Futuro preto
O Rio Grande do Sul está enterrado até o pescoço e tudo graças aos seus governadores, todos eles, que não tiveram competência para administrar um dos estados mais ricos do País, sendo rara exceção Yeda Crusius (2007-2010), que não foi maravilhosa, mas foi muito além do esperado.
O atual governo está indo para o final do mandato e o RS andou alguns pouco quilômetros para frente nestes três anos, quando poderia ter andado bem mais.
E tem mais. Marlon Santos (PDT) assumiu a presidência da Assembleia Legislativa tendo ao seu lado Juliano Roso (PC do B) e Nelsinho Metalúrgico (PT).
Não para aí. No Tribunal de Justiça assumiu Carlos Eduardo Duro que, em seu discurso de posse, deu a letra de cara: é contra a reforma da Previdência, rejeita o regime de recuperação fiscal do Estado e não aceitará, em hipótese alguma, o atraso no repasse do duodécimo, pouco se importando de onde virão os recursos.
Gauchada, se preparem que nós ainda não batemos no fundo do poço. E vai mais um tempo ainda para isso. E não esperem que o próximo governador resolverá todos os nossos problemas.
“Sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”.
Mas, o que fizeram contigo, Rio Grande velho de guerra?
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