A preocupação com a limpeza aqui em Tapera (RS), mais precisamente com o lixo, muito comentado hoje em dia, vem de anos conforme podemos ver nesta fotografia tirada no centro da cidade, no final dos anos 1970 e começo dos 1980. Repare que no poste, localizado bem em frente a hoje Kipresentes, tem uma placa pendurada com a inscrição “CIDADE LIMPA POVO CULTO”.
Agora repare nela que a Avenida XV de Novembro está limpa. Veja que nos meios fios e no canteiro central não há terra nem inço. E o engraçado é que não se vê na então Praça Olavo Bilac, hoje Dr. Avelino Steffens, lixeiras instaladas como atualmente. Antigamente éramos mais conscientes quanto a limpeza e o lixo.
Também dá para se ver a beleza que é esse pavimento de PVS (blocos), sem nenhum desnível ocasionado pelos constantes buracos que são abertos anualmente no centro da cidade. Eu, particularmente, acho muito bonito esse tipo de pavimento.
E repare ainda que, à esquerda da foto, aparecem a antiga Telefônica e a seu lado a Prefeitura velha onde hoje está o Centro de Eventos Tapera, um dos cartões postais do município e um orgulho para nós taperenses. E à direita a antiga praça, hoje completamente mudada.
A propósito. Que tal voltarmos para esse tempo e começarmos a cuidar da cidade onde vivemos e criamos os nossos filhos?
“Entenda os seus medos, mas jamais deixe que eles sufoquem os seus sonhos”.
Desconheço a autoria.
Essa história veio das memórias do médico Anildo Sarturi, já falecido, que nasceu aqui em Tapera (RS), e que depois se transferiu para Porto Alegre, e que me foi repassada pelo Nadir Crestani, outro taperense que também foi residir em Porto Alegre.
Conta o médico e escritor que, nos anos de 1920 e 1930, quando Tapera era ainda uma aldeia, tinha um homem chamado “Vetjo Cula”, que no dialeto italiano era Velho Cula, que era uma espécie de faz tudo no vilarejo sendo sineiro, coveiro, sacristão (coroinha) e até sapateiro.
Cula Scolari era um homem baixo, com um defeito em uma das pernas, e que por isso usava muletas.
No campanil da antiga igreja, o Cula manuseava com maestria as três cordas dos três sinos, sendo o pequeno pela manhã e quando morria uma criança, o médio ao meio dia e os três, sendo o terceiro o maior deles, ao mesmo tempo, quando havia missa no povoado. O menino Anildo conta que se divertia vendo o velho badalando os sinos, assim como as demais crianças da aldeia.
Cula Scolari tinha filhos, sendo um deles o Ricieri, que ajudava seu pai no seu hotel, o Hotel dos Viajantes, o primeiro de Tapera. Anildo não lembrava o nome dos demais.
Com a morte do Vetjo Cula, a viúva Dália e os filhos foram morar em Passo Fundo, do qual Tapera também foi distrito, no Boqueirão. Pois, um dos filhos de Cula e Dália teve um filho que foi chamado de Luiz Felipe, que mais tarde se tornou jogador de futebol tendo jogado primeiro no Gaúcho e depois se transferiu para o Caxias, de Caxias do Sul (RS). Depois que abandonou o futebol Luiz Felipe, que conhecido por “Felipão”, se tornou técnico de futebol, tendo trainado o Grêmio e times do Rio, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina até chegar na Seleção onde conquistou o Penta em 2002, na Coreia do Sul.
O Dr. Anildo conta que ele e sua esposa Linda, visitavam com frequência Dália Scolari, em Passo Fundo, e recebiam a visita dela em Tapera e que quando se encontravam falavam sobre o tempo que moravam no vilarejo e que ela sempre queria saber como estava ele.
Como se vê, Felipão, um multicampeão como treinador, tem raízes em Tapera.
Na última quarta-feira (13/11), o Jornal Nacional mostrou a farra de vereadores(as) gaúchos(as) participando de curso em Porto Alegre com polpudas diárias. Mas, como as Câmaras liberaram estas diárias para vereadores(as) que não se reelegeram? Mas, é muita cara de pau aceitar estes convites caças níqueis para faturar em cima.
E não dá para entender os caras promovendo curso em final de ano e de mandato. A impressão que fica é que estes são promovidos para garantir as festas de final de ano. E do Papai Noel, também.
Aí o repórter pediu a uma vereadora o que ela aprendeu neste curso ao que respondeu que isso só interessa a ela. Que tal?
Não dá para culpar Brasília por que ela é o reflexo dos municípios.
Agora, deve ser uma emoção incrível aparecer no JN, em nível nacional, em situação constrangedora e fugindo do repórter e também da câmera como o diabo foge da cruz.
“Não tenha medo de arriscar. Se der certo você vence. Se der errado você aprende”.
Desconheço a autoria
Com o objetivo de aliviar o trânsito no centro de Tapera (RS), a administração municipal pretende abrir uma rua (em amarelo no mapa) passando pelo meio da antiga planta do antigo curtume. Ela ligaria a Rua Guido Mombelli à Rua Coronel Gervásio, ligando por sua vez a Rua Giocondo Zanette, que passa ao lado da Igreja Assembleia de Deus, à Rua Adelina Mombelli, que acessa o Bairro Azul.
E para a ampliação dessa rua seria necessário a derrubada de duas paredes do prédio que está abandonado.
Com a abertura desta rua, que não tem data para acontecer, a área será dividida em duas. A que fica de frente para a Rua Nilo Peçanha pertence à empresa que adquiriu o Curtume Mombelli, em 2001; e a de baixo, de frente para a avenida, é de propriedade da Cooperativa Santa Clara.
O Curtume Mombelli marcou fundo na história de Tapera pela importância econômica que teve no desenvolvimento do município, muito antes dele se tornar um. No ano que vem Tapera completará 70 anos e a empresa, se estivesse ainda em atividade, teria mais de 100. Tapera, para lembrar, tem 127 anos desde que os primeiros imigrantes aqui chegaram.
O pórtico de Tapera (RS), localizado no trevo de acesso à cidade, na ERS 223, diferente do que muitos pensam, inclusive com ironias, representa um livro aberto símbolo relacionado ao título de “Cidade Cultura”. E, segundo soube, ele não foi concluído como estava no projeto.
O pórtico foi construído em 2001, no governo de José Nelson Balensiefer (2001-2004).
A propósito. O título de “Cidade Cultura” do Alto Jacuí foi uma sugestão da maior escritora taperense, Lydia Mombelli da Fonseca, lá nos anos 1960, em razão do nível cultural e educacional do município, em especial, devido ao “Colégio das Freiras”, atual Instituto Imaculada, que atendia estudantes de toda a região.
Outra hora falarei sobre a história deste “Cidade Cultura”.
“Sua alma é livre, não se prenda aos problemas da vida, apenas os resolva. Mas, lembre-se de suas escolhas e atitudes, você só colhe coisas boas e ruins se você mesmo as plantar”.
Desconheço a autoria.
A Câmara de Vereadores de Tapera (RS) está preparando a homenagem que faz anualmente a um grupo de idosos que teve destacado serviço prestado ao município. A data ainda não foi confirmada, nem os nomes dos homenageados deste ano.
No ano passado, a Câmara realizou a homenagem no dia 30 de outubro, momentos antes da sessão ordinária que seria realizada na noite.
“Quanto mais velho você fica, mais você percebe que não vale a pena viver com drama, conflito ou estresse. O que vale a pena mesmo é o conforto de viver cercado por pessoas que querem a sua felicidade”.
Desconheço a autoria.