Vigia
Será que a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) está vigiando o governador Eduardo Campos (PSB-PB), candidato à eleição presidencial do ano que vem? A ABIN diz que não. O Estadão garante que sim.
Será que a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) está vigiando o governador Eduardo Campos (PSB-PB), candidato à eleição presidencial do ano que vem? A ABIN diz que não. O Estadão garante que sim.
É estranho.
Quem costuma vigiar políticos para pegar sobras, é a revista Veja.
Assim foi com o assalto ao apartamento do José Dirceu, num hotel de Brasília e o envolvimento da revista com Carlinhos Cachoeira.
As explicações da Veja, depois dos “atentados”, aos seus leitores, até hoje são tratadas como hipocrisias acadêmicas nas escolas de jornalismo nacionais.
A propósito.
Nunca mais ninguém ouviu falar o nome do repórter invasor ( no caso Dirceu) e em Policarpo Júnior (no caso Cachoeira).
Como pergunta o Sarico, onde será que estão?
Mas essa gente do mensalao insiste em defender os causadores do maior escandalo de corrupçao ja acontecido nesse pais, agora querer culpar a revista veja por denunciar um monte de assaltantes do dinheiro publico e muita hipocrisia, se coloquem nos seus lugares,que pelo certo deveria ser atras das grades, defensores da roubalheira do governo do ptzinho.
Tá bom, pode ficar com a tua revista para ler no banheiro.
Mas me responda, que fim levaram os dois repórteres envolvidos com a criminalidade?
Mataram eles?
Isso me faz lembrar do super-ministro Ricúpero, quando em entrevista ao repórter da Globo Carlos Monforte, foi apanhado em fragrante com o microfone aberto, que registrou ao mundo a filosofia do governo FHC:
– “Se a notícia for boa, a gente mostra. Se for ruim, a gente esconde”.
Ele era o segundo do escalão FHC, atrás apenas do Serjão Motta, – o Zé Dirceu do FHC, – hoje nome de cidade, rua, ponte, etc., numa prova eloqüente da hipocrisia desse país. Já naquela época a Veja se ocupava demais com Lula, não dispondo de tempo para FHC, que por isso, parecia um apóstolo.
Ricúpero, depois de um enorme clamor público, foi demitido, ganhou um prêmio consolação tipo embaixador da Etiópia, e de vergonha, desapareceu pela vida.
Mas os articuladores dessa política permaneceram escondidos e são os mesmos que agora exigem que o Lula se apresente, se explique, conte tudo e exiba seus pulsos às algemas da “justiça”.