Muitos não acreditam, mas tudo o que anda acontecendo no mundo, mais especialmente aqui no Brasil, nada mais é do que a natureza dando o seu recado. Ela não está nada satisfeita com o que estão fazendo com ela e quer seu espaço de volta e, para isso, fará de tudo para eliminar obstáculos, e o fará de várias maneiras.
O planeta está em transformação e a tendência é que esta seja a partir de agora cada vez mais constante e severa, com sérios prejuízos materiais e humanos em todos os países do mundo.
O que dizer desse veranico em junho quando deveria acontecer em maio? Por outro lado, enchentes no Sul com chuvas superior a 800 mm em um único mês (maio), e seca intensa no Centro-Oeste e no Norte. No Pantanal, por exemplo, nunca se viu tantos incêndios como agora, sem falar que a seca lá e a maior dos últimos 700 anos. Imagina… E na Amazônia os rios baixando de nível como jamais aconteceu.
E esses calorões serão normais a partir de agora com a temperatura subindo cerca de 5 graus nos próximos anos. A princípio pode não ser muito, mas afetará o planeta consideravelmente e, por tabela, nós. Os EUA estão mais frio do que a Europa algo que jamais aconteceu.
Enfim, o homem terá de aprender a compreender o ciclo das águas e a conviver com ela tendo em vista que as chuvas mudaram o relevo e também o curso de muitos rios aqui no RS.
O que está acontecendo no planeta Terra é o nosso novo normal. E, se não mudarmos, teremos de nos adaptar como pudermos.
“Por trás de cada pessoa forte existe uma história de tempestade e duas escolhas: afundar ou aprender a nadar”.
Desconheço a autoria.
Neste domingo (09/06), estive na solenidade de inauguração da galeria de fotos dos ex-presidentes da Associação Atlética Juventude, do bairro Progresso, aqui de Tapera (RS) e, para a minha surpresa, encontrei lá um jovem que atuou comigo na antiga Rádio Gazeta, lá nos anos de 1980 e 1990: Dirceu Bordin.
O Dirceu, que trabalhava na antiga CEEE, cujo escritório ficava ali na esquina das ruas Rui Barbosa e Coronel Gervásio, era um grande colaborador da emissora.
O cara tinha boa voz, boa comunicação e uma alegria ímpar, coisa rara nos dias de hoje, e com isso cativava os seus ouvintes nos dias de semana e também nos finais de semana, fazendo uma bela comunicação com seus ouvintes retribuindo com telefonemas e cartinhas. Aliás, o telefone não parava durante os seus programas. Eu fico imaginando se a coisa toda fosse hoje com toda essa modernidade e, inclusive, com o WhatsApp.
Além de comunicação, o Dirceu também beliscava no esporte, sendo comentarista. E dos bons.
Para se ter uma ideia, naquela época a Gazeta tinha vários e bons comunicadores. A sua equipe esportiva tinha três grupos com narrador, comentarista e repórteres, sendo eu, modestamente, um deles.
O Dirceu, além do esporte, comandou cinco programas na emissora, sendo dois diariamente: o Encontro de Bandas (manhã) e o Músicas do Meu Brasil (noite). Nos sábados, tinha o Recanto Sertanejo (tarde) e aos domingos o Som de Bandinhas (manhã) e Músicas Classe A (noite). Nas manhãs de sábado ainda, ele participava com a equipe esportiva dos debates, quando Tapera fervia no esporte com Kings Club e Agrotap nas quadras e América, SASE, Cacique e Lagoense nos gramados, além dos municipais de Tapera, Selbach e Lagoa dos Três Cantos.
Foi muito bom reencontrar o Dirceu uma vez que fazia anos que eu não o via e, lá na Progresso, podemos relembrar muitas e boas histórias envolvendo a querida e saudosa Rádio Gazeta de Tapera. E tomara que possamos nos encontrar mais vezes e relembrar de um passado maravilhoso que passamos juntos na latinha, como a velha guarda chamava o microfone.
O lixo aqui em Tapera (RS) está uma coisa muito séria sendo o assunto principal na cidade e no interior, e também nas redes sociais, com o pessoal soltando ácido nas palavras pela situação. Tá complicada a coisa aqui, sim.
Pois, nesta manhã, caminhando pela praça central, me deparei com um lixo acomodado próximo a um banco que um pessoal utilizou na noite anterior, sendo que a menos de dois passos dali existe uma lixeira. Não dá para entender isso. Mas, não dá, mesmo.
O taperense não lida muito bem com a questão lixo, pelo menos uma parte da população, e isso é visto quase que diariamente em todos os cantos da cidade, seja no centro ou nos bairros.
Acho que estaria na hora de se fazer uma campanha duradoura para incutir na cabeça de nossa gente de como devemos tratar lixo que produzimos. Acho que só assim a coisa muda, mas levará um certo tempo para isso.
Está na hora de cuidarmos de nossa cidade com cada um fazendo (bem) a sua parte, afinal Tapera precisa estar limpa e linda, sempre. É a nossa cidade, a nossa casa.
“Quem foi criado com pouco não se ilude com muito. Eu dou valor para as coisas simples e me sinto bem com isso. Ninguém é o que veste, muito menos o que tem”.
Desconheço a autoria.
Estamos nos encaminhando para o final do ano e neste período restante, com eleições à vista, pouca coisa poderá ser feita no município, assim tudo deverá ficar para a próxima administração, que assumirá em 01 de janeiro.
Seria interessante que os partidos políticos incluíssem no seu plano de governo uma melhorada nos dois distritos industriais de Tapera (RS), que estão muito mal de acesso.
Neles, não existe pavimentação e há muitos buracos e valetas que dificultam o vai e vem de grandes e pesados caminhões e de outros veículos, além do acesso dos trabalhadores com a lama que se forma em dias de chuva.
Um distrito industrial também é um cartão de visitas de um município. Quem vai investir num olhará primeiro a sua localização e o visual do lugar, se existe completa infraestrutura. Esses dois pontos encantam o empreendedor. E Tapera tem vantagem nisso por possuir boa localização regional, contando com duas importantes rodovias que cortam o seu território e sendo uma cidade tranquila e segura, entre outras coisas.
E quem quiser investir, ao chegar em Tapera não vai se interessar em acampar por aqui vendo o que está aí. Assim, é importante que se dê uma olhada toda especial aos dois DIs, afinal as empresas que estão neles instaladas estão gerando impostos, empregos e renda. E sempre haverá lugar para mais uma ou mais de uma.
Uma olhada neste sentido aos dois DIs fará com que as empresas neles instaladas se sintam valorizadas e aptas a receber e a despachar cargas de forma tranquila. Outra coisa. Tem muita empresa que foi atingida pelas enchentes na região dos vales que vão querer sair de lá e procurar um lugar melhor longe de rios e aí Tapera surge como uma boa opção.
Que se pense nisso para 2025.
Uma sugestão à administração municipal de Tapera e a empresa recolhedora do lixo. Quando houver algum problema, de qualquer natureza, e também nos feriados, que façam uso da imprensa local e das mídias sociais para informar a comunidade sobre a situação. Informando-a antecipadamente se evitará um monte de dor de cabeça e aqueles comentários ácidos na cidade.
Por outro lado, a administração municipal e a empresa devem ter um plano B e até um C, se necessário, e a comunidade poderia colaborar descartando o seu lixo nos dias certos e separados.
Li uma frase assim: “o tempo amadurece só os interessados, o restante apenas envelhece”, e nada é mais real.
Desconheço a autoria.
O tomógrafo do Hospital Roque Gonzalez de Tapera (RS) foi instalado e está pronto para funcionar, coisa para a próxima semana.
Eu conversei nesta quinta-feira (06/06) com o presidente Marcos Artur Gatto, que me dará uma posição a respeito ainda nesta semana sobre o equipamento. Ele confirmou que o aparelho está pronto para ser operado.
Sobre médicos, Gatto me disse que o Hospital tem oito à disposição da comunidade.
Com a definição do União Brasil, indicando o presidente da Câmara de Vereadores de Tapera (RS), Joel Alves dos Santos, o “Colares”, como pré-candidato a prefeito na eleição de 06 de outubro, foi dado o pontapé inicial para o pleito no município.
Há algum tempo, o deputado federal Giovani Cherini (PL), em vídeo postado em uma rede social, lançou como pré-candidato do partido o ex-vereador Luiz Carlos Ritter. Mas, não há nada oficial neste sentido.
E o demais partidos: PP, MDB, PDT, e PT como virão? Ou com quem virão?
A eleição deste ano em Tapera tem uma questão chave: a coligação PP-MDB, que comanda o município há mais de 15 anos, se ela continuará ou não.
Tem muita conversa na cidade sobre nomes e possibilidades, mas nada oficial. Uma delas diz respeito ao PP vir de chapa pura, mas resta saber se sozinho ou coligado com um ou mais partidos. Mas, isso as convenções é que dirão.
Deixemos o barco navegar mais um pouco para ver o que está vindo aí.