Blog do Sarico

Fora, de novo


O Brasil não bota mais medo em ninguém no futebol. A não ser em nós, brasileiros. Torci para a Seleção levantar o hexa, mas dizia para todo mundo que não confiava nela, por que em momento algum me convenceu na Copa após uma Eliminatória enganosa. Não consigo ver um grupo focado na vitória e no título, por que são todos, na sua maioria, meninos multimilionários que estão mais preocupados com suas contas bancárias que lhes faça esquecer a infância sofrida.

A eliminação era favas contadas, por que o time não teve atitude nos jogos e não se mostrou grande neles.

A Globo teve papel preponderante em mais este fiasco brasileiro, por mascarar uma realidade. Todos sabemos que o time era instável, mas ela e sua equipe de esporte insistia em mostrar o contrário e os jogadores acreditaram nisso. Inclusive o Tite acreditou. E deu no que deu.

E o Neymar, hein? Bom, o Neymar pode jogar em qualquer clube no mundo, mas na Seleção Brasileira ele continua devendo e sua dívida para com ela é grande. Antes do jogo, quando saiu do ônibus e entrou no estádio, sabendo que o mundo todo o estava vendo, com fones de ouvido na cabeça, mostrou-se marrento, antipático e desligado. Ali, alguma coisa me disse que o dia não acabaria bem.

Essa geração que está aí não ganhará nada pela Seleção e eu já escrevi sobre isso muitas vezes aqui. Quem me acompanha sabe. Ela não está focada no vencer, por que joga pensando no que vai gastar seu dinheiro na próxima oportunidade ou onde vai estar em seguida.

É duro, mas a realidade é essa. A Seleção é do que o reflexo do País. E os dois vão mal, Infelizmente.

Assim, que venha 2022. Mas, que time teremos lá? E qual será seu foco? E, por favor, que o treinador mantenha seus comandados longe da mídia, pois ela os estraga. E que leve os melhores e não só os parceiros.

As grandes conquistas do futebol brasileiro apareceram quando não havia mídia intrusa e bajuladora, nem salários astronômicos. Lembram?



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