As Olimpíadas em cinco partes
PARTE 1 – A partir de hoje, o Rio será a capital mundial do esporte até 2016. No dia em que Londres passou a bandeira olímpica para a cidade, sede dos próximos Jogos, o presidente do COI, Jacques Rogge, cobrou a divulgação do orçamento das Olimpíadas em solo carioca, lembrando que a escolha aconteceu há três anos. O orçamento original da candidatura do Rio previa investimentos de R$ 28,8 bilhões, mas, segundo o Comitê Rio 2016, o valor definitivo só deverá estar fechado no ano que vem.
No esporte, o desafio também será grande. O país terminou em 22º no quadro geral de medalhas, uma posição melhor do que a de Pequim, mas bem abaixo das expectativas.
PARTE 2 – Levantamento do Correio mostra que nos quatro anos do último ciclo olímpico, encerrado ontem, o País gastou, de dinheiro público, R$ 1,85 bilhão com o esporte. Apesar disso, ficou apenas na 22ª colocação no quadro geral em Londres, com 17 medalhas. Na capital britânica, o COB estabeleceu como meta para o Rio-2016 ficar entre os 10 primeiros, o que significaria dobrar a quantidade de pódios. Pelo atual custo-medalha — R$ 109 milhões, cada uma — essa projeção apontaria para um investimento acima dos R$ 3,7 bilhões.
Que tal?
PARTE 3 – Com a performance do Brasil em Londres – medalhas, como será a Olimpíada do Brasil em 2016, no Rio? Alguém arrisca um palpite?
PARTE 4 – Quais os maiores esportes brasileiros? Pela ordem, futebol e vôlei. Em Londres, o México e a Rússia levaram a medalha de ouro sobre nós.
PARTE 5 – Falando em medalha de ouro no futebol, quando é que ela chegará?
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