Lixo
Nesta manhã, dando uma volta pelo Centro de Tapera, como de costume, havia muito lixo espalhado pela Avenida XV de Novembro. Da sorveteria, ao lado do Centro de Eventos, até a farmácia São João, encontrei pelo menos uns cinco locais com latas de cerveja, garrafas long neck e copos e litros plásticos, entre outras coisas. O engraçado é que, perto do local onde o pessoal fez a sua festa, existem várias lixeiras, ao seu lado ou à sua frente. Em frente à Rust, onde havia maior quantidade de vasilhames, a menos de 10 passos, na porta da XMaster, existe uma lixeira. Mas, custa o pessoal pegar o seu lixo ao final da festa e acomodá-lo em uma delas?
Não sei se é por que a gente fica velho, mas é com a idade que se percebe que a beleza ou a feiura do lugar onde vivemos somos nós quem o fazemos. E é por nossa conta termos uma cidade limpa ou suja, bonita ou feia.
Em tempo. A figura aí no alto, o Sugismundo, foi criado por Ruy Perotti, em 1972, a pedido do governo federal para a campanha nacional “Povo desenvolvido é povo limpo”. Hoje, passados 45 anos, a sujeira está do outro lado.
Isso deixa a gente indignado. Se todos fizessem a sua parte teriamos um mundo melhor.
O que me diz da sessão de ontem Sarico na Câmera?
na câmera de filmar?