Confusão
Quando vejo o que fizeram com o nosso grande, rico e maravilhoso Estado e ouvi, nas comemorações da Semana Farroupilha, o “Sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra” confesso que fiquei meio confuso. Será que somos de fato um modelo a ser seguido com tufo que estamos vendo ai?
Mas, o que fizeram com o Rio Grande do Sul, tchê?
Eu indico a leitura desse artigo pra entender melhor o que se passa no nosso Estado e o que podemos aprender com isso.
http://spotniks.com/como-quebrar-um-estado-em-8-passos-o-que-tarso-genro-e-o-rs-podem-ensinar-ao-brasil/
Aproveito para chamar a atenção do que Geraldo Alckmin, governador de São Paulo fez pelo seu estado.
Da rba:
A informação de que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) é um dos vencedores do Prêmio Lúcio Costa de Mobilidade, Saneamento e Habitação, oferecido pela Câmara dos Deputados, revoltou o coordenador do Coletivo de Luta pela Água, Edson Aparecido: “Isso é mais absurdo que a própria crise. Ela é resultado justamente da incapacidade de gestão e planejamento do próprio governador Alckmin, que não deu ouvido a avisos, não investiu, não cumpriu promessas que ele mesmo fez na crise de 2003. Esse tipo de premiação é incentivo à má gestão, não tem o menor cabimento”.
O tucano será premiado dia 13 de outubro “em virtude do trabalho desenvolvido à frente da Sabesp e da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo” justamente em um ano que o estado enfrenta sua pior crise hídrica.
A informação do prêmio foi motivo de piadas nesta terça-feira nas redes sociais, como: “Casal Nardoni vai receber o prêmio Infância Protegida”,”Inacreditável, deve ser coisa do Sensacionalista”, “Aguardo ansiosamente o Bolsonaro receber o Nobel da Paz”.
(…)
O golpismo na terceira idade
Postado por Juremir em 22 de setembro de 2015
Hélio Bicudo, 93 anos, quer derrubar Dilma.
O senador Jarbas Vasconcelos, 73 anos, PMDB, acha que será uma “bonita cena” ver Lula preso.
A oposição vê na proposta de Bicudo um importante fato “jurídico” contra Dilma.
Em 2001, há apenas 14 anos, o agora impoluto e combativo Jarbas Vasconcelos foi “contrário à criação da CPI da Corrupção que propunha a investigação de 16 irregularidades no âmbito da administração federal no governo de Fernando Henrique Cardoso”.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, entende que impeachment “por uma razão frágil” compromete a democracia, cria insegurança jurídica e detona a regra do jogo. Para ele, as pedaladas fiscais não são razão suficiente para apear Dilma do Poder. Alckmin prefere esperar 2018. O interesse pessoal o torna razoável e capaz de compreender o que a pressa não permite a Aécio Neves.
O ex-presidente do STF, Ayres Britto, 72 anos, afirma que não existe, até agora, fundamento jurídico para um impeachment de Dilma. Segundo ele, ela não é investigada criminalmente e não praticou, que se saiba, crime de responsabilidade. As pedaladas fiscais, mesmo que condenadas pelo TCU, não podem tirá-la do poder. Só podem impedir que seja candidata em outra eleição. Ayres sustenta que só o crime eleitoral, abuso de poder econômico na campanha, pode afastar Dilma, e Temer junto, do poder.
Para a oposição, serve. Qualquer motivo serve.
O governo vai mal. A oposição quer derrubá-lo.
Se não há motivo concreto, que se invente um.
Pode ser o ódio de classe.
Ou um sintoma da passagem do tempo.