Tornados
Eles devastam cidades e ceifam muitas vidas todos os anos nos EUA. Algo semelhante também acontece aqui no Brasil, mais precisamente em Brasília. O ano todo. E nos cofres públicos.
Eles devastam cidades e ceifam muitas vidas todos os anos nos EUA. Algo semelhante também acontece aqui no Brasil, mais precisamente em Brasília. O ano todo. E nos cofres públicos.
hahahahaha gostei Sarico. Em Brasília é o ano todo. Quando será que a população vai se mobilizar contra esses ladrões de dinheiro publico???
Alô, alô, viralatas de plantão.
Não se suicidem ainda.
A Globo, emissora insuspeita nesses casos específicos, oferece um programa espetacular.
Não percam portanto, prezados viralatas que infelizmente moram num país onde nada presta, o GLOBO REPÓRTER, sobre empregos, ruralismo, gaúchos ricos, água abundante no nordeste, etc. É HOJE depois da novela.
Todos, claro, pessoas que trabalharam duro a vida inteira, ao contrário de alguns taperenses que preferem se iludir anunciando toda hora a infelicidade do país onde vivem.
Espero ler seus argutos comentários amanhã, depois do programa.
Aqui em Tapera, os tornados agem há mais de ano. Devastando árvores e matos, sob a cumplicidade de uma cidade inteira. Em Espumoso a história é diferente. Parece haver uma cultura e democracia diferenciada, onde desmandos são questionados pela população.
A prova é esta oportuna reportagem pela imprensa de lá, de página inteira, com fotografias, e que diz respeito a derrubada de apenas duas árvores na cidade de Espumoso. O que fariam se soubessem que aqui, na autodenominada “Cidade Cultura” foram derrubadas mais de 500 árvores, e agora, um mato inteiro.
Folha Espumosense, sábado, 18 de maio, pág. 3:
“CORTE DE ÁRVORES EM PASSEIO PÚBLICO VAI PARAR NA JUSTIÇA
Secretaria do Meio Ambiente acionada por autorizar podas na Rua Rui Barbosa
Na tarde de segunda feira, o corte de duas árvores n rua Rui Barbosa, resultou em registro de ocorrência na Delegacia de Polícia de Espumoso, denúncia à PATRAM, confirmada pelo Comando de Polícia Ambiental de Cruz Alta à Folha Espumosense, ontem à tarde e ainda representação judicial. Segundo a ocorrência policial, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Espumoso autorizou o corte, o que motivou a representação judicial por crime ambiental contra o Município de Espumoso impetrada por Luiz Alberto Figueira.
Uma das árvores foi plantada há cerca de 25 anos e, segundo a Secretaria do Meio Ambiente, oferecia risco material e humano, causando perigo e danificando a calçada, o que justificou a autorização para o corte que foi acompanhado por um agente fiscal da Prefeitura Municipal. Conforme o Secretário de Meio Ambiente, Jair Rizzi, a intenção era a substituição para plantio de palmeiras acompanhando outros coqueiros nativos já cultivados no entorno da quadra.
O advogado Euclides Luiz Marquese, que assina a petição e que doou e efetuou plantio de centenas de mudas na área urbana de Espumoso, disse que “trata-se de uma atrocidade, um desrespeito ao público. O Poder Público não tem autonomia para agir como bem quer, por conta de estar revestido de autoridade, descumprindo os princípios da legalidade, razoabilidade e necessidade de decepar sequer uma árvore”.
Ele cita ainda outros casos de árvores que foram extirpadas sem necessidade em vários passeios públicos na cidade, como dois pontos na Avenida Fernando Ferrari e um na Travessa Santo Alves Corrêa.
“Agem como se aqui vivesse uma tribo de índios botocudos, como se ninguém tem discernimento o que é certo e o que é errado. Uma mentalidade mórbida, em que prevalece o material. Isso traz consequências para toda a coletividade”.
Marquese ainda analisou que “cidades como Buenos Aires, onde há respeito ao ambiente e à legislação, as árvores são protegidas, com aumento de espaço no passeio público, o que já pode ser ser visto em algumas calçadas de Espumoso, para que possam expandir raízes e não danificar calçadas, mas jamais decepadas, como vêm ocorrendo”.
A se acreditar que em Espumoso vive uma tribo de índios botocudos, é possível imaginar que é em Tapera que eles se reúnem e praticam a dança da chuva.
Parabenizo e ao mesmo tempo me solidarizo ao cidadão(a) acima que esta atento(a) aos desmandos ecológicos/ambientais que estão acontecendo aqui em tapera. Penso que enquanto houver unilateralidades de mando no município o codinome cidade cultura deveria migrar para qualquer outro município da região. Pois pessoas ligadas a administração quando foram questionadas sobre o desmonte da mata nativa “cartão de visita” da cidade, simplesmente disseram “estamos tirando só uma capoeira”. Capoeira???!!!!que nasceu antes que eu que já completei sessenta anos. Ainda bem que possuo fotos da verdadeira mata nativa para mostrar para meus netos e dizer: “isto aqui era a entrada da sua terra Natal”.
Estou indignado com os desmandos que se praticam no município de Tapera (assunto acima). A comunidade calada, a câmara de vereadores submissa, os professores fazendo de conta que ensinam ecologia, distribuindo uma muda de arvore no dia do meio ambiente… Quanta hipocrisia. O poder publico, em nome do progresso, deita e rola, fazendo de conta que tudo e propriedade da atual administração, não precisam prestar conta a ninguém. Quando preciso sair da cidade com destino ao Tio Hugo, viro a cara no sentido contrario ao mato que esta sendo destruído, pois nasci e me criei admirando aquela paisagem, jamais imaginando que na terceira idade viveria tal desgosto. Até quando…
Quem sabe o Ministério Publico consegue conter a ira destes insensíveis ambientais. Só a forca da LEI e capaz de frear o ímpeto de progresso a qualquer preco.
Quem sabe vamos até Espumoso, lá tem um advogado com sensibilidade e coragem para mostrar que a natureza não e patrimônio de grupos mas sim de toda a humanidade.
Em Santa Catarina, a diretoria do Avaí lançou uma campanha inusitada e ecologicamente responsável na série B do Brasileirão. A cada gol marcado pelo time no campeonato, o clube irá plantar 3 árvores na cidade de Florianópolis.
A intenção é mostrar para todos que gostam de futebol a importância da sustentabilidade.