Duas caçadas do passado
ando uma olhada no meu arquivo de fotos antigas encontrei estas duas perolas que mostram duas caçadas feitas por taperenses aqui na região, lá nos anos de 1920.
Essas caçadas aconteciam em Ibirubá, quase na divisa com Cruz Alta, numa propriedade pertencente à viúva Knopp. Numa delas é possível ver parte da sede da referida propriedade.
Agora, repare a quantidade de perdigões e de perdizes que aquele pessoal caçou com suas espingardas. Naquele tempo, segundo os mais antigos, havia muita caça na região e o pessoal aproveitava.
Nestas fotos aparecem o meu avô, Vitório, que gostava de uma caçada. Lembro da espingarda Bayard, calibre 36, que ele usava, chamada por ele de “estiopeta”. O cachorro “perdigueiro” dele chamava “Dingo”.
A propósito de caçadas. Lembro das passarinhadas que o nôno fazia quando éramos crianças. Ele tinha uma espingardinha, uma “quarentinha” (calibre 40), usada para caçar azulões ou papa figos ou ainda “ticrós”, chamados por ele, que vinham visitar o seu pomar em busca de frutas. Quando ele tinha uma certa quantia de aves ele fazia a passarinhada em pequenos espetinhos de madeira com legumes numa pequena fogueira improvisada. Aí reunia os netos para apreciar a gostosa iguaria acompanhado de limonada, laranjada ou suco de vinho. Aquilo era uma festa que nunca esqueci.
Agora, eu fico imaginando como aquele “Fordzinho”, pertencente ao Luiz Aliprandini, transportava toda aquela turma com suas armas e cartucheiras, mais os cachorros e as caças. E o pessoal dava jeito de transportar tudo num trajeto de mais de 120 km por estradas de chão, ida e volta.

Antigamente a turma iam em bailes tudo na caçamba de um caminhão cantando feliz e nem ninguém morreu por causa disso. Hoje se fosse transportar todo esse pessoal nesse “fordizinho” da foto certamente o carro seria guinchado, o dono iria preso e o pessoal responderiam criminalmente ou preso também por transportar os cachorros de forma perigosa e pela caça.
como q nao apareceu nunhuma greta k… defendendo os pardal
Sarico, e no “Fordzinho” do Prego… quem vai “descer” e quem vai “subir”?
Pelo o q se escuta desse silêncio, tem muta gente se borrando…
E parece que teria passageiro certo de subir, SQÑ…