Desenvolvimento
Andando pelo Parque da Expodireto Cotrijal e vendo todo aquele maquinário altamente sofisticado, lembrei que as empresas que os produzem começaram, há muitos anos, com uma ferraria de fundo de quintal e foram crescendo. Aqui em Tapera tínhamos duas delas: a dos Irmãos Hubber e do Mansueto Corazza. Fico imaginando se, os descendentes dessas famílias tivessem continuado o trabalho de seus pais e avôs, como elas – as empresas – e Tapera estariam hoje? Quando poucos falavam em soja, Tapera já produzia vários tipos de implementos. Lembro das capinadeiras dirigíveis e dos arados e grades. O começo do fenômeno soja passou por aqui. E tinha ainda a OHF, de Osvaldo Henrich, a pioneira no Alto Jacuí na comercialização do grão.
Falando em maquinários agrícolas, segundo o presidente do Simers (Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul), Claudio Bier, na abertura da 14ª Expodireto Cotrijal, na segunda (04), disse que 65% das empresas associadas a ele estão localizadas no Rio Grande do Sul. O RS tem tudo a ver com a agricultura deste País, mesmo não sendo o maior produtor.
Comente