Blog do Sarico

A balsa do Jacuí


Eu recebi num dos grupos de WhatsApp que participo esta foto mostrando a travessia do rio Jacuí, entre Tapera e Espumoso (RS), feita por uma balsa lá nos anos de 1920 e 1930.

Pelo relevo, ela está vindo do lado taperense. A casa que aparece atrás era a residência da família Martini, que ficava à direita, do outro lado da hoje entrada para a Vila Paz, que não existia na época.

O nome do balseiro, infelizmente, não é lembrado. Pelo que soube eram dois que operavam a mesma.

A balsa, além de atravessar veículos, carroças e outros, também dava passagem para o gado que era conduzido pelos tropeiros para Soledade, a quem Espumoso pertencia antes de se emancipar, e Porto Alegre e região Sul do Estado. Em tempos normais, eles acomodavam o gado em uma vasta área de pasto que existia na Vila Raspa, em Tapera, e pernoitavam na Pousada Viero. No dia seguinte seguiam viagem. Mas, quando chovia muito e o Jacuí subia de nível, a balsa parava e a parada na pousada demorava um pouco mais até a água baixar e o serviço ser retomado.

A balsa serviu os dois municípios e o pessoal de outras regiões por muitos anos, até que em 1957 foi construída a ponte que hoje está aí. A mesma foi edificada no governo de Ernesto Dornelles, que tinha como secretário de Obras do Estado o engenheiro civil Leonel de Moura Brizola, que dispensa apresentação. Guilherme Joaquim Rotta era o prefeito de Espumoso na época, o primeiro do recém criado município.

A seguir, seguem fotos da construção da ponte sobre o Jacuí. As mesmas foram retiradas da página “Memórias de Espumoso”, no Facebook.

Agradeço aos espumosenses Ildo Tatsch e a Tânia Diehl pela contribuição no resgate desta história.

 

Hospital Roque Gonzalez num novo momento


Neste sábado (22/06), às 10h, o Hospital Roque Gonzalez aqui de Tapera (RS) vai inaugurar o seu Centro Clínico, construído na sua lateral, na Rua Duque de Caxias, e a instalação oficial do tomógrafo, equipamento que o hospital bancou sozinho e que já está em funcionamento.

Aos 83 anos o Hospital Roque Gonzalez atinge um alto nível médico-hospitalar. Tapera, que espera que esse avanço continue, agradece.

Pensamento do Dia


“Amar alguém quando tudo brilha é fácil. O grande desafio é iluminar esse alguém em seus momentos mais escuros”

Desconheço a autoria.

O lixo nosso de cada dia


A questão do lixo em Tapera (RS) é um problemão daqueles e ele não é de hoje. Faz anos que esse tormento nos assombra. Eu fiz um levantamento junto à Prefeitura sobre a produção de lixo no município e surpreende o que é produzido aqui diariamente para uma população de pouco mais de 10.500 habitantes.

O município, que tem 4.500 residências (casas e apartamentos), produz todos os dias 8,75 toneladas de lixo. É como se saísse daqui todo dia um caminhão truck carregado dele. E, levando em conta que o recolhimento acontece 20 dias a cada mês, neste período, saem daqui cerca de 175 toneladas de material descartado. Mensalmente, são retirados daqui três caminhões bitrem e mais um toco. É muita coisa.

Eu fui pesquisar na internet e também como amigos que residem no exterior sobre a questão. Na maioria das cidades dos EUA e da Europa o lixo é recolhido pela Prefeitura. Em algumas, ela recolhe apenas o doméstico ficando os demais por conta de empresas privadas que cobram o serviço numa fatura mensal, tal qual a água, a luz e o telefone. E o serviço não é barato. O lixo hospitalar é por conta dos hospitais.

Nestas cidades, especialmente dos EUA, em cada quadra existem 4 tipos de contêiner cada um com uma cor. E são muitos os caminhões recolhendo o lixo. E cada um deles pega o container de uma cor: doméstico, reciclável, comercial e industrial. Cada caminhão é preparado para transportar o seu tipo de lixo, tudo feito mecanicamente com um braço acoplado ao veículo, na maioria das cidades.

O município cobra (bem) para retirar o lixo da frente das casas, empresas e edifícios. E o que está fora dos contêineres fica lá. E, por incrível que pareça, todos respeitam a cor do container. Dificilmente se vê cães, gatos e quatis, uma praga lá, remexendo os lixos.

Algo assim no Brasil seria possível, mas não sei se funcionaria devido a mentalidade de nossa gente quanto ao descarte do lixo. Aqui, dentro de casa, ele atrapalha. Ninguém o quer do lado de dentro da porta.

O problema aqui no Brasil é que as cidades aumentam a cada pouco, assim como a população e também aumenta o consumo e, consequentemente, a produção de lixo. Se formos levar na ponta do lápis a empresa recolhedora do lixo teria de ter vários caminhões e pessoal suficiente para dar conta do recado por que é muita coisa produzida, independentemente do tamanho das cidades. E tudo isso envolta em alto custo.

O lixo é um grande e sério problema global desde o seu recolhimento até o destino final.

Por fim, está na hora de parar com explicações e dar um basta neste problema aqui em Tapera, por que tá feio isso aí.

Ebulição global


Com o que o homem anda fazendo com o planeta Terra o efeito estufa não mais existe. Hoje, pelo que vemos em todos os cantos do globo, ele está em ebulição e não sei se poderemos consertar os estragos que foram feitos nele ao longo destes anos todos. Acho que, a partir de agora, o homem terá de se adaptar do jeito que puder para sobreviver e a vida não será nada fácil para ele e os seus daqui para frente.

O planeta quer o seu espaço e tudo fará para reavê-lo e ainda afastar os entraves.

O homem apostou alto contra a natureza e terá de bancar agora. Vamos ver se ele tem cacife para isso.

A propósito. Ebulição global é o agravamento de eventos climáticos extremos, provocado pelo contínuo aquecimento do planeta, o que resulta em um aumento de secas, enchentes e outros desastres naturais pelo mundo todo.

Pensamento do Dia


“Quando perdemos dinheiro, não perdemos nada. Quando perdemos saúde, perdemos algo. Quando perdermos o caráter, perdemos tudo”.

Desconheço a autoria

Encontro de colegas


Na manhã da última sexta-feira (14/06), sabendo que o senador Ireneu Orth estava em Tapera (RS), fui até a sua empresa, a Transorth, para lhe cumprimentar. E lá encontrei algumas figuras da política local e regional em audiência com o ele. Vários pedidos foram feitos a ele.

Após, no escritório com ele, ficamos eu, o Paulinho Lacerda e a Kelly Lopes, que trabalhamos com o Ireneu no seu primeiro mandato, em 1983/1984. Eu era escriturário e secretário da Junta de Serviço Militar, o Paulinho era o estafeta e a Kelly a secretária. Isso há 40 anos. Imagina…

E, conversando, lembramos daquele tempo e também de algumas histórias acontecidas naquele período e que não foram poucas.

O Ireneu foi prefeito de Tapera aos 32 anos e depois ocupou a principal cadeira do município por mais três vezes.

Maiores economias do mundo em 2030


A economia mundial tem passado por diversos desafios no período pós-Covid, marcado por uma desaceleração quase generalizada entre os países. No entanto, apesar destas adversidades, as expectativas para o crescimento econômico a longo prazo continuam positivas, embora de forma mais moderada. Vários fatores, como as taxas de juros elevadas e a persistência de uma inflação alta, continuam a moldar este cenário.

Baseado nisso e nos dados levantados da última reunião do Fórum Econômico Mundial, o banco Standard Chartered encomendou uma pesquisa para saber quem serão as maiores economias do mundo em 2030. Pois, o estudo coloca na lista países emergentes como Indonésia, Turquia, Egito e Brasil, pelos seus PIBs.

Segundo a pesquisa, as 10 maiores economias do planeta, em 2030, serão: 1º EUA, 2º China, 3º Japão, 4º Alemanha, 5º Reino Unido, 6º França, 7º Índia, 8º Itália, 9º Brasil e 10º Canada.

O banco Standard Chartered fala muito bem do Brasil pelo seu protagonismo em vários setores.

Pensamento do Dia


“A certeza de ter feito o que é certo não te garante a recompensa, garante a paz. E não há recompensa melhor que a paz de ter feito o que é certo”.

Desconheço a autoria.

Carros abandonados sairão de cena em Tapera


A Prefeitura de Tapera (RS) vai enviar à Câmara de Vereadores, na próxima semana, projeto de lei tratando do recolhimento dos veículos que estão estacionados há muito tempo pela cidade.

A informação me foi dada pelo prefeito Osvaldo Henrich Filho nesta sexta-feira (14/06). O vereador Marcio Paulus, que também é presidente do PP taperense, participou da conversa e dará mais detalhes sobre o assunto na sessão ordinária de segunda-feira (17/06).