Eleição pela região
Um passarinho me contou que o PMDB de Selbach andou fazendo incursões ao PP tentando um consenso no município, em outubro. Segundo ele, o partido quer o PP de vice. Tentar faz parte do jogo, mas a maioria dos “PDS” de Selbach é contra uma união com seu adversário histórico.
Morei quase 20 anos em Selbach e sei como é a coisa lá, na política. A rivalidade é grande do outro lado do rio Colorado e atinge famílias inteiras. Não sei como fariam essa obra de engenharia, nem quando seria essa aproximação. Mas, será uma obra hercúlea, acreditem.
Lembro que em Tapera havia o mesmo problema com PP e PMDB e após a eleição do Nelson e do Roque, em 2000, a coisa ficou mais light e a parceria dura até hoje, tendo sido benéfica ao município. Houve avanço aqui.
Respeito a opinião de todos, mas vejo crescimento na união, mas desde que ela seja boa para todos, principalmente para o município. Mais gente empurrando o “carrinho” este tende a ir mais rápido e mais longe. A ideia do consenso não deve ser sepultada, por que não se sabe o que a população vai querer amanhã ou depois. De repente, ela acha que deva haver uma só via e se posicione favorável a ela. Aliás, no mundo atual, filho não acompanha mais o pai na urna e uma geração não imita a outra.
E esse mesmo passarinho me contou que o vereador Michael Kuhn seria o candidato do PP a prefeito, o que o próprio não confirma, nem nega. Também contou que o vereador Rudi Seger se afastou do partido, alegando questões particulares. Minha fonte acha que ele, que renunciou ao mandato de prefeito para concorrer a vereador e tendo sido eleito, estaria temendo uma possível retaliação dos progressistas. Num município conservador como Selbach o povo não aceita uma renúncia. Não entende ela. Seja o motivo que for.
O PMDB deverá largar com o prefeito Serginho. Já o PP é uma incógnita. Na verdade, o pessoal está esperando, por que “largar” uma candidatura agora é “queimar” e gastar, sem precisar.
LAGOA DOS TRÊS CANTOS – Outro passarinho me contou que o prefeito Sergio Lasch não irá à reeleição. Com isso, o PMDB da vice-prefeita Juliane Kempf estaria livre para compor com outra sigla e ele me contou que ela poderia vir a ser vice de Dionísio Wagner (PP). Eu já ouvi isso em Lagoa.
TAPERA – Aqui, a coisa está toda em aberto. Não tem nada certo e as negociações entre partidos continuam. Todo mundo quer levar vantagem e lograr êxito nas urnas. O que vale hoje poderá não valer amanhã. Poderá ainda haver surpresas aqui. Outra coisa. Está todo mundo nervoso e ninguém tem certeza e garantia de nada.
O bom é que nós do PT já está ganho ninguém pode com nos vai sobrar votos.
Deixando de lado a palhaçada do comentário acima. O candidato/apoiadores que falar mal do PT vai perder. Escreve aí.
Se alguém vier novamente me oferecer Rifa para o Hospital, vai me ouvir. Primeiro pelo atendimento das enfermeiras do mesmo. A Reclamação é geral. Por poucos funcionários e baixos salários de algumas enfermeiras e altos salários de poucas que estão lá no comando. Vergonhoso. Até a folha de uma funcionária foi mostrado. Aí querem vender rifas para pagar salários a essa pessoa. Me poupe, mas o povo tem que saber e ficar informado. Não estou aqui fando dos nossos médicos e sim do atendimento de algumas enfermeiras, das quais não tiro razão.
vai fazer o mobral para aprender somar dois mais dois
É quatro! Acertei??
Dexa o PT aqui de Tapera ganha todos que falarem mal vão paga. Nem precisa fazer eleições já ganhamos viva o PT.
Quem se aliar ao PT nao ganha meu voto e nem da minha família
Eu te entendo, mas tem uns que vão subir no palanque e vão falar mal do pt. Vão perder mais do que ganhar. Assim como quem se aliar ao pt pode perder mais do que ganhar também. Acho que é melhor cada um cuidar dos seus e deixar o pt de lado.
Quem é o candidato do PT aqui em Tapera ???
“Eu fui espancada por ele [Coronel Ustra] ainda no pátio do Doi-Codi. Ele me deu um safanão com as costas da mão, me jogando no chão, e gritando ‘sua terrorista’. E gritou de uma forma a chamar todos os demais agentes, também torturadores, a me agarrarem e me arrastarem para uma sala de tortura”.
Uma das milhares de vítimas da ditadura militar, Amelinha Teles, descreveu assim seu encontro com Carlos Alberto Brilhante Ustra, conhecido como “Coronel Ustra”, o primeiro militar reconhecido pela Justiça como torturador na ditadura.
Ao programa Viva Maria, da Rádio Nacional da Amazônia, Amelinha contou como era o homem admirado por Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e citado pelo parlamentar durante seu voto a favor do impeachment de Dilma Rousseff, ontem (17), no plenário da Câmara dos Deputados.
“Ele levou meus filhos para uma sala, onde eu me encontrava na cadeira do dragão [instrumento de tortura utilizado na ditadura militar parecido com uma cadeira em que a pessoa era colocada sentada e tinha os pulsos amarrados e sofria choques com fios elétricos atados em diversas partes do corpo], nua, vomitada, urinada. O que é isto? Para mim, foi a pior tortura que eu passei. Meus filhos tinham 5 e 4 anos. Foi a pior tortura que eu passei”, disse a ex-militante do PcdoB.
O militar lembrado pelo parlamentar foi chefe-comandante do Destacamento de Operações Internas (DOI-Codi) de São Paulo no período de 1970 a 1974. Em maio de 2013, ele compareceu à sessão da Comissão Nacional da Verdade. Apesar do habeas corpus que lhe permitia ficar em silêncio, Ustra respondeu a algumas perguntas. Na oportunidade, negou que tivesse cometido qualquer crime durante seu período no comando do Destacamento de Operações Internas paulista.
Em abril de 2015, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, suspendeu uma das ações penais contra Ustra que tramitava na Justiça Federal em São Paulo. Atendendo a pedido feito pela defesa do militar, a ministra disse, na decisão, que suspendeu a ação pois era necessário aguardar o julgamento da Lei de Anistia pela própria Corte. O militar morreu em 15 de outubro de 2015 no Hospital Santa Helena, em Brasília. Ele tratava de um câncer.
Hoje, Amelinha integra a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e é assessora da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva. Para ela, a homenagem de Bolsonaro a um de seus torturadores pode ser o resgate de uma das páginas mais tristes da história do Brasil.
“O que significa essa declaração do deputado é que ele quer que o Estado brasileiro continue a torturar e exterminar pessoas que pensem diferente dele. Que democracia é essa que quer a tortura, a repressão às pessoas que não concordam com suas ideias?”.
Pelo que parece Amelinha gostou da tortura. Hoje apoia o comunismo.
E tem alguns ainda apoiando esses tipo de gente … bando de torturadores da direita querendo restabelecer o velho regime de ditadura.
Na verdade nossa cidade tem muitos sem noção apoiadores do Bolsomito que ele adoraria botar num pau de arara.
Coitada da Diuma e a Lula o que vai ser de nois sem o PT o Brasil não vai ser mais o mesmo agora vai acaba a vida boa o jeito é trabaia vão corta todos benefisio volta Diuma e lula.
Alguém sabe alguma coisa sobre a pesquisa eleitoral encomendada pela situação, parece que que o candidato escolhido pela situação implodiu, e o candidato da oposição tá igual, ou pior que o candidato da prefeitura. Pelo jeito o povo quer novidade frente aos candidatos apresentados, pois segundo uma fonte que teve abscesso a pesquisa o índice de rejeição aos nomes apresentados foi muito grande.