Blog do Sarico

Protegendo os nossos


747695bea1a489a6e9fe55a10eda7d21Aqueles jogos loucos criados na internet para azarar a vida dos jovens e transtornar a de seus familiares, que a gente só via pela mídia, já estão entre nós. Estou falando do Baleia Azul, que a polícia da região já detectou e que, infelizmente, causará muito sofrimento doravante.

Segundo a BM de São José do Herval, município próximo a Soledade, um jovem de 15 anos desapareceu de casa e marcas de sangue foram encontradas em seu quarto. Mais tarde, ele foi encontrado, em um mato, com ferimentos provocados por ele mesmo. Foi levado ao hospital e passa bem.

O jogo da Baleia Azul é viral e sinistro. Ele é disputado nas redes sociais e propõe desafios macabros aos adolescentes, como bater fotos assistindo filmes de terror, automutilar-se de várias formas, ficar doente e, na etapa final, cometer suicídio. E tudo devidamente registrado.

O jogo, criado na Rússia, em 2015, já matou muita gente em todo o mundo. Há registro de pessoas que se enforcaram, que se jogaram do alto de um prédio e na frente de um trem e muito mais. O jogo tem 50 missões sendo a última o suicídio. Agora, o que faz uma criança procurar algo assim é uma incógnita. Seria para chamar atenção?

Existem outros jogos perigosos na rede, como o Sal e Gelo, onde para ser aceito no grupo, o jovem precisa queimar a pele e compartilhar a imagem. Tem ainda o Jogo da Fada, que incita-o a abrir o registro do gás à noite para ver a tal da fada. Não duvido que a veja, mas certamente não neste plano.

Não quero aqui fazer apologia a estes jogos, mas alertar os pais para eles, para que fiquem atentos. Está mais do que na hora de nós pais começarmos a prestar mais atenção em nossos filhos. Saber onde eles estão, com quem estão e o que estão fazendo e, principalmente, quando na internet. Não sei, posso estar falando uma grande bobagem, mas sinto que a juventude, não toda ela, graças a Deus, parece não ter para onde caminhar, por não ter um porto seguro na sua vida e por isso estas atitudes radicais.

Em tempo. Há ainda a questão das drogas e do álcool. Abramos os olhos para isso, também.



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