Guerra
Alguém ainda tem dúvida de que o governo e a polícia estão perdendo a guerra para a bandidagem? E de goleada. O que está acontecendo no Rio Grande do Sul é prova irrefutável disso. Quem já andava fechado, trancado, começa a se desesperar. Quero ver o final disso ai. Imposto é pago sem que haja o devido retorno. A segurança do contribuinte é Deus e a sorte.
Leis fracas e Justiça lenta e inoperante alimentam a impunidade dando coragem ao bandido que sabe que é ele quem está no comando.
Pobre de nós…
Ué?
Tu virou os arreios?
Tá contra o PMDB?
Votou no Tarso?
Atenção valentões.
De agora em diante vai ser assim:
Da coluna de Mônica Bergamo
Os dois empresários que gritaram palavrões, em junho, para o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, dizendo que ele era “ladrão”, “palhaço” e “sem-vergonha”, acabam de se retratar. Diante de queixa-crime por injúria, calúnia e difamação, eles procuraram o advogado do ex-ministro, José Roberto Batochio, e propuseram acordo. Mantega assinou ontem os dois pedidos de desculpas, concedendo aos empresários seu “perdão”, exigência da lei para que a ação judicial seja suspensa.
Marcelo Melsohn disse na retratação que estava no restaurante Trio, na Vila Olímpia, no dia 28 de junho, quando “irrefletidamente” ofendeu o ex-ministro. Afirma estar arrependido e diz reconhecer que Mantega é “probo, honesto e digno”. João Locoselli afirma que nada sabe sobre o economista que “possa desaboná-lo em sua vida pública”.
O PT adora defender bandidos, principalmente Maria do Rosário.
Esquecem de defender os cidadão de bem que trabalha,
Pelo jeito, é crime defender a verdade.
No Brasil o País da piada e da corrupção so presta quem é bandido, vagabundo e assassino, pessoa honesta não presta, é mais fácil punir, é menos perigoso. Eita Brasil véio, estamos mal representado que fiasco. Quero ver a hora que a casa cair da PTbras e ainda tem partidario que defende e da a vida defendendo pra não perder a teta.
Cuidado com a boca.
De agora em diante, vai ser assim:
Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram hoje (15) com queixa-crime contra o historiador Marco Antonio Villa, por conta de afirmações caluniosas proferidas por ele na edição de 20 de julho do Jornal da Cultura 2ª edição, onde é parte do elenco fixo de comentaristas. A ação é referente a apenas um dos recorrentes comentários caluniosos que o professor da Unesp (Universidade do Estadual Paulista) repete contra o ex-presidente no jornal noturno da TV pública do governo do Estado de São Paulo
No referido comentário, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”. O historiador deixou claro ainda que “quem está dizendo sou eu, Marco Antonio Villa”, embora não tenha apresentado sequer uma evidência das graves acusações que fez. Todas essas afirmações do historiador não condizem com a verdade e por isso foi a justiça foi acionada contra o historiador e comentarista político.
No texto protocolado na Justiça Estadual de São Paulo, a defesa de Lula aponta que as acusações de Villa incorrem em calúnia, injúria e difamação. “Essas afirmações foram emitidas sem qualquer elemento que pudesse respaldá-las”, diz a queixa-crime. “Nesse contexto, verifica-se que o querelado [Villa] passou longe de qualquer comentário jornalístico ou do dever de informar, e promoveu descabidos e rasteiros juízos de valor sobre o querelante [Lula] e, ainda, fez afirmações mentirosas sobre sua trajetória política, conduta e identidade”.
O comentarista aí de cima me parece ser advogado, pelas palavras e pela maneira como defende o suposto caluniado.
Não sou advogado, não defendi o Lula e o caluniado não é suposto.
Não sabe ler?
Outro valentão condenado:
Da coluna de Mônica Bergamo:
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado em primeira instância a indenizar em R$ 10 mil a colega Maria do Rosário (PT-RS), por danos morais, por ter dito que não a estupraria porque ela “não merece”.
A declaração foi feita em dezembro de 2014, no plenário. Um dia depois, Bolsonaro disse ao jornal “Zero Hora”: “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero. Jamais a estupraria”. A fala gerou pedidos de cassação de seu mandato.
Em sua defesa, o deputado mencionou a imunidade parlamentar e disse que não causou “danos indenizáveis”. As alegações foram rejeitadas mas ele pode recorrer da decisão da juíza Tatiana Dias da Silva, da 18ª Vara Cível de Brasília. Outro processo, por quebra de decoro parlamentar, tramita no STF (Supremo Tribunal Federal).