Saiba a qual classe econômica você pertence
A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) criou o Critério de Classificação Econômica Brasil para que as pessoas saibam a qual classe econômica elas pertencem. Faça o teste em: http://www.terra.com.br/economia/infograficos/teste-classe-economica/.
“Aécio Brasil”: na rede para combater o lulopetismo.
Amigos e apoiadores do senador Aécio Neves, candidato tucano para derrotar o lulopetismo, dispõem de um novo espaço na internet para consulta e participação. É “Aécio Brasil”, que já faz sucesso no Twitter e no Facebook.
O portal foi inaugurado hoje e traz notícias, histórias e imagens do senador e família, inclusive do ex-presidente Tancredo Neves, seu avô, a quem acompanhou desde a juventude.
Em frente. Que Aécio consiga nos livrar da praga petista.
Postado por Orlando Tambosi às 21:22 0 comentários Links para esta postagem
Será que o texto não é claro? Não está escrito que foi a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) quem fez a pesquisa? Quem é o bocó? Purfa…
De O Globo:
O operador do mensalão Marcos Valério (foto abaixo), preso na Papuda e condenado a 40 anos de prisão no processo do mensalão, prestou depoimento em janeiro à Policia Federal, e foi questionado sobre um encontro que ele diz ter tido com o ex-presidente Lula, em 2003.
Foi a primeira vez, depois da condenação, que Valério foi intimado a fornecer detalhes da suposta reunião relâmpago. Valério, desta vez, manteve-se em silêncio e não colaborou com as investigações.
O operador foi ouvido no Distrito Federal por meio de carta precatória expedida pela PF em Minas, que, em outro inquérito, apura se o ex-assessor especial da Presidência, Freud Godoy, recebeu dinheiro da agência de publicidade de Valério e depois repassou ao ex-presidente.
Os dois inquéritos sobre o suposto envolvimento de Lula com o esquema ainda estão em abertos em Minas, nenhum deles com previsão de conclusão. Lula sempre negou com veemência tal encontro.
Leia mais em Valério se cala em depoimento sobre suposto encontro com Lula
A pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (18) revela que aumentou a avaliação negativa de Dilma Rousseff (PT) e caiu a avaliação positiva da presidente. A avaliação positiva de Dilma caiu dos 39% verificados na última pesquisa para 36,4% nesta nova sondagem. Já a avaliação negativa da presidente aumentou, dos 22,7% da pesquisa feita em novembro para 24,8%. A pesquisa entrevistou 2 mil eleitores em 137 cidades de 24 estados. A presidente Dilma também teve queda da sua aprovação pessoal no período. A aprovação foi de 55% e a desaprovação, de 41%. Na pesquisa de novembro, ela teve 58,8% de aprovação e 38,9% de desaprovação pessoal
Marco Villa faz um retrospecto do golpe civil-militar de 64, que completará 50 anos no próximo mês. Diz que a ditadura durou bem menos de 21 anos e faz bem em frisar que tanto a esquerda quanto a direita não tinham qualquer apreço pela democracia. A esquerda quer romper os segredos da ditadura, mas se recusa a confessar os seus, principalmente os crimes cometidos pelos grupelhos da luta armada, que queriam implantar no Brasil uma ditadura comunista. Enfim, o que houve, segundo Villa, foi um “golpe à brasileira” – sem similar no mundo. Quanto aos perigos que rondam a nossa frágil democracia, não temo um “golpe militar”, mas não digo o mesmo do Partido Totalitário, capaz de tudo para se manter no poder. Segue o texto, publicado no Estadão:
A imprensa diante da delegacia que está cuidando do caso da morte do cinegrafista da Band teve um dia movimentado ontem.
Apareceram por lá uma legião de Black Bostas… QUATRO para ser exato. Foram à delegacia em busca dos 15 segundos de fama, e como não poderia deixar de ser, fizeram a presepada habitual que essa molecada burra movida a muita fumaça de bosta de cavalo que estamos carecas em ver.
A Mada Fadrinha do PeTer Pan, uma babacóide ativistazinha de merda metida a bocuda passou a enfrentar os repórteres, chegou a xinga-los de carniceiros, a pressão aumentou mesmo quando um bunda mole babaca ameaçou o cinegrafista da Band dizendo que o próximo a morrer seria ele.
Bem, deu merda, o colega do cinegrafista morto após ser ameaçado de morte partiu para cima do “ativista” e sentou a porrada nele, dai para frente as imagens foram patéticas.
O machão da boca grande após levar uma bela “camerada” na cabeça começou a se esconder atrás das duas “moças” que estavam no gigantesco grupo de QUATRO manifestantes solidários com o assassino de Santiago Andrade.
A coisa só não ficou pior pq o “ativista” amarelou bonito enfiou o rabo entre as pernas e se começou a tentar escapar de mais um merecido corretivo, claro que e o povo do deixa disso entrou em ação…senão…
Esses Black Bostas movidos a fumaça e Toddynho são muito machos em bando, quando ficam sozzinhos viram verdadeiras mocinhas. O outro lá na cadeia vai virar Maria de Cela…..
O resultado da pendenga foram dois boletins de ocorrência, um de ameaça do “ativista” bunda mole contra o cinegrafista. E outro de agressão do cinegrafista contra o “ativista” bunda mole.
Este blog apenas lamenta que Leandro Luna, o cinegrafista da band que sentou a porrada no maricão não enfiou a câmera no rabo do idiotinha e meteu mais uma boa dose de porradas naquela cara de idiota cagão.
Mesmo assim o Blogo O Mascate oferece a Leandro Luna, o prêmio El Cabong de corretivo em idiotas.
Golpe à brasileira
Marco Villa faz um retrospecto do golpe civil-militar de 64, que completará 50 anos no próximo mês. Diz que a ditadura durou bem menos de 21 anos e faz bem em frisar que tanto a esquerda quanto a direita não tinham qualquer apreço pela democracia. A esquerda quer romper os segredos da ditadura, mas se recusa a confessar os seus, principalmente os crimes cometidos pelos grupelhos da luta armada, que queriam implantar no Brasil uma ditadura comunista. Enfim, o que houve, segundo Villa, foi um “golpe à brasileira” – sem similar no mundo. Quanto aos perigos que rondam a nossa frágil democracia, não temo um “golpe militar”, mas não digo o mesmo do Partido Totalitário, capaz de tudo para se manter no poder. Segue o texto, publicado no Estadão:
Às vésperas dos 50 anos do golpe militar torna-se necessário um resgate da História para entendermos o presente. Em 1964 o Brasil era um país politicamente repartido. Dividido e paralisado. Crise econômica, greves, ameaça de golpe militar, marasmo administrativo. O clima de radicalização era agravado por velhos adversários da democracia. A direita brasileira tinha uma relação de incompatibilidade com as urnas. Não conseguia conviver com uma democracia de massas num momento de profundas transformações. Temerosa do novo, buscava um antigo recurso: arrastar as Forças Armadas para o centro da luta política, dentro da velha tradição inaugurada pela República, que já havia nascido com um golpe de Estado.
A esquerda comunista não ficava atrás. Sempre estivera nas vizinhanças dos quartéis, como em 1935, quando tentou depor Getúlio Vargas por meio de uma quartelada. Depois de 1945, buscou incessantemente o apoio dos militares, alcunhando alguns de “generais e almirantes do povo”. Ser “do povo” era comungar com a política do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e estar pronto para atender ao chamado do partido numa eventual aventura golpista. As células clandestinas do PCB nas Forças Armadas eram apresentadas como uma demonstração de força política.
À esquerda do PCB havia os adeptos da guerrilha. O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) era um deles. Queria iniciar a luta armada e enviou, em março de 1964, o primeiro grupo de guerrilheiros para treinar na Academia Militar de Pequim. As Ligas Camponesas, que desejavam a reforma agrária “na lei ou na marra”, organizaram campos de treinamento no País em 1962 – com militantes presos foram encontrados documentos que vinculavam a guerrilha a Cuba. Já os adeptos de Leonel Brizola julgavam que tinham ampla base militar entre soldados, marinheiros, cabos e sargentos.
Assim, numa conjuntura radicalizada, esperava-se do presidente um ponto de equilíbrio político. Ledo engano. João Goulart articulava sua permanência na Presidência e necessitava emendar a Constituição. Sinalizava que tinha apoio nos quartéis para, se necessário, impor pela força a reeleição (que era proibida). Organizou um “dispositivo militar” que “cortaria a cabeça” da direita. Insistia em que não podia governar com um Congresso Nacional conservador, apesar de o seu partido, o PTB, ter a maior bancada na Câmara dos Deputados após o retorno do presidencialismo e não ter encaminhado à Casa os projetos de lei para tornar viáveis as reformas de base.
Veio 1964. E de novo foram construídas interpretações para uso político, mas distantes da História. A associação do regime militar brasileiro com as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai) foi a principal delas. Nada mais falso. O autoritarismo aqui faz parte de uma tradição antidemocrática solidamente enraizada e que nasceu com o Positivismo, no final do Império. O desprezo pela democracia rondou o nosso país durante cem anos de República. Tanto os setores conservadores como os chamados progressistas transformaram a democracia num obstáculo à solução dos graves problemas nacionais, especialmente nos momentos de crise política. Como se a ampla discussão dos problemas fosse um entrave à ação.
O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 – até o Ato Institucional n.º 5 (AI-5) -, com toda a movimentação político-cultural que havia no País. Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições diretas para os governos estaduais em 1982. Que ditadura no mundo foi assim?
Nos últimos anos se consolidou a versão de que os militantes da luta armada combateram a ditadura em defesa da liberdade. E que os militares teriam voltado para os quartéis graças às suas heroicas ações. Num país sem memória, é muito fácil reescrever a História.
A luta armada não passou de ações isoladas de assaltos a bancos, sequestros, ataques a instalações militares e só. Apoio popular? Nenhum. Argumenta-se que não havia outro meio de resistir à ditadura a não ser pela força. Mais um grave equívoco: muitos desses grupos existiam antes de 1964 e outros foram criados pouco depois, quando ainda havia espaço democrático. Ou seja, a opção pela luta armada, o desprezo pela luta política e pela participação no sistema político, e a simpatia pelo foquismo guevarista antecederam o AI-5, quando, de fato, houve o fechamento do regime. O terrorismo desses pequenos grupos deu munição (sem trocadilho) para o terrorismo de Estado e acabou sendo usado pela extrema direita como pretexto para justificar o injustificável: a barbárie repressiva.
A luta pela democracia foi travada politicamente pelos movimentos populares, pela defesa da anistia, no movimento estudantil e nos sindicatos. Teve em setores da Igreja Católica importantes aliados, assim como entre os intelectuais, que protestavam contra a censura. E o MDB, este nada fez? E os seus militantes e parlamentares que foram perseguidos? E os cassados?
Os militantes da luta armada construíram um discurso eficaz. Quem os questiona é tachado de adepto da ditadura. Assim, ficam protegidos de qualquer crítica e evitam o que tanto temem: o debate, a divergência, a pluralidade, enfim, a democracia. Mais: transformam a discussão política em questão pessoal, como se a discordância fosse uma espécie de desqualificação dos sofrimentos da prisão. Não há relação entre uma coisa e outra: criticar a luta armada não legitima o terrorismo de Estado. Temos de refutar as versões falaciosas. Romper o círculo de ferro construído, ainda em 1964, pelos adversários da democracia, tanto à esquerda como à direita. Não podemos ser reféns, historicamente falando, daqueles que transformaram o antagonista em inimigo; o espaço da política, em espaço de guerra.