronel Guido Pedroso de Mello, falando na audiência pública realizada recentemente em Selbach, disse que, em comunidades interioranas (e antigas), uma saída para seguir funcionando e realizando os seus eventos, seria fazer promoções sem as portas que, em caso de alguma emergência, o pessoal sairia sem qualquer problema. Parece estranho, mas a ideia é boa. Coloca-se uma lona para tapar o “buraco” da porta e seguranças no local. Esta seria uma saída para as comunidades que sobrevivem com uma única promoção anual, sem precisar se desdobrar para arrumar R$ 30 mil, R$ 40 mil ou R$ 50 mil para se colocar em dia com a lei.
O coronel falou também que os salões e entidade podem funcionar tendo os itens mínimos de segurança: extintor de incêndio, placa de saída e luz de emergência, até que se adequem ao que determina a lei. E isso não custa muito. Ele disse que a lei deve ser cumprida, mas tem-se tempo para isso e que isso precisa ficar claro.
Na manifestação do militar acho que houve excesso no zelo pela segurança. E tem empresas que, por falta de alvará da Prefeitura, não podem entrar em concorrência. E quem paga este prejuízo?
Tudo isso é uma legítima palhaçada!!! Coloquem um sino no pescoço e saiam badalando que não é tão ridículo assim… As comunidades teriam que prometer ao Corpo de Bombeiros que ninguém, nas promoções, soltaria foguete ou sinalizador dentro do pavilhão, só isso!