Não se apaixone pelo seu cargo
Recentemente, vi um vídeo que falava sobre o cargo que se ocupa. Nele, um homem durante uma palestra citou como exemplo um ex-secretário de Defesa dos EUA, um dos cargos mais importantes daquele País, que por sua vez falou em uma conferência numa nação estrangeira quando ainda frequentava a Casa Branca e após quando a havia deixado. E fazia referência ao que tinha ao seu dispor e viveu com a sua condição atual de pessoa comum, longe do poder e dos holofotes.
Segundo o ex-secretário, quando estava em Washington DC, andava com seguranças para cima e para baixo, inclusive sua família. Viajava em jatos executivos e tinha pessoas que levavam suas malas para onde quer que fosse. Ele jamais entrava em aeroportos, indo direto para um hangar onde o avião o aguardava, sem necessidade de passar pela alfandega e ter suas malas reviradas. Quando em outro País descia da aeronave e entrava direto em uma caminhonete blindada e saia em comboio cheio de seguranças armados. Havia ainda uma dúzia de assessores que o ajudavam em tudo. Até nos discursos. E ao seu redor sempre havia gente correndo de um lado para o outro.
O ex-secretário, na segunda ida àquela conferência, relatou sua nova condição de simples cidadão norte-americano. Ele fora convidado pelo seu conhecimento e pelas informações que possuía sendo pago para falar. Antes, ele falou de graça em um evento muito mais importante que reunia pessoas importantes de várias partes do mundo. Nesta última, era para outro tipo de público. Ele teve de fazer suas malas, pegar um táxi, entrar no aeroporto, fazer o check-in, aguardar e embarcar, sem nenhum assessor junto. Teve de viajar em avião de carreira e na classe econômica. Na chegada àquele País não havia ninguém o esperando e teve de ir de táxi para o hotel tendo de pagá-lo com seu dinheiro. No dia seguinte, teve de pegar outro táxi e ir ao local da conferência, sempre às suas custas. Lá, diferente da outra vez, lhe serviram café em um copo plástico, diferente de antes em que lhe deram uma xicara com detalhes em ouro. Pois, foi exatamente a xícara de café que o fez pensar na sua posição. Foi ali que percebeu que não era o homem que tinha tais regalias, mas o cargo. E isso ele falou naquela segunda conferência, para aquele outro tipo de público.
Não existem pessoas importantes. Existes cargos importantes com poder de decisão. Você já reparou que sempre o cargo vem antes do nome? Você não diz o fulano presidente, mas o presidente fulano.
Aliás, o poder, assim como a beleza, a juventude e outros, é passageiro. As coisas acontecem na vida das pessoas e depois passam ficando a lembrança na mente. A maioria delas demora para entender que sua vida mudou. Já outras não conseguem e entram em profunda depressão. O cargo (poder) faz falta às pessoas, assim como as aparições excessivas na imprensa.
Agora você sabe. Se algum dia fores escolhido para ocupar um cargo não se apegue muito a ele pois ele passará e você terá de lidar com isso depois. Não se apaixone pelo cargo pois ele não é seu, nem é eterno. Tudo na vida tem seu começo, meio e fim.
Belo texto, hoje existem muita gente firmada mas que stuam em outras orofissões. É bom ter um cargo, ou ser concursado ter uma garantia, mas o bom e saber trabalhar de tudo um pouco, ter saúde, ser honesto e näo depender de política pra trabalhar ou por troca de “favores”, o melhor é ser independente, baixar a cabeça, não reclamar botando culpa aqui e alí, ser criativo e trabalhar honestamente, em vez de reclamar, correr strás dos objetivos, sonhos, pra mim e perane a DEUS que esta acima de tudo, mesmo ganhando um salário baixo, todo trabalho honesto é digno, mas o sistema e algumas pessoas da sociedade ainda são preconceituosas, ainda mais quem já nasceu em berço de ouro ou quando o cargo sobe pra “cabeça” e se acham acima de DEUS e se provalecem com os msis humildes.