Júri da morte do padre
O julgamento de Jairo Paulinho Kolling, assassino confesso do padre Eduardo Pegoraro, em Tapera, em maio de 2015, está próximo de acontecer. Segundo a juíza Marilene Parizotto Campagna, diretora da Fórum de Tapera, onde corre o processo, os prazos estão se esgotando e, se não houver mais recursos solicitados pela defesa do réu, o mesmo retorna a Tapera. Aí, o próximo passo será ouvir mais testemunhas, se esta for a vontade dos seus advogados, e após isso seria marcada a data do julgamento, que deverá ocorrer no início de 2018. Pode acontecer de haver o desaforamento do júri, ou seja, que ele seja realizado fora de Tapera, que a defesa poderá solicitar junto ao Tribunal de Justiça do Estado.
O CASO – Na manhã de 22/05/2015, desconfiado de que sua esposa tivesse um relacionamento com o sacerdote, Jairo veio a Tapera, na Casa Paroquial, acompanhado de Patrícia e, após uma discussão, desferiu dois tiros no peito do religioso, matando-o instantaneamente. Patrícia foi atingida nas costas, mas sobreviveu aos ferimentos. Depois disso, Jairo tentou se matar com um tiro na cabeça.
Ele passou certo período em hospitais para reconstrução do maxilar, foi preso em Espumoso e após libertado por força de habeas corpus. Jairo aguarda desde então o julgamento em liberdade.
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