Voto amigo
Se o voto no Brasil fosse facultativo, não sendo mais obrigatório, os partidos e os políticos terão um troço com o que veriam nas urnas. O povo não aguenta mais todos estes excessos que são vistos, quase que diariamente, pela imprensa. Talvez assim, com os grandes nomes e grandes partidos ficando de fora, partidos e políticos mudariam as regras do “jogo” e sua atitude. E também a intensão de suas candidaturas. Os maus e os mal intencionados seriam alijados do processo. E com razão. De uma vez para sempre.
E uma eleição só, de vereador a presidente. Além de econômico, seria benéfico ao País. Aos poucos, mas com certa demora, o Brasil vai se ajeitando. Tem jeito, sim, pois é a bola da vez.
Outra coisa. Seguidamente ouço vereadores e assessores parlamentares falar que deputados de seus partidos ajudam Tapera. Como neste ano teremos eleição e muita gente virá para cá pedir voto, bem que a Prefeitura poderia fazer uma relação dos deputados que efetivamente ajudaram e ajudam o município, para ser publicada na imprensa para que a comunidade saiba quem de fato se importa com Tapera. Prestaria um grande serviço aos políticos amigos e também aos eleitores que votariam em amigos seus e do seu município.
Pois cabe ao Prefeito fazer essa divulgação, pois é ele q bate em gabinete, em gabinete, para trazer os recursos para o município, e não fica atrás de uma mesa com ar condicionando postanto bobagens de parlamentares, em redes sociais, por sinal não trouxeram um real para nossa Comunidade. Com a palavra esta o Prefeito.
Ao peteba não muito esclarecido – exatamente, não gaste teu latim. Vai aí uma expressão nova para teu proveito: analfabetismo funcional. De nada adianta postar notícias requentadas de falcatruas. Todo brasileiro tem conhecimento, ou deveria ter, do lodo que corre nos subterrâneos do sistema. O que você não entende ou finge não entender é o mal que teu partido trouxe, além de estar enterrado até o pescoço nessa lama, conseguiu levar ora o perigoso pensamento único essa leva de analfabetos funcionais.
É comigo?
Mas nem falei nada?
“Lodo que corre nos subterrâneos do sistema” ?
Teria esse louco descoberto o tal “mar de lama” sob o palácio do Catete?
Por favor, libere essa cultura em parcelas, e por mês.
Ainda vou morrer, com tanta erudição.
Não entende, também , por não ter vivido nos anos 60/70′, eu imagino. Em 64, que é o divisor de águas, as pessoas não tinham, internet, celulares, tv, telefone era um luxo.As informações vinham por rádio ou jornal, estes ulltimos com dias de atraso. As negociatas existam da mesma forma que as de hoje, porém num ritmo mais lento, dado o PIB menor.
Seria interessante ler algo isento, assistir documentários para tentar formar opinião sobre o caldo de cultura que se formava. Leia o Tempo e o Vento, evidentemente você sabe que foi escrito por Érico Veríssimo, de quem o filho não herdou sua perspicácia. O quarto livro trata sobre o Rodrigo Cambara moderno e a incursão da família Cambara na política, então tendo a cidade do Rio de Janeiro como centro das decisões. No meu modo de ver retrata bem as famílias gaúchas que estavam aferradas no poder: Vargas, Goulart e Brizola….
Agora em forward, fita acelerada. Vargas, Carlos Lacerda, Gregório guarda-costas Vargas, eleição Janio Quadros (um Collor antigo)’ renúncia do demagogo Janio ( eu usava o distintivo da campanha que era a vassourinha, contra a espada do marechal Lott), Jango assume/não assume?, afinal assumiu (o vice não era da chapa do presidente), o primeiro cunhado Brizola fazendo estripulias nos pagos com as falanges criadas em toda e qualquer localidade – os grupos dos 13, as células matriciais do atual MST no nordeste…..
Na política externa, tal como hoje, o Brasil enfrentando o bloco ocidental criado após a divisão política resultante da segunda guerra,em plena guerra fria, com a ilhota insignificante de Cuba do idiota Fidel sendo usada pela URSS como base de mísseis. Tente entender isso tendo como parâmetro a paranóia criada pelos ataques terroristas aos EUA. Nossa armada naval o porta aviões Minas Gerais, comprado de quinta mão, que hoje deve estar servindo como atol artificial em alguma praia, ao menos cumprindo sus missão de manter algo da flora e fauna marinhas. Tal qual doido Quichote brandindo espadas contra imaginários inimigos, estes não sendo mais do que moinhos de vento. Após 50 anos está tudo igual – nossas paupérrimas alianças sul/sul, nosso pavor ao Imperialismo Americano, nossas alianças com os regimes ditatoriais Africanos, nossa magnânima filantropia com o perdão da dívida externa destes países. A adoração ao tiranetes Chavez, Evo, aquela figura asquerosa do Ira, que u não lembro o nome e não vou perder tempo pesquisando. Enfim a calhordice. Isso se reflete até no perfeitos idiotas que hoje fazem piadas e provocações com o sistema de proteção ao terror dos brothers.
http://www.blogdosarico.com/2013/12/31/2014/#comments
Voltando a Tapera, anos 60/70. Primeiro emprego com carteira assinada na maior loja da região. Problema: nas eleições eu já pendia pare o lado materno – todos PTB, lógico que após 64 abrigados nas asas do MDB. Mas como eu não votava meu patrão passava a mão na minha cabeça dizendo que não havia problemas, desde que as coisas não desaguassem em “ataques terroristas” já praticados pelos “veja bem” então ‘nossos heróis”. Simmmmmmmmmmmm eu já os tive e eram os bravos lutadores da volta ao regime democrático. Fica uma indagação que eu nunca soube responder. Como eu passei de situacionista para oposocionista naquele curto intervalo de tempo? Deve ter sido a ânsia pela normalização política. Só que vendo de longe, agora, parece que nada se encaixava.
Acho que é a água de Tapera.
Quem a bebe, vira imediatamente escritor.
E tem belas histórias por aí, para serem contadas ainda.
Só tem que cuidar para não misturar tudo.
Política, português do “Quichote” e inglês são incompatíveis.
Anos 70, capital, faculdade, drogas, sexo e rock’n’roll. Veja bem: drogas as legais…Agora sim, na escola a divisão pró e contra o regime pegava fogo. Mas era um fogo amigo, todos sabendo respeitar as posições, mesmo porque os mais acalorados bate-bocas se davam em alguma mesa de bar e depois tínhamos quer rachar a conta.
Eu acho que o teu neologismo “troll” deve ter se originado naqueles tempos pois uma das nossas “atividades” era aporrinhar um professor, milico até a raiz do cabelo, para que se irritasse e encerrasse a aula saindo batendo os calcanhares. Logicamente a aula era transferida para o boteco da hora.
Já em tempo-será mai modernos com rádio, tv, jornais, telefone e muita censura. Fui assinante do Pasquim por longos anos. Lá se encontravam os melhores cartunistas e bons articulistas, Ziraldo, Jaguar, Henfil, e dezenas de outros. Porém o Pasquim, ou melhor, alguns de seus colunistas causaram com a abertura uma grande decepção, isto fica para depois. Mas ao mesmo tempo que eu era ferrenho oposocionista, trabalhava numa multinacional dos Yankees. Aí as grandes reivindicações já não eram tão grande assim, com exceção da censura e da tortura. Por outro lado a incipiente abertura originou muita informação que servia para parametrizar as opiniões e, muitas delas, de fato resultaram em espanto com o que também foi exacerbado pelo outro lado! Parece um doideira, mas não é. Surgiram os inúmeros partidos e a corrida desenfreada para os conchavos e negociatas tais quais as de hoje.
Desculpe muitas vezes é o dedo, outras o corretor que insiste em trocar palavras e outras eh burrice ou mesmo preguiça.
Acho que seu caso é burrice. A propósito, não está sobrando um “h” em seu “eh”? Deve ser seu dedo muito grosso, não?
Obrigado, você é muito gentil. Depende do declado
Para o grande e gentil comentarista 634168 –
O emprego do h é uma simples convenção quando um teclado não está compativel com a língua, por exemplo, mas não esquente a cabeça com isso, você pode procurar êrros de concordância e acentuação e então usar tua grande cultura e fineza no relacionamento humano. Me chamando de burro você não me agride, porque eu mesmo já havia brincado com o termo. contudo o dono do blog e o demais leitores necessariamente não precisam conviver com tua baixaria gramatical. Então, dá ou não dá a sensação de que isso é um modo de tratamento que vem das fontes em que essa raça de comunistóides mata sua sede de rancor?
Mas que horror!
Sobrou para mim?
Eu até estava gostando do teu discurso, 1º porque também achei ofensiva a resposta e 2º porque também não vejo problema no “h” utilizado.
Agora.
Enxergar comunistas em erros gramaticais ou uso pessoal no português, é de sentar no chão e chorar.
E vem falar em ódio?
Afinal, que razões teremos nós para ter ódio de quem só nos ajuda?
A emenda foi pior que o soneto.
Tu devia era me pedir desculpas. Está vendo inimigos até na sombra.
Outro cochilo! O único adjetivo que poderia idêntificar alguém eh comunistoide. Serviu o chapéu?
Afinal está se doendo por que? Se não é contigo?
O problema é que para a plateia vocês não assumem o socialismo, comunismo e essas outras ideologias avançadissimas. É só dizer que é petista e pronto, todos vão entender qual e fonte.
Então vá se queixar para a mãe do Badanha.
Te chamam de burro e tu já acha que é alguém do PT.
Eu avisei que “trollar” ia dar nisso.
Estão dando tiros para todo lado.
Ora, leia com atenção, não se deixe levar pelo analfabetismo funcional. Afinal será matéria obrigatória após a tomada total das instituições. Por ora vocês devem manter um certo bom-mocismo.
O prefeito Ireneu Orth me ligou para falar sobre o assunto. Segundo ele, a Administração Municipal fez um relato completo sobre esta “ajuda” de parlamentares para o município de Tapera. O mesmo pode ser conferido no site da Prefeitura. Ele foi ainda publicados no jornal Integração das Cidades e no programa semanal da Prefeitura na Rádio Cultura. Feito o registro. É só conferir.