Blog do Sarico

Azarão


Na sexta-feira (08), fui ao Poli ver América e Atlântico na partida de ida da 2ª fase da Liga Gaúcha Futsal e me surpreendi. Pensei que o time levaria um sacode dos visitantes por suas campanhas ao longo do ano. Na verdade, apesar de perder, o América deu trabalho ao adversário o tempo todo, isso que o time erechinense tem um plantel maior e mais qualificado, podendo fazer trocas a todo instante. E o América, bastante limitado, foi na raça, no sangue, sempre. Perdeu por 4 a 3, vendendo caro a derrota.

Alguém me disse que o Atlântico “tirou” o pé. Pode até ser, mas o desespero do treinador Giba no banco com os erros de sua equipe durante a partida não diziam isso. O Atlântico jogou sempre buscando a vitória, mas encontrou uma equipe determinada em seu caminho. Não sei o que teria acontecido se o América tivesse aproveitado as muitas oportunidades de gols criadas ao longo do jogo. Aliás, se tivesse marcado metade das situações de gol criadas durante o ano não sei se a história não teria sido outra.

O América foi se encontrar no final da competição. Pode até ser que os outros times cansaram por ser final de temporada, mas o time cresceu no fim, apesar de todos os pesares.

Achei pouca gente no Poli sábado para ver um jogo contra uma equipe multicampeã. Não sei se a comunidade está afastada do América pela campanha da equipe ou por outra coisa. Acredito que para o próximo ano, se o time vier, que se faça uma profunda análise da relação torcida-time que não tem jeito de criar “liga”.

Agora, na quarta-feira (13), o América vai a Erechim no jogo da volta precisando de duas vitórias. Vai ser difícil, mas se tratando de futebol…

Como já falei antes, não importa agora. Importa é que o América escapou do inferno na “prorrogação” e ainda classificou, contrariando toda e qualquer prognóstico. Quem teria apostado nele para classificar teria ganho sozinho.

Agora é jogar este último jogo, pagar as contas, analisar o ano, mudar certos conceitos e fazer projeções para 2020, se é que se tem vontade (e condições) para voltar depois destes últimos dois anos.



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