Sob velha direção: Os novos donos do Congresso
Acusado pela Procuradoria-Geral da República por três crimes (falsidade ideológica, peculato e uso de documentos falsos), o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), eleito o novo presidente do Senado, com 56 votos, substitui José Sarney (PMDB-AP).
Derrotado, o senador Pedro Taques (PDT-MT) recebeu 18 votos. O pleito, secreto, teve dois votos brancos e dois nulos.
Os crimes atribuídos a Renan Calheiros levaram-no à renúncia da presidência da Casa, que ocupou pela primeira vez entre 2005 e 2007.
O senador é acusado de pagar despesas pessoais (como a pensão para a jornalista Mônica Veloso) com dinheiro de Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior.
A íntegra da denúncia está há vários anos para ser analisada pelo STF.
Já o novo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, é suspeito de beneficiar um assessor com emendas.
E não é só:
Eduardo Cunha, líder do PMDB, é alvo de inquérito no STF por sonegação fiscal.
Garotinho, líder do PR, responde a inquéritos no STF por crime eleitoral e peculato.
José Guimarães, assessor do líder do PT foi pego com dólares na cueca, em 2005.
Que tchurma, hein?
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