Multas
Afinal
, de onde vem o dinheiro para o pagamento das multas dos condenados pelo mensalão? Nem o Delúbio Soares – tesoureiro do mensalão – conseguiria levantar tanto dinheiro em tão pouco tempo. O ministro Gilmar Mendes (STF) sugeriu fazer uma “vaquinha” para o pagamento dos mais de R$ 100 milhões desviados pelo esquema para ressarcir o País. Ficaria bom para todos. Inclusive para o Brasil
É um espanto! Ou não deveria ser mais. Mas o fato é que os petistas perderam qualquer resquício de vergonha na cara, e agora admitem, aos quatro ventos, que não ligam para as leis, que se julgam acima delas, pois fazem mesmo é o “diabo” para vencer eleições.
O leitor acha que exagero? Que nenhum petista seria tonto a ponto de afirmar assim, de maneira tão escancarada que se considera acima das leis dos reles mortais? Nem tanto, nem tanto. E como mato a cobra e mostro o pau, segue o vídeo de Luizianne Lins em ato pela candidatura própria do PT ao governo do Ceará. Como o leitor provavelmente não terá estômago para ver tudo, ajudo: vá direto aos 6 minutos e 20 segundos:
“Eles acham que a linguagem que a gente entende é essa, mas a linguagem que a gente entende não é essa não. Não é essa da Justiça, não é essa da formalidade, não é essa. Nossa linguagem é a linguagem da rua, é a linguagem do povo, porque quando não dá na lei, a gente faz na marra, porque é assim que a gente aprendeu. Porque é assim que a gente foi talhado”.
A marrenta, fazendo apologia ao crime, foi ovacionada por uma cambada de cúmplices. Por essas e outras eu digo e repito: o PT não tem simpatizantes, tem cúmplices! São todos devotos da máxima de que os fins “nobres” justificam quaisquer meios. Julgam-se superiores, acima das leis, “homens incomuns”, que Lula estendeu até ao companheiro Sarney.
Ficamos assim então: quem vota no PT, sabe muito bem que está dando seu voto a um grupo disposto a atropelar as leis em nome de seus projetos. Alguém fica surpreso ao saber que a imensa maioria de presos votaria neste partido?
Rodrigo Constantino
Ah, seu Rodrigo, que saudade.
Seu patrocinador, neste blog, anda meio desorientado, e procura com freqüência sua ajuda. Na minha profunda ignorância e mantendo o cinismo habitual tucano (estão tão acostumados com ele que se sairmos dele, aí sim vão nos entender nunca) gostaria de ponderar que o suprassumo da vergonha e do vexame, situações próximas da estupidez e do ridículo, é você enxergar a cor verde e vem alguém diz que é vermelha. E mesmo quando todas as pessoas presentes insistem que a cor É VERDE, todos sabem que é verde, a mãe dele diz que é verde, ele continua jurando que é vermelho.
Da mesma forma, quando um gesto de generosidade e solidariedade é tratado por alguém como um crime hediondo, transformando doadores em cúmplices, sujeitos a serem presos também, essa visão obtusa e tendenciosa, é sustentada estupidamente.
Por não terem essas virtudes (jamais imaginariam que fosse acontecer), por uma semana permaneceram estupefatos. Agora refeitos, mas ainda assustados, vieram com a solução de sempre.
Prender todo mundo.
Isso me conduz aos comentários tucanos sobre as causas de algumas manifestações no país. É o chamado daltonismo político.
Quando ninguém mais vai acreditar nesse argumento espúrio e mentiroso, que o PT e governo estão por trás de tudo, e virarem motivo de riso no país inteiro, vão partir para a criminalização.
Tudo previsível, próprio de quem não tem medo do ridículo.
do blog do coronel
Nesta semana, o STF deve julgar os réus petistas pelo crime de formação de quadrilha. Pelo que a sociedade brasileira presenciou, a quadrilha não só existiu no Mensalão como continua agindo nas insultuosas vaquinhas promovidas para desqualificar as penas dadas aos criminosos petistas. É hora do STF ter espírito de corpo e mostrar à sociedade brasileira que pode resistir aos ofensivos punhos erguidos contra a instituição. O último ataque foi a tentativa do MST invadir a casa, interrompendo a sessão por quase duas horas. O Brasil precisa manter fortes as suas instituições democráticas. A quadrilha petista existiu quando roubou mais de R$ 100 milhões dos cofres públicos. A sofisticada organização criminosa continua agindo tentando roubar o Estado de Direito. É hora do STF dar a merecida resposta a estes quadrilheiros. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo.
Com o julgamento dos últimos recursos do mensalão marcado para ter início na próxima quinta, ministros do Supremo Tribunal Federal dizem acreditar que o processo deve se encerrar até abril e que será concluído com os réus absolvidos pelo crime de formação de quadrilha.
De acordo com ministros da corte ouvidos pela reportagem, a expectativa é que a nova composição do tribunal, que conta nesta etapa do julgamento com Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso, entenda que, em vez de formação de quadrilha, houve no mensalão apenas uma coautoria do crime –o que livraria os réus de uma punição mais severa. Se confirmada essa possibilidade, as atuais penas para o chamado núcleo político do esquema do mensalão não serão alteradas.
O ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-tesoureiro da sigla Delúbio Soares, que já cumprem pena por corrupção, seguirão na prisão com penas inferiores a oito anos, o que lhes dá direito de permanecer no regime semiaberto, quando é possível trabalhar fora do presídio desde que haja aval da Justiça.
Para esta quinta-feira, estão na pauta os recursos de Dirceu, Delúbio, Genoino, da ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello e do ex-dirigente do banco José Roberto Salgado. Ainda não estão pautados outros três recursos, entre eles o do operador do esquema, Marcos Valério.
EMBARGOS
O presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, não informou qual será o primeiro recurso a ser julgado. Todos eles tentam livrar os acusados do crime de formação de quadrilha. Como suas condenações foram definidas em votações apertadas, puderam apresentar os chamados embargos infringentes. Havendo a manutenção da pena, Delúbio e Dirceu deixariam o semiaberto e passariam para o regime fechado, uma vez que a pena ultrapassaria os oito anos de prisão.
Após analisar os embargos infringentes por formação de quadrilha, o STF ainda terá que se debruçar sobre outros recursos em que a reversão da condenação também é possível. No caso, pelo crime de lavagem de dinheiro. Os três condenados que apresentaram recurso foram o ex-deputado João Paulo Cunha (PT-SP), o ex-assessor da liderança do PP na Câmara João Cláudio Genu e o ex-sócio da corretora Bonus Banval Breno Fischberg. Se a condenação for mantida, Genu e Fischberg cumprirão pena em regime semiaberto. João Paulo Cunha, por sua vez, migrará do semiaberto –em que cumpre pena por corrupção e peculato (desvio de dinheiro público)– para o regime fechado.
Na última quinta, o STF negou recursos de Salgado, Vinícius Samarane, Rogério Tolentino e Ramon Hollerbach, que queriam rever suas condenações mesmo sem terem recebido quatro votos pela absolvição, mínimo exigido para embargos infringentes.
Postado por O EDITOR às 06:20:00
Esse tribunal, que mais parecia sessões de exposição de neuroses e egos gigantescos, perdeu sua grande chance de mostrar espírito de corpo quando sucumbiu estrondosamente às pressões da mídia e saíu rastejante julgamento afora.
Lembrei agora da afirmação do Marco Auréio de Mello, afirmando que precisava dar satisfações aos “desejos” do seu público, e de seu artigo na imprensa, exigindo o voto contra aos embargos, um dia antes do seu colega Celso de Mello votar a favor.
E sem o menor constrangimento, fruto da vitalidade do seu cargo. Não há o menor perigo de perdê-lo.
Esse é apenas um dos aspectos desse “julgamento” isento.
Sem falar no “mata no peito” do Fux.
E do Gilmar Mendes e seus capangas, conforme Joaquim Barbosa.
Bem ao modo de Coronel.
Ora, o dinheiro que irriga os cofres do PT continua a vir das mesmas fontes: fornecedores, contratos milionarios de propaganda, etc., afinal:
“A diferença entre o Brasil de hoje e o Velho Oeste Americano é que lá, quem usava estrela no peito era o mocinho.”
Esse tribunal, que mais parecia sessões de exposição de neuroses e egos gigantescos, perdeu sua grande chance de mostrar espírito de corpo quando sucumbiu estrondosamente às pressões da mídia e saíu rastejante julgamento afora.
Lembrei agora da afirmação do Marco Auréio de Mello, afirmando que precisava dar satisfações aos “desejos” do seu público, e de seu artigo na imprensa, exigindo o voto contra aos embargos, um dia antes do seu colega Celso de Mello votar a favor.
E sem o menor constrangimento, fruto da vitalidade do seu cargo. Não há o menor perigo de perdê-lo.
Esse é apenas um dos aspectos desse “julgamento” isento.
Sem falar no “mata no peito” do Fux.
E do Gilmar Mendes e seus capangas, conforme Joaquim Barbosa.
Bem ao modo de Coronel.
Do Josias de Souza:
Dizem tantas maravilhas a respeito do Hospital Sírio Libanês e dos seus médicos que os brasileiros saudáveis sentem que estão perdendo alguma coisa. Tratam-se nas suas dependências os famosos e endinheirados da República.
Beneficiário de um plano de saúde financiado por você, o ex-deputado José Genoino, 67 anos, passou pelo Sírio Libanês. Em julho do ano passado, submeteu-se a uma cirurgia cadíaca —coisa emergencial e de alto risco. Durou seis horas.
Seguiu-se uma internação de 26 dias. Após receber alta, Genoino requereu à Câmara aposentadoria por invalidez. Fez isso num instante em que já colecionava no STF uma pena de 6 anos e 11 meses de cadeia, em regime semiaberto.
Enviados a São Paulo, médicos da Câmara examinaram Genoino. Acharam que ele estava bem. Mas concluíram que era preciso aguardar pela evolução do pós-operatório antes de decidir se o paciente tornara-se um inválido.
Sobreveio, em novembro, a ordem de prisão emitida por Joaquim Barbosa. Desde então, o companheiro trava com os peritos uma batalha ao redor de um paradoxo. Os doutores atestam que a Genoino livrou-se da cardiopatia grave. Porém…
Em vez de celebrar a recuperação da saúde, Genoino briga para provar-se um cardiopata inválido. É como se tivesse inaugurado uma cruzada contra a eficiência do Sírio Libanês, onde Lula e Dilma Rousseff livraram-se de seus tumores.
Nesta segunda-feira, veio à luz o resultado de um segundo laudo da equipe médica da Câmara. Após nova bateria de exames, concluiu-se que Genoino não é o doente grave que tenta fazer crer. Seus problemas não fizeram dele um inválido.
Submetido à ótima notícia, Genoino apressou-se em contestá-la. Mandou entregar ao serviço médico da Câmara outros exames. Reivindica a re-re-reavaliação do laudo. Quer porque quer que ser reconhecido como inválido.
Genoino já recebe aposentadoria de R$ 20 mil, proporcional ao tempo de trabalho. Inválido, passaria a ganhar contracheque integral de R$ 26,7 mil. Para além da remuneração, preocupa-se com seu status prisional.
Também nesta segunda, a defesa de Genoino pediu no STF a conversão de sua prisão domiciliar de temporária em definitiva. Há três meses, laudo produzido por equipe do hospital universitário da UnB ecoara a avaliação dos médicos da Câmara: “não se caracteriza como grave” o estado de saúde de Genoino.
Nesta a quinta-feira (20), o ministro Joaquim Barbosa, do STF, terá de decidir se mantém o condenado em casa ou se o devolve ao xadrez da Papuda. Por meio dos seus advogados, o preso diz que, no cárcere, pode morrer. Nesse ritmo, arrisca-se a ser processado pelo Sírio Libanês por danos morais.
Veja só.
Estava assistindo o jornal “Hoje”, na TV, e ouvi que o governo ou alguns deputados, nem importa, estavam providenciando uma nova lei, que protegesse os jornalistas em seu trabalho. Imediatamente pensei:
“E nós? Quem vai nos proteger dos jornalistas?”
Parece gozação mas não é. Todos nós conhecemos as figuras do mal que pairam como zombis por aí. Claro que não vou generalizar e sei que existem bons, honestos e bem intencionados jornalistas, mas convenhamos, tem cada um solto por aí …
Se o ministro da justiça não quer ou não pode nos proteger contra os maus jornalistas, que pelo menos constitua mecanismos, sem ferir a democracia, que agilize o direito de resposta, nos mesmos moldes (tamanho e disposição) da notícia que resultou o direito de resposta.
A propósito, com exceção ao direito de resposta concedido ao Brizola contra a Globo, lido humildemente pelo Cid Moreira, em rede nacional no horário nobre, alguém já leu, ouviu ou viu algum direito de resposta?
Será que a imprensa é tão infalível assim?
Belíssima explanação, companheiro! Que Deus nos proteja do veneno da serpente, e da caneta do jornalista!
Volto a repetir, se não fosse triste alguém pedir por censura da imprensa, seria um contrasenso afinal não são essas mesmas pessoas que lembram de 64?
Vou largar mão! Por esses dois últimos comentários se denota a estreiteza e estupidez desses petralhas. Não conseguem traçar uma linha de raciocínio que possa suportar seus devaneios!
Desgraçado !!!!
Onde você leu isso, cabeçudo?
Quem pediu censura a imprensa, foi tua mãe?
Essa tática infeliz de inverter as bolas, embolar o jogo, se fazer de tongo e atribuir a outros o que no fundo se pensa, é pior que mentir.
Portanto, você é pior que um mentiroso.