Seriedade
No Japão, o poder do imperador é limitado ao cerimonial, ficando o Estado sob o comando do primeiro-ministro. E este, em setembro, nomeou cinco mulheres para ocupar cinco ministérios. Agora, menos de 30 dias, as ministras da Indústria e da Justiça pediram demissão por uso indevido de dinheiro público em beneficio próprio. A imprensa – sem a ajuda da revista Veja – denunciou o escândalo. O primeiro-ministro nem precisou chamar as duas para pedir que saíssem. Elas mesmo pediram, visivelmente envergonhadas. O governo chamou a imprensa e pediu desculpas ao povo japonês, com o premier inclinando-se frente às câmeras de televisão. Tudo que nem no Brasil.
O que me surpreende é que nos países sérios, naqueles onde o “jeitinho” não acontece, as coisas andam, funcionam. Aqui, elas são acobertadas, o Supremo Tribunal Federal é questionado e os envolvidos tratados como heróis da nação. Pelo menos até a revista Veja descobrir os “rolos” e botar a boca no mundo.
O que será que o Japão (e o mundo) fala de tudo isso que vem acontecendo no Brasil?
Esperam que Leiam com atenção:
Recentemente encuquei com a quantidade de pessoas que julgo inteligentes e que estão declarando voto-protesto em Aécio “para mudar tudo isso aí”. Sempre que alguém me diz que “do jeito que as coisas estão não dá mais” me pergunto se essa pessoa nasceu e cresceu na Dinamarca e chegou no Brasil há alguns anos apenas. O que não dá mais exatamente? As coisas não estão ótimas, mas já foram imperialmente mais grotescas. Talvez tudo esteja melhor com exceção do trânsito nas capitais – e vamos combinar que trânsito na capital não é a rigor um problema do Governo Federal.
“Ah, mas a corrupção está insustentável”.
Como assim, meu amigo? A corrupção é esporte nacional desde que o tal Dom João aportou por aqui. Pode não ter melhorado, mas agora está aí para ser julgada e condenada, como de fato está sendo.
“O PT quer instalar a ditadura”, já escutei gente que sei que é do bem dizer.
Mas então me expliquem que tipo de ditadura demora 13 anos para ser instalada? E que ditadura mantém poderes independentes e uma Polícia Federal que investiga o pessoal da situação? Que ditadura manda para a cadeia alguns de seus líderes mais influentes? Que ditadura permite ser chamada de ditadura sem mandar prender quem falou isso?
Encucada, comecei a refletir sobre essas coisas. Raramente minhas reflexões acabam em lugares produtivos, mas, por dever moral, compartilho aqui o que meus dois neurônios concluíram.
A sensação de insatisfação é mundial. Recentemente, a Europa teve que escolher o novo Parlamento, votado pela população dos países da comunidade Europeia, e duas correntes saíram vitoriosas da eleição: as de extrema direita e as socialistas. Me parece um recado claro de que todos querem mudança.
Mas mudança do que? O que está pegando?
O que está pegando é a desigualdade social e o desemprego. O Brasil não vai mal em nenhum dos dois (desigualdade e desemprego diminuiram), mas a onda da mudança chegou aqui também.
Todos nós sabemos que um pouco de desigualdade faz parte do jogo, mas a desigualdade que vemos hoje é alarmante e dilacerante. E, com a quebradeira de 2008 e os altos níveis de desemprego na Europa e nos Estados Unidos, é natural – embora abominável – que a turma da extrema direita, a turma do nacionalismo, a turma do “volta pra casa imigrante de merda porque é por sua causa que estamos nessa situação” se agigante e saia elegendo seus representantes. A explicação para a catastófica situação de hoje não é, claro, o imigrante, mas situações limite tendem a tirar o pior ou o melhor do ser-humano; e no caso da extrema direita é sempre o pior.
Mas o que levou a economia mundial a esse ponto?
Vamos analisar o caso americano, o berço do neo-liberalismo, esse sistema tão idolatrado pelos psdbistas, e onde hoje quatrocentas pessoas têm mais dinheiro do que a riqueza de metade da população somada. Os parágrafos a seguir estão mais no estilo “economia para idiotas” (o meu caso precisamente), mas sigam comigo porque eu prometo levá-los até que completemos um círculo inteiro.
Setenta por cento da economia americana está no consumo, e quem sustenta o consumo de qualquer economia é sempre a classe média. Se a classe média para de consumir, a economia para de crescer. O salário de um trabalhador comum nos Estados Unidos não cresce desde os anos 70. Não cresce significa que o poder real de compra do salário não muda há 40 anos. Está estagnado há quase quatro décadas. E estagnado nem é a palavra correta. O trabalhador comum ganha menos hoje do que ganhava em 1970.
Em compensação, a produtividade só cresceu, e só faz crescer até hoje. Então: se o salário é o que o patrão dá ao trabalhador, e se produtividade é o que o trabalhador dá ao patrão a gente consegue entender onde foi parar essa diferença. É um gráfico simples que até eu entendo. Mais produtividade, mais lucro. Mais lucro sem aumentar o salário do trabalhador significa acúmulo de dinheiro nas mãos apenas daqueles que controlam os meios de produção (perdoem se aqui o discurso soa marxista, sei que isso assusta alguns, mas prometo não arrepiá-los pedindo que se instale o comunismo).
E o que o patrão fez com esse dinheiro acumulado? Em vez de devolver ao mercado, ele guardou. Guardou em ações, em capital especulativo — no mercado de capital enfim. É um dinheiro que não cria utilidade social, o que seria aceitável numa sociedade de iguais, e não é esse o caso. Em 1970 a diferença entre o que ganhava um trabalhador comum e o que ganhava o dono do negócio era de 40 vezes. Hoje essa diferença chega a ser 400 vezes maior. Não precisamos de muito mais para entender o tamanho da desigualdade.
No mesmo período, fortificou-se a ideia de que taxar o patrão não é um bom negócio porque ele é o cara que cria empregos e, afinal, precisamos de empregos. Então, impostos sobre os ricos só caíram. Um trabalhador comum nos Estados Unidos hoje paga em torno de 30% de impostos. Warren Buffet, uma das maiores fortunas do mundo, paga 11%.
(Pausa para que façamos a digestão).
Naturalmente até meus dois neurônios entendem que não é o empresário que cria emprego. Quem cria emprego é o consumidor. O empresário não acorda de bom humor numa sexta-feira ensolarada e diz: “Que dia lindo! Vou criar vinte empregos hoje!” Ele, aliás, de uma forma geral só cria emprego em caso de última necessidade, e de não poder mais sobrecarregar o funcionário com tarefas extras porque o cidadão está esgotado. Se alguém auto-denomina “criador de empregos” ele está apenas fazendo uma declaração de poder e de status, nada além disso.
O centro do universo econômico é o consumidor e não o empresário como gosta de pensar o neo-liberal. E toda a história de prosperidade econômica de uma comunidade é uma história de investimento social. Investimento nas classes mais baixas, e em coisas básicas como educação – gratuita e de qualidade. Se querem um exemplo de investimento social fiquemos com a Coreia do Sul porque assim poupo vocês de falar de Cuba e não perco leitores.
Aqueles que insistem com o discurso da divindade do livre mercado ainda não se deram conta de que livre mercado nunca existiu porque o governo, qualquer governo, sempre regulou mercados. O problema americano é que, desde o neoliberalíssimo Ronald Reagan, os mercados passaram a ser regulados de forma a atender os interesses dos muito ricos apenas. Uma regulação mão-leve, vista-grossa, uma regulação que protege o opressor e não o oprimido.
Outra atitude tomada por Reagan foi o fim dos sindicatos. A economia americana hoje quase não tem sindicatos. E sem eles não há quem lute por reajustes salariais para o trabalhador, por isso a estagnação do poder real de compra do dólar por quarto décadas a despeito de tudo mais continuar a subir – casa, alimentação, saúde etc etc.
O que fez o trabalhador americano tendo que continuar a gastar com casa, alimentação, saúde e educação mas ganhando rigorosamente o mesmo salário por gerações? Se endividou. Gastou no cartão, fez empréstimos e, ainda mais cruel, acumulou empregos, trabalhando muitas vezes em dois ou três. Que custo isso tem para uma sociedade? Para as relações? Para as famílias? Sem dinheiro e tendo que trabalhar por horas sem fim as pessoas não se cuidam, não se relacionam decentemente, não criam filhos decentemente, não se alimentam decentemente. O diabo da economia capitalista é que, no fim, todo esse drama entra na conta como crescimento: médicos, remédios, psicólogos, mortes…
Não é preciso ser um gênio para etender que se a produtividade aumenta, o salário também precisa aumentar. Não apenas porque é legítimo e moral, mas porque se o salário aumenta, o trabalhador compra mais, e se ele compra mais a empresa cria mais empregos, e se a empresa emprega mais e fatura mais, ela paga mais impostos. E se ela paga mais impostos o governo ganha mais e investe mais em social e em educação e a economia cresce. Se em alguma dessas etapas o giro é interrompido para que alguma das partes possa acumular capital, a economia trava e a desigualdade aumenta.
Isso chamamos de neo-liberalismo: o mercado quase sem regulação federal, pouco ou nenhum investimento social, capital acumulado na mão daqueles que controlam os meios de produção.
O modelo neo-liberal, o modelo do PSDB, não prevê investimentos sociais (vamos apenas lembrar que o PT fez o Minha Casa Minha Vida, o Luz Para Todos, o ProUni e ampliou o Bolsa Família que era um programa nanico e anêmico durante os anos FHC), não prevê força sindical, não prevê taxação maior aos ricos, não prevê regulação mais forte do mercado em benefício das classes mais baixas.
O modelo PSDBista é uma cópia do modelo falido americano, e para que saiamos da abstração o melhor exemplo talvez seja a Cantareira e a falta de água em São Paulo. Quando a administração estadual decide não reformar o sistema que grita por melhorias para privilegiar a distribuição de dividendos a acionistas temos, na prática, o neo-liberalismo ferrando o social. Estamos sem água, mas os acionistas estão com seu lucro no bolso.
O modelo PTista, ao investir no social, mudou a cara do Brasil na última década. Fez ascender uma multidão de pessoas ao mercado consumidor, girou a economia, pagou o FMI, deu status ao país lá fora, diminuiu desigualdade, desemprego, tirou o Brasil do mapa mundial da fome, fortaleceu a Petrobrás (Ah, por favor. Sem essa de escândalo de corrupção. Está tudo aí, sendo investigado etc e tal. Veja apenas quanto valia a empresa com FH e quanto vale hoje).
Em outra palavras: você investe no social e nas classes mais baixas, todos ganham. Você investe no empresário, apenas o empresário ganha e a desigualdade aumenta.
Nem é preciso recorrer aos indicadores para que entendamos isso. Com 13 anos de investimentos sociais feitos pelo PT pergunte-se se algum de seus amigos que já eram ricos ficaram menos ricos. Não os meus. Quem era rico ficou ainda mais rico porque se mais gente passa a frequentar o mercado consumidor, se mais gente se educa e vive com um mínimo de decência, os donos dos meios de produção ganham ainda mais. A diferença é que agora o empresário pode viajar de avião ao lado do faxineiro da firma. É um exemplo tosco, mas vale por ser verdadeiro.
Eu sei, ainda estamos muito longe do ideal, mas não se muda 500 anos de tropeços e costumes deploráveis e desvios e sonegações em 12. É preciso mais tempo. É preciso mais investimento social. Mas estamos evoluindo, e uma administração neo-liberal interromperia todo esse processo.
É isso o que estaremos escolhendo no dia 26.
Não se trata de optar entre aqueles que fizeram o Mensalão ou aquele que construiu aeroporto particular com grana pública e empregou parentes em seu governo. Não se trata de escolher entre o “menor dos delitos”, ou em “alternar poder”. Não se trata de escolher entre o azul e o vermelho, entre o bom e o mau, entre o que fala bem e o que fala aos trancos, entre o filhinho de papai e a guerrilheira. Se trata de escolher um modelo de país. De optar entre o investimento no acionista ou o investimento no social. Entre a proteção ao dinheiro do rico ou à dignidade do pobre. É disso que se trata o dia 26.
Letícia Sabatella denuncia manipulação de imagens
Acabo de assistir, com muita indignação, um vídeo de propaganda política pró candidato Aécio Neves, utilizando imagens de vários atores que haviam sido feitas pra campanha do Gota D’água, contra a realização da Usina de Belo Monte, em defesa das populações e das áreas atingidas, naquela região. Eu quero deixar bem claro, que isto é um roubo, um desrespeito. Eu não vou votar em Aécio Neves! Nenhum daqueles atores deram sua autorização para constar suas imagens e depoimentos, descontextualizados, naquele vídeo de propaganda pró
PSDB! Trata-se de uma enorme MENTIRA!
Quem puder , por gentileza, compartilhe. Grata.
Leticia Sabatella
Dilma Rousseff, com orgulho
Ninguém pode contestar que atingimos a menor taxa de desemprego da história recente do país, uma das menores do planeta, apesar da crise internacional
Ainda adolescente torci pela legalidade com Jango e fiz parte da resistência à ditadura militar, depois participei da campanha das Diretas, fui cabo eleitoral do Brizola, lamentei a eleição de Collor. Em seguida, sem Brizola, passei a votar no Lula. Agora voto na Dilma. Com muita convicção.
Todos os candidatos à Presidência da República sempre prometem governar para os mais pobres e nenhum deles jamais cumpriu. Dilma e o PT prometeram e cumpriram. Com resultados inéditos e expressivos.
Todos os candidatos sempre prometem combate à corrupção, mas nunca fazem nada. Dilma e o PT tiveram correligionários e amigos investigados, julgados, condenados e punidos. Nunca vi um governo deixar fluir os preceitos republicanos e democráticos como faz o PT, mesmo em detrimento de seus pares. Dilma e o PT aceitaram as punições, não tomaram nenhuma atitude concreta contra, apenas emitiram suas opiniões a respeito das condenações. E o combate à corrupção sempre esteve presente nesse governo. Basta ver a autonomia da Polícia Federal.
O verdadeiro desenvolvimento, a meu ver, está no nível de emprego e no poder aquisitivo das populações mais carentes. Ninguém pode contestar que atingimos a menor taxa de desemprego da história recente do país, uma das menores do planeta, apesar da crise internacional. Também é incontestável que o poder aquisitivo da população de baixa renda subiu consideravelmente no período de governo do PT. E, para mim, ética é, antes de mais nada, jamais ignorar quem sofre.
Além disso tudo, a nossa imagem no plano internacional nunca foi tão positiva. Aquela nossa velha subserviência aos Estados Unidos acabou. Nossas contas internacionais estão melhores do que nunca. Agora temos crédito. Nunca tivemos. Dilma atravessou a ditadura, venceu a tortura, o exílio, um câncer, é e sempre foi uma senhora trabalhadora, uma guerreira, mãe e avó, tem 66 anos, tem firmeza e doçura, é mulher. A primeira mulher a ser eleita presidente do Brasil.
Por tudo isso merece, no mínimo, o respeito de todos, especialmente dos seus opositores. Admiro profundamente a nossa presidente da República e estou torcendo para que tenhamos uma eleição mais pacífica, menos violenta e, principalmente, com um pouco mais de elegância. Sou Dilma. Com orgulho e muito carinho por ela e pelo nosso povo
Ator da Globo Herson Capri
“Se Dilma continuar, o Brasil vai virar uma Argentina”
Em 1989, o empresário Lawrence Pih, dono do maior moinho de trigo da América Latina, o Moinho Pacífico, surpreendeu seus pares ao declarar voto no então candidato Lula. Aos 72 anos, Pih diz que rompeu com o PT após a crise econômica, em 2008, por questões ideológicas. Em entrevista à DINHEIRO, na quarta-feira 1º, em seu escritório, em São Paulo, o empresário chinês se mostrou preocupado com o futuro do País e afirmou que votará na oposição nesta eleição.
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“Se Dilma continuar, o Brasil vai virar uma Argentina”
Em 1989, o empresário Lawrence Pih, dono do maior moinho de trigo da América Latina, o Moinho Pacífico, surpreendeu seus pares ao declarar voto no então candidato Lula. Aos 72 anos, Pih diz que rompeu com o PT após a crise econômica, em 2008, por questões ideológicas. Em entrevista à DINHEIRO, na quarta-feira 1º, em seu escritório, em São Paulo, o empresário chinês se mostrou preocupado com o futuro do País e afirmou que votará na oposição nesta eleição.
03/10/2014 20:00
// Por: Cláudio Gradilone e Luís Artur Nogueira
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Lawrence Pih, empresário
Lawrence Pih, empresário ( foto: Masao Goto Filho / Ag/ Istoé)
Qual deve ser a prioridade na economia brasileira?
Tratar com mais cuidado das contas públicas. É preciso apoiar os três pilares da nossa economia, que são o superávit primário, a meritocracia e o câmbio flutuante.
O sr. acha que, numa eventual reeleição de Dilma, não haveria comprometimento com esse tripé econômico?
Não. Pelo histórico dos quatro anos, não há indícios de que esses pilares serão abraçados. Temos uma meta de superávit primário de 3,1%, mas, infelizmente, não vai chegar nem a 1%. É errado ter superávit primário deficitário, como vem ocorrendo nos últimos meses. As contas fiscais estão bastante frágeis.
O sr. teme que o País possa perder o grau de investimento pelas agências de classificação de risco?
Com certeza. Se continuar assim, perderemos o grau de investimento. Haverá um corte na nota nos próximos seis meses. E daí a coisa complica, porque muitos investidores serão obrigados a vender os títulos da dívida brasileira.
A inflação está beirando o teto, o PIB cresce pouco e as contas públicas estão deficitárias. Haverá ajustes, independentemente de quem vencer, certo?
O mercado vai impor os ajustes. E sabemos que, quando o mercado impõe, os custos são sempre maiores. Quando você diz que a inflação está beirando 6,5%, eu contesto isso. Eu acho que a inflação real está mais perto de 8% a 9%, pois há um monte de preços represados. Se não tivesse represamento de tarifas de energia, ônibus, combustível, estaria mais perto dos 8%. Não posso aceitar essa tese porque a inflação é artificial. Não é controle, é supressão.
O sr. acha que estamos passando por um processo de “argentinização”?
Se Dilma continuar, o Brasil vai virar uma Argentina, sem dúvida. E a minha grande preocupação é que, depois da Argentina, sejamos uma Venezuela.
Uma eventual vitória da oposição, com Aécio ou Marina, seria uma maneira de reverter esse processo?
Eu diria que, num primeiro momento, estancar. As correções que devem ser feitas são enormes.
Dá para resolver tudo em quatro anos?
Não conserta tudo, mas dá para começar. É verdade que a crise mundial em 2008 não ajudou a economia, mas, de lá para cá, a intervenção do Estado tem criado uma situação cada vez mais difícil para nós.
A intervenção estatal excessiva inibe o setor privado?
Com certeza. Quando as regras não são claras, o governo é pouco previsível e há insegurança jurídica, o capital foge. A partir da segunda metade do mandato do Lula, senti nitidamente um viés ideológico. Por isso, rompi com ele. O Bolsa Família, por exemplo, é importante – e isso é inegável. Resgatou da miséria uma parte importante da população. A questão que nunca devemos esquecer é como financiar isso. E como criar portas de saída do programa.
O papel do BNDES está correto?
Usar o BNDES, assim como o Banco do Brasil e a Caixa, é um instrumento que o governo tinha para bancar os empréstimos. Entretanto, se for olhar com cuidado, os financiamentos se restringem aos mesmos players, com grande quantidade de recursos concentrados em mãos de poucas empresas. E como é um crédito subsidiado, todo mundo quer, mas nem todo mundo tem acesso.
É justa a crítica de que o BNDES escolhe os campeões da economia?
Primeiramente, como definir o campeão? O critério é técnico ou político? Pelo visto, tem um conteúdo político. Não digo em todos os financiamentos, mas em alguns.
O sr. teme que, se reeleita, Dilma Rousseff não terá coragem para colocar a economia nos trilhos?
Não é coragem. O problema da Dilma é a ideologia. Ela tem certeza de que o modelo chinês funciona no Brasil. E não funciona. Primeiro, porque o regime na China é autoritário. Não tem Congresso para negociar. Além disso, é uma sociedade cooperativista, não individualista. Aqui, no Brasil, há 3,5 milhões de ações trabalhistas por ano. Lá, na China, isso só é permitido quando o governo autoriza.
Como estará a economia brasileira em 2018, em caso de reeleição de Dilma?
Estaremos numa situação muito difícil. Não veremos as reformas de que precisamos, a começar pela reforma política, a tributária, trabalhista e a da previdência.
Como estará o seu setor daqui a quatro anos?
Depende do câmbio. As empresas mais cautelosas fazem o hedge, mas, com os juros primários altíssimos, o custo também é altíssimo. Porque o custo é volatilidade mais o custo do dinheiro. E os dois são altos. Quando o câmbio desanda, sou obrigado a repassar os custos quase de forma imediata. Mas, no fundo, o que o empresário quer é previsibilidade. Não importa se o câmbio é R$ 2 ou R$ 4. O que queremos é que ela seja mais previsível. Quando não há regras claras, fica difícil fazer qualquer previsão.
O sr. já disse que votará na Marina no primeiro turno. E se o Aécio for para o segundo turno com a Dilma?
Irei apoiá-lo. O Armínio Fraga, que o Aécio já designou como ministro da Fazenda, se eleito, é uma pessoa que tem um sólido conhecimento de economia e fará uma gestão muito boa. O pessoal do PSDB me impressiona muito bem.
O sr. já esteve alguma vez com a presidenta Dilma Rousseff?
Não, nunca estive interessado em conversar com ela. E nem o Lula me procurou para saber por que eu mudei de lado. Eles não se preocupam em saber por que deixei de apoiar o PT porque, no íntimo, sabem muito bem.
Como está o humor dos investidores estrangeiros em relação ao Brasil?
Muito negativo. Um monte de colegas está a ponto de retirar o capital daqui. Tanto que o câmbio subiu para R$ 2,48. Daí haverá controle de capital.
O sr. se considera pessimista com o Brasil?
Não sou pessimista, sou realista. Se fosse pessimista, não seria empresário. Se fosse pessimista, seria funcionário público.
A lista de apoiadores não para de crescer! Agora foi Caetano Veloso quem declarou seu voto na presidenta Dilma. No dia 26, é 13! ;D
Lucas Oliveira Nosso estado já deu seu recado, é o fim de um tempo hostil… Quem perdeu nessa terra mineira, não fará nada pelo Brasil! O estado foi sucateado, nem saúde nem educação… Liberdade mesmo que tardia, pra orgulho da nossa nação! Em Minas Gerais! Em Minas Gerais! Quem te conhece não vota Jamais, em Minas Gerais! O mineiro conhece Aécio, foram anos e anos de horror… Foi a era da “imprensa calada”, a tragédia do trabalhador… Professores, 3 meses em greve, o salário o pior do Brasil… Mas dinheiro para propaganda, sempre houve, sempre existiu… Em Minas Gerais! Em Minas Gerais! Quem te conhece não vota Jamais, em Minas Gerais! Aqui é 13 uai! Quem conhece Aécio, não vota jamais!
Revista Fórum
Se a intenção da atriz norte-americana Lindsay Lohan era impulsionar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) à presidência do Brasil, o resultado foi justamente o inverso. Ontem (21), a artista declarou apoio ao tucano em seu perfil oficial no Twitter. “Eu apoio a candidatura presidencial de @AecioNeves. Sua plataforma levará mudanças positivas no Brasil”, escreveu junto com uma foto do candidato.
Poucas horas depois, ela apagou o post, mas a repercussão foi inevitável. Ao usar a hashtag de uma agência, Lindsay levantou a suspeita de que havia sido paga pela declaração. No mesmo dia, a modelo Naomi Campbell também exaltou o candidato brasileiro nas redes sociais, com uma foto idêntica à divulgada por Lindsay. A empresa HollywoodTV Brasil confirmou à imprensa que foi tudo uma ação de marketing, mas negou que tivesse dinheiro envolvido.
Não demorou muito para que o TMZ, principal site de entretenimento dos Estados Unidos, pegasse carona na história. A página destacou o apoio de Lindsay Lohan a Aécio Neves, com a manchete “Meu candidato à presidência tem um helicóptero cheio de cocaína”. De acordo com o TMZ, a atriz teria dito que seus “contatos” no Brasil gostam do candidato do PSDB. A reportagem ainda dizia: “Aqui está o que os 8,5 milhões de seguidores de Lindsay precisam saber. Neves é dono de uma empresa que possui um helicóptero que foi apreendido pela polícia federal… apreendido porque estava carregando 4,5 TONELADAS de cocaína. Não está claro se Lindsay apoia Neves porque ele é um cara legal ou porque apenas organiza uma boa festa”.
Vale observar que o TMZ se enganou na quantidade de pasta base de cocaína – não foram 4,5 toneladas, mas 450 quilos, e também em relação à propriedade do helicóptero, que não é de Aécio Neves, e sim a membros da família Perrella, aliados do tucano em Minas Gerais.
Nos comentários do site, vários americanos disseram esperar que o Brasil escolha o candidato oposto ao de Lindsay Lohan e fizeram piada sobre o assunto. A atriz, que tem histórico de dependência em álcool e drogas, se tornou mais uma vez, protagonista de polêmicas dos tabloides hollywoodianos.
A ECONOMIA BRASILEIRA INDO PARA O BELELEU
Depois de serem suspensas temporariamente pela Justiça, as 167 demissões na fábrica de colheitadeiras e plantadeiras da John Deere, em Horizontina, serão efetivadas. Os desligamentos foram confirmados nesta quarta-feira após a empresa e representantes dos trabalhadores negociarem indenizações e chegarem a um acordo em audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Porto Alegre.
Essas demissões só representam a situação atual da nossa economia, onde até o setor que mais cresceu (agricultura) está mal a esse ponto. Esse partideco chamado PT é o único responsável pela perda destes postos de trabalho.
No total, 62% da população avaliaram a gestão como boa ou ótima – mesmo índice registrado em setembro pela pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, que teve o último levantamento de 2012 divulgado hoje (14). A estabilidade na avaliação se manteve também no que se refere ao percentual de pessoas que consideram o governo regular (29%) e ruim/péssimo (7%).
Verônica Pragana, Revista Fórum
Imagine uma comunidade que, ao longo de 12 anos, passou a ter acesso à água potável para beber e produzir alimentos (água de comer), recebeu eletricidade, as casas deixaram de ter chão batido e o piso ganhou cerâmica, os homens e mulheres têm acesso a crédito para ampliar a criação de animal e reforçar o plantio de culturas de sequeiro (milho, feijão e mandioca plantados no inverno) e para se deslocar não dependem apenas de um jumento ou cavalo, podem contar com a rapidez de uma moto ou carro. Esta situação é realidade não apenas para uma, mas para milhares de comunidades rurais cravadas no Semiárido brasileiro.
Nesta terça-feira (21), pela manhã, mais de 50 mil pessoas, que vivem em comunidades rurais com essas e outras conquistas, localizadas em todos os estados do Nordeste e mais Minas Gerais, vieram a Juazeiro e Petrolina, no Sertão do São Francisco. Todos manifestaram, através da ocupação pacífica das ruas e praças, a mudança que suas vidas passaram. A multidão também mostrou que não aceita mais retrocessos com relação às políticas públicas direcionadas para a agricultura familiar na região semiárida.
“A partir de Lula, foram tantas conquistas que é difícil falar.” Esta foi a primeira frase dita por seu Felizvaldo Pereira Lima quando questionado sobre as mudanças ocorridas nos últimos 12 anos na comunidade rural onde mora e na sua vida. Agricultor familiar agroecológico, como fez questão de ressaltar, assentado da reforma agrária e líder sindical, seu Felizvaldo percorreu de ônibus mais de 1.260 km para chegar em Juazeiro, na Bahia. Ele mora e produz na agrovila Recreio, no município de Sobral, no Ceará. A sua viagem foi longa pelo Semiárido adentro até chegar em Juazeiro para participar com alegria do ato público.
Organizada pelos movimentos sociais que lutam pelo fortalecimento da agricultura familiar no Semiárido, a manifestação também levou à Petrolina a candidata Dilma Rousseff, a ministra Tereza Campello, do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e do ex-ministro Miguel Rossetto, do Ministério de Desenvolvimento Agrário, além do ex-governador da Bahia, Jacques Wagner.
Fernanda Gomes Barbosa Maravilhosa! Minas Gerais está com você, porque quem conhece não vota em Aécio! #Dia26EuVotoDilma13!
Olha que música linda o Fredi Bessa fez para nossa ♥ Valente! Emocionante!
“Votar Dilma é plantar mais um pouquinho de amor não só no Brasil, mas no mundo todo!”
Quanta gente!
Tem gente de montão nesse mundão
São 7 bilhões de corações
Isso sem contar os animais
Que também tem coração
Tem tudo o que é tipo de gente por aí
Tem careca, cabeludo, tem quem não gosta de abacaxi
Tem baixo, alto, gordo, magro, preto, branco e marrom
Tem menina que não gosta de batom
Tem gente que reza pra Jesus
Tem gente que se alimenta de luz
Tem artista, jornalista, médico e pajé
E tem até gente com 6 dedos no pé
Mas o que será que une toda essa gente então?
Ora, tem todos um coração
E tem pé, tem mão e tem cabeça e tem razão
Tem medo, dor de barriga, febre, lumbriga, tem dedão
Todos têm infância, todos têm imaginação
Todos são humanos, por definição
Todos tem os mesmos ancestrais
Que viveram há muito tempo atrás
Toda essa gente olha para o mesmo céu
Todos gostam de mel
Todos vivem num planeta pequenino
Circulando uma estrelinha
Bem no meio do infinito
E tem uma menina que quer crescer em um mundão
Em que todos, todos, todos tenham amor no coração
E se cuidem e se gostem e se amem e se mostrem
Pois é bem verdade, no fundo somos todos irmãos.
médico Bruno Pedralva, de Minas Gerais, fala dos problemas enfrentados pela população e pelos profissionais no sistema de saúde do estado nas gestões tucanas.
“Não tenho dúvida nenhuma que Dilma é muito melhor para a saúde do povo brasileiro”, afirma.
A presidenta Dilma participou de caminhadas, hoje (22), em Uberaba (MG) e Duque de Caxias (RJ), onde recebeu o carinho e o apoio da população.
Em Minas, Dilma destacou que nessa eleição está em jogo o futuro do País e garantiu que defenderá as conquistas dos brasileiros.
“Nós sabemos quem é que no passado conseguiu bater o recorde de desemprego. Em 2002, só ganhamos da Índia, que desempregou 41 milhões. Naquele ano foram desempregados 11 milhões de brasileiros. Está em jogo o salário mínimo, que o candidato deles a ministro da Fazenda acha alto demais. Nós não vamos admitir, nem permitir que o Brasil volte pra trás em suas conquistas”, ressaltou.
PELAS MULHERES
Em caminhada pelas ruas de Duque de Caxias (RJ), Dilma reforçou a luta pelos direitos das mulheres e o combate à violência. Ela falou da prioridade que as políticas sociais deram para as brasileiras.
Segundo Dilma, elas são maioria entre as beneficiárias do Pronatec, do Prouni, do Minha Casa, Minha Vida e entre as microempreendedoras individuais. Como proposta para o próximo mandato, a candidata falou de construir uma Casa da Mulher Brasileira em cada capital.
“O grande nosso projeto é a Casa da Mulher Brasileira, onde vamos concentrar todos os órgãos do Legislativo, Executivo e Judiciário de combate a violência. A mulher tem de ter reforçada sua autonomia, por isso são maioria dos programas sociais”, afirmou.
Dilma recebeu como homenagem uma faixa de combate à violência contra as mulheres, que ela considerou “tão importante quanto a faixa presidencial”. O presente foi entregue por integrantes da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.
No programa do Aécio ele só diz que vai manter o que Dilma está fazendo. Não apresenta nenhuma proposta nova. O eles querem é poder. e Aquela Marina uma cargo, por que sabe que no governo da Dilma não vai ter mais. Se prefere ficar do lado de quem fez o Brasil andar pra trás vote no Aécio, mas tu como eu sabe que Dilma s[ó foi pra Frente e não devemos retroceder. Quem estiver indeciso ainda deve repensar.
EJAM SÓ
VAI QUE COLA
Que o tucano Aécio Neves gosta de farra todo mundo já sabe, agora transformar um comício numa festa de Réveillon é apelação.
É que o presidenciável realizou um comício ontem (22), em Belo Horizonte, e numa tentativa de inflar o ato político, o deputado federal e presidente do PSD, Índio da Costa, postou imagem do portal G1, feita na festa da virada de 2011, na Praça da Estação, como se fosse uma foto do evento.
Desatento, Índio, que foi vice na chapa de José Serrá, esqueceu-se de um pequeno detalhe: a quantidade de pessoas da foto é 25 vezes maior do que o público presente ao evento de Aécio.
#NãoColou!
AI AQUI OS ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO QUE FORAM UMA CONSTANTE NO GOVERNO DOS PETRALHAS, ISSO É O QUE SABEMOS, MAS DEVE TER MUITO MAIS PODRE
01) Escândalo do PETROLÃO
02) Caso Celso Daniel
03) Caso Toninho do PT
04) Escândalo dos Grampos
05) Contra Políticos da Bahia
06) Escândalo do Propinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)
CPI do Banestado
07) Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
08) Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
09) Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
10) Irregularidades do Fome Zero
Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
11) Escândalo do Ministério do Trabalho
Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
12) Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
13) Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queiroz)
14) Operação Anaconda
Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
15) Caso José Eduardo Dutra
Escândalo dos Frangos (em Roraima)
16) Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
17) Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
18) Expulsão dos Políticos do PT
19) Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
20) Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
21) Escândalo da ONG Ágora
22) Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
23) Caso Henrique Meirelles
24) Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
25) Caso Cássio Caseb
26) Caso Kroll
27) Conselho Federal de Jornalismo
28) Escândalo dos Vampiros
29) Escândalo das Fotos de Herzog
30) Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
31) Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
32) Caso Antônio Celso Cipriani
Irregularidades na Bolsa-Escola
33) Caso Flamarion Portela
34) Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
35) Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
36) Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
37) Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
38) Escândalo do IRBEscândalo da Novadata
39) Escândalo da Usina de Itaipu
40) Escândalo das Furnas
41) Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
42) Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
43) Escândalo da Secom
44) Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
45) Escândalo do Valerioduto
46) Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
47) Escândalo da CPEM
48) Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
49) Caso Marka/FonteCindam
50) Escândalo dos Dólares na Cueca
51) Escândalo do Banco Santos
52) Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
53) Escândalo da Interbrazil
54) Caso Toninho da Barcelona
55) Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
56) Caso dos Dólares de Cuba
57) Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)
58) Escândalo da Nossa Caixa
59) Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
60) Escândalo das Cartilhas do PTEscândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
61) Escândalo do Proer
62) Escândalo dos Fundos de Pensão
63) Escândalo dos Grampos na Abin
64) Escândalo do Foro de São Paulo
65) Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
66) Escândalo do Mensalinho
67) Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
68) Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
69) Crise da Varig
70) Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
71) Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
72) CPI da Imigração Ilegal
73) CPI do Tráfico de Armas
74) Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
75) Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
76) Operação Confraria
77) Operação Dominó
78) Operação Saúva
79) Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
80) Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
81) Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
82) Escândalo dos Grampos no TSE
83) Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)
84) ONG Unitrabalho
85) Escândalo dos Fiscais do IBAMA do Rio de Janeiro
86) Caso Pinheiro Landim
87) Crise no Setor Aéreo
88) Caso Rosemary
89) Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão)
90) Operação Navalha
91) Operação Xeque-Mate
92) Operação Moeda Verde
93) Caso Renan Calheiros
94) Operação Sétimo Céu
95) Operação Hurricane II (também conhecida Operação Furacão II)
96) Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela)
97) Operação Hurricane III (também conhecida Operação Furacão III)
98) Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras)
99) Escândalo do Corinthians (ou caso MSI)
100) Escândalo na Copa do Mundo 2014 (Foi isento pelo PT aproximadamente 1,1 Bilhão de impostos para a FIFA
Dinheiro sujo do Pronaf, governo Dilma, foi usado para campanhas eleitorais do PT no RS
No dia 2 de outubro o editor postou a informação a seguir em primeira mão. Já se passaram 20 dias e até agora os mandatos de busca e apreensão expedidos pela Justiça não foram cumpridos, tudo para não fazer marola nas eleições de Dilma e Tarso Genro, o que tem causado enorme desconforto na Polícia Federal. O coitus interruptus saiu pelas mãos do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, o Engavetador da República de Dilma e Tarso
O dinheiro do Pronaf foi desviado sob as barbas do ministro do MDA, o gaúcho Pepe Vargas, que aparentemente agiu em conjugação com o deptado Bohn Gass e outros líderes do PT, tudo para financiar campanhas eleitorais no RS.
elo menos 60 agentes da Polícia Federal deslocaram-se para Santa Cruz nessa segunda-feira, 29, e acabaram tendo que retornar a Porto Alegre sem cumprir mandatos de busca e apreensão envolvendo interesses do MST.
Trata-se de um inquérito que envolve parlamentares com foro privilegiado, como é o caso do deputado Elvino Bohn Gass, PT do RS. O inquérito tem a ver com verbas federais do Pronaf. O recuo obedeceu ordens expressas vindas de Brasília, do governo Dilma Roussef, do PT. A operação foi desativada depois de tensas negociações.