Pensamento do Dia
“Ninguém é melhor do que ninguém, mas alguns se destacam por seu caráter e outros pela falta dele”.
Desconheço a autoria.
“Ninguém é melhor do que ninguém, mas alguns se destacam por seu caráter e outros pela falta dele”.
Desconheço a autoria.
A primeira bandeira de Tapera (RS) foi criada pela Lei Municipal 531/1974, de 01.11.1974, assinada pelo prefeito Isidoro Gregório Simon (1973-1976) sendo revogada pela LM 775A/1983, de 02 de setembro de 1983, assinada pelo prefeito Ireneu Orth (1983-1988), no seu primeiro mandato.
A nova bandeira foi criada a partir de um concurso público realizado envolvendo estudantes e a população em geral. Ao final, a comissão formada escolheu o desenho de Nadir Natal Crestani, segundo ele próprio.
A bandeira tem a forma retangular secionada em diagonal, da base inferior esquerda à parte superior direita, por dois triângulos retângulos nas cores azul e branco, tendo ao centro um brasão com uma série de símbolos.
O SIGNIFICADO DAS CORES:
– O triângulo inferior tem a cor branca simbolizando a paz, a harmonia e a integração das diversas raças que compõem a população taperense, além de representar ordem, justiça e fraternidade.
– O triângulo superior tem a cor azul representando o céu. Significa o ideal do povo taperense, o seu esforço contínuo em busca da perfeição.
O BRASÃO
O brasão estampado no centro da bandeira foi criado pela Lei Municipal 147/1961, de 20 de novembro de 1961, assinada pelo prefeito João Maximiliano Batistella (1960-1963), em seu primeiro mandato, sendo revogada pela LM 518/1983, de 25 de junho de 1974, assinada pelo prefeito Isidoro Gregório Simon.
Segundo registros, o brasão foi criado antes da bandeira, e é formado por um escudo ducal dividido em quatro campos distintos, tendo dois apoios laterais, um apoio inferior, uma coroa mural e uma faixa.
REPRESENTAÇÕES:
– COROA – A fecundidade e a resistência cívico-moral do município.
– RAMOS AGRÍCOLAS – O pé de soja e a espiga de trigo representam as riquezas básicas, a economia.
– CASA, PINHEIRO, TERRENO E CÉU – A casa representa a origem do nome. O pinheiro a primeira riqueza e o processo de reflorestamento. O terreno as ondulações do planalto onde se situa. E o cruzeiro do sul a pátria.
– LIVRO – A qualidade da educação.
– COURO – A indústria pioneira: o curtume.
– TRATOR, ARADO E TERRA – A mecanização e sua economia maior.
– FAIXA – Traz o lema de Tapera e as datas de fundação e de emancipação.
Tapera (RS) tem mesmo vocação para o cooperativismo. Com a inauguração da Cresol nesta sexta-feira (27/09), o município passa a ter 10 cooperativas atuando diretamente em seu território.
Além da Cresol Tapera tem Sicredi e Sicoob (crédito), Cotrisoja, Cotribá e CVale (produção); Santa Clara (supermercado e leite), Coeducars (educação), Coprel (energia) e Unimed (médica).
“Se você não é notado você não é nada”.
Desconheço a autoria.
Eu voto desde 1982, então, lá se vão 42 anos de escolhas, com uma eleição a cada dois anos. Já peguei uma ou duas em que se votava do presidente ao vereador, ainda em 15 de novembro, data da Proclamação da República. E, neste período todo, eu vi e ouvi muitas coisas, sendo algumas do arco, na forma de estratégia sábia e furadas e também de apelação. Mas, é parte do jogo, afinal vale tudo para vencer.
Mas, a cada eleição o pessoal quer saber sobre debates, comícios e pesquisas, como agora.
Só que assim. A pesquisa publicável, com autorização da Justiça, é realizada quando o partido está bem na foto, como forma de manter a mobilização da militância e captar o voto dos indecisos e daqueles que costumam votar em quem está na frente. Tem ainda aquelas, maquiadas, onde o partido muda os números e divulga que está na frente com o objetivo de manter a militância na luta, afinal é preciso chegar ao final da corrida.
E tem ainda aquelas de consumo interno, que não são publicadas, mostradas nas visitas e nas ruas, mas que além de não ter validade também podem ser maquiadas.
Comício o pessoal não faz mais devido aos altos custos e também o tempo que se gasta para montar, mobilizar, realizar e desmontar. E além do mais, o pessoal não tem mais paciência para um evento longo como ele.
Já o debate somente é bom para quem não está na liderança sendo buscado como forma de reverter o jogo. E quem está na frente se preserva de ataques e desgaste. Sem falar no que está acontecendo em São Paulo com agressões físicas.
Enfim, como a campanha foi encurtada, hoje em torno de mais de 40 dias, diferente do passado que duravam meses e o desgaste financeiro, físico e mental era grande, faz-se um só e pronto.
As campanhas mudaram radicalmente nestas últimas quatro décadas e hoje, com estes novos tempos, as estratégias são bem outras. As campanhas de hoje são mais inteligentes, apesar da lei que não deixa os partidos à solta, e com razão, pois todo jogo precisa de regras
O Rock in Rio bombou no Rio de Janeiro, só que de rock ele não tem mais muita coisa não. Teve apenas uma noite em 7. Hoje, devido aos vários estilos e gostos que dominam a música internacional, todos eles entraram na sua listagem de participação e para cada um teve um palco, sete ao todo. Bem eclética a coisa, agora também com funk, sertanejo, samba, pagode, rap, trap e eletrônica.
Lembro do primeiro, realizado em 1985, com uma lista de nomes de cantores, cantoras e bandas de dar gosto, com o devido perdão do meu gosto musical. Nada contra os outros estilos, mas o rock é o meu preferido. Menos o pesado.
O Rock in Rio 1985 teve 10 dias de puro rock, de 11 a 20 de janeiro, com nomes de peso como Queen, Scorpions, AC/DC, Iron Maden, Rod Stewart, Nina Hagen, Ozzy Osbourne, Yes, entre outros, além de estrelas nacionais. Só rock dos bons.
Para se ter uma ideia Queen, Scorpions, Rod Stewart e AC/DC se apresentaram duas vezes cada um, e sempre com a área tomada de gente.
E quanto será que cobraram essas quatro bandas para fazer dois shows?
Repito. Nada contra os demais estilos musicais, estou aqui apenas mostrando como era o Rock in Rio na sua essência e de como ele é hoje, completamente aberto musicalmente. Para todos os gostos e estilos.
Li que alguns gringos não gostam muito de se apresentar no Brasil devido ao “calor” do brasileiro. Segundo eles as pessoas se aglomeram na frente do hotel fazendo barulho, abordam eles alucinadamente na rua e cantam junto (e bem alto) a música que está sendo tocada no palco. Tem gente que não gosta deste “grude” típico brasileiro.
E para finalizar. Podem mudar o nome do evento por que de rock ele não tem mais nada.
“Nós não vemos o que vemos, nós vemos o que somos. Só veem as belezas do mundo aqueles que tem belezas dentro de si”
Desconheço a autoria.
Hoje à noite, às 19h, no Instituto Cônego Bento, antigo Seminário aqui de Tapera (RS), a ACIT realiza o seu painel com os três candidatos a prefeito e a vice.
Na oportunidade, os mesmos responderão a questões relacionadas ao setor econômico do município. A entidade quer saber deles quais seus planos para Tapera nos próximos quatro anos.
O painel será mediado pela jornalista Daniela Secco Bandeira, de Carazinho.
O PL informou à ACIT, através de nota oficial, que não participará do painel por entender que a comunidade em geral deveria participar dele e não apenas os empresários associados.
Uma pena que o PL não participará do evento, pois o empresariado gostaria de saber o que os três partidos (PP, PT e PL) pretendem para Tapera a partir de 01 de janeiro até 2028. E de repente, poderiam receber boas dicas para incluir no seu programa de governo.
É maravilhoso para a alma a pessoa fazer doação, ajudar, mas isso só terá validade (e sentido) se não houver divulgação, pois do contrário não é doação, não é ajuda, mas publicidade, e isso faz mal para a alma. E para a imagem da pessoa, também.
“Tudo que você alimenta, cresce. Então, pare de alimentar tristezas, mágoas, gente chata na sua vida e coisas que desgastam a sua saúde mental. Alimente o amor, o bem, as pessoas legais e coisas que te trazem paz”.
Desconheço a autoria.