Crise e pandemia
Existem diversas formas de se medir como anda a economia no Brasil, e uma delas é no final do ano com a entrega de brindes que as empresas oferecem a seus clientes, colaboradores, fornecedores e amigos.
E a cada ano os brindes vão diminuindo em quantidade e tamanho.
Num ano normal, eu ganhava entre 3 e 4 agendas e outras coisas mais. Neste ano, ganhei uma e já me alertaram que para o ano que vem a oferta é incerta.
Nem as tradicionais comemorações de final de ano das empresas acontecerão. Claro, tem a pandemia, mas o dinheiro anda curto também para elas.
2021 está vindo aí e a gente não sabe o que virá com ele. O pessoal entendido fala em aumento da inflação, do desemprego, dos preços, especialmente dos alimentos, entre outros. E tem ainda a pandemia que continuará entre nós por um longo período.
2020 foi um ano danado. E o que será 2021?
Pois, quem viver verá. Assim, vamos nos cuidar.
É, durante o governo que quebrou o país até eu, que sou funcionário, recebia brindes dos fornecedores. Agora dá pra culpar a pandemia, o fique em casa, mas já estava ladeira abaixo antes.
faz arminha que teus brindes voltam
Em vez de diminuir os casos só aumenta. O pessoal que cuida e os outros que não se cuida estão pegando e a vacina está vindo, esta aí, mas nem de “carroça”, está vindo em forma de “lesma” se é que chega até final de 2021. Vai chegar um ponto que o dinheiro vai acabar, os preços já dispararam e 2021 pomete, vai disparar mais ainda, o vírus vai pegar, o emocional e psicológico abalado. Vai ter muitas empresas falidas, quanto maior mas forte a queda. Hoje estamos ainda num paraízo, mas se continuar assim pessoas vão matar pra ter alimentos e manter os vícios e os músicos infelizmente nunca mais vai ser como era antes.
Melhor governo de todos os tempos. Ainda não descobrimos porquê, mas já estamos fazendo campanha pra 2022 e para 2030.