Blog do Sarico

Pensamento do Dia


“É importante não apenas ter metas, mas também ser persistente. O caminho para o sucesso muitas vezes é cheio de desafios, e a determinação faz toda a diferença”.

Michelle Obama, advogadas e ex-primeira-dama dos EUA

Uma manifestação do passado pela agricultura


Essa foto mostra uma manifestação dos agricultores taperenses contra a política agrícola do governo federal no final dos anos 1970. Os produtores, conduzindo colheitadeiras e tratores, se reuniram em frente à Cotrisoja e após rumaram até o antigo Altar da Pátria, que ficava na praça central, em frente à Igreja Matriz, onde aconteceu um ato público em favor dos seus interesses.

Segundo o ex-prefeito e senador suplente Ireneu Orth, então diretor da Cotrisoja, aquela mobilização aconteceu de protesto contra o imposto proposto pelo governo federal sobre o preço da soja, que naquele ano subiu muito e o agricultor ganhou muito dinheiro com isso, conforme ele. Pois, o governo colocou um limite no valor e quem passava dele seria taxado com imposto. O Ireneu lembra que no protesto, o pessoal culpou o então ministro da Economia Delfim Netto, chamando-o de “Lagartão da Soja”.

Como podemos ver, a agricultura sempre esteve em conflito com o governo federal, mesmo sendo ele sabedor que ela é quem movimenta este país continental. E Tapera sempre participou de mobilizações em favor do setor, como aquela dos transgênicos realizada no Parque de Exposições lá no início dos anos 2000, que reuniu gente de todo o Estado, entre outras.

Agora, repare na foto que parecem o Tapera City Hotel, tendo a antiga agência da CEF e onde hoje está a MVM Automóveis. Também é possível ver a placa do Posto Simon e a construção da ala nova do então Hospital Nossa Senhora do Rosário, que hoje abriga a Secretaria da Saúde e toda a sua estrutura. E repare também na evolução do maquinário agrícola.

Fuga do trabalho


No Jornal do Almoço do último sábado (23/11), transmitido ao vivo de Erechim, durante feira que aconteceu lá, a reportagem entrevistou o prefeito que falou sobre as potencialidades do seu município e revelou que está abrindo um novo distrito industrial que gerará mais de 2 mil vagas de emprego. Por outro lado, ele disse que o município tem em aberto mais de 2 mil vagas de trabalho o que está preocupando o empresariado local.

Como se vê, o problema não é a falta de trabalho, mas a vontade do povo trabalhar. O problema é geral, em todo o País.

Até parece que o pessoal não quer mais trabalhar. Parece que não precisa. Mas, afinal, o que está acontecendo com a nossa gente?

Duas caçadas do passado


ando uma olhada no meu arquivo de fotos antigas encontrei estas duas perolas que mostram duas caçadas feitas por taperenses aqui na região, lá nos anos de 1920.

Essas caçadas aconteciam em Ibirubá, quase na divisa com Cruz Alta, numa propriedade pertencente à viúva Knopp. Numa delas é possível ver parte da sede da referida propriedade.

Agora, repare a quantidade de perdigões e de perdizes que aquele pessoal caçou com suas espingardas. Naquele tempo, segundo os mais antigos, havia muita caça na região e o pessoal aproveitava.

Nestas fotos aparecem o meu avô, Vitório, que gostava de uma caçada. Lembro da espingarda Bayard, calibre 36, que ele usava, chamada por ele de “estiopeta”. O cachorro “perdigueiro” dele chamava “Dingo”.

A propósito de caçadas. Lembro das passarinhadas que o nôno fazia quando éramos crianças. Ele tinha uma espingardinha, uma “quarentinha” (calibre 40), usada para caçar azulões ou papa figos ou ainda “ticrós”, chamados por ele, que vinham visitar o seu pomar em busca de frutas. Quando ele tinha uma certa quantia de aves ele fazia a passarinhada em pequenos espetinhos de madeira com legumes numa pequena fogueira improvisada. Aí reunia os netos para apreciar a gostosa iguaria acompanhado de limonada, laranjada ou suco de vinho. Aquilo era uma festa que nunca esqueci.

Agora, eu fico imaginando como aquele “Fordzinho”, pertencente ao Luiz Aliprandini, transportava toda aquela turma com suas armas e cartucheiras, mais os cachorros e as caças. E o pessoal dava jeito de transportar tudo num trajeto de mais de 120 km por estradas de chão, ida e volta.

Para que serve a ONU?


A ONU (Organização das Nações Unidas) foi criada em 24 de outubro de 1945, logo após o final da Segunda Guerra Mundial, com a intenção de impedir outro conflito como aquele. Na sua fundação, ela tinha 51 Estados-membros e desde 2011, são 193.

Agora, se foi criada para promover a paz no mundo por que ela não consegue dar um fim às guerras na Ucrânia, na Faixa de Gaza e no Líbano, que estão matando milhares de pessoas, a maioria inocentes? E no mundo, hoje, existem mais de 30 conflitos mundiais, sendo a maioria na África.

Os políticos, entre os quais o presidente Lula, falam a todo momento em mediar os conflitos no leste europeu e no Oriente Médio, mas nada acontece e as guerras e as matanças continuam. O que se vê é só jogo de cena de gente tentando se mostrar importante e também liderança mundial.

Eu, sinceramente, vejo a ONU como uma entidade que mantem aparências, onde os políticos mostram a força de seus países em todas os setores, como que tentando impressionar os demais. Nada mais do que isso. É só confete.

Enfim, qual o propósito deste organismo se ele não consegue promover o que se espera dele?

A ONU não tem poder pois está nas mãos de cinco países que comandam o Conselho de Segurança (EUA, China, França, Reino Unido e Rússia) que estão mais preocupados com o seu quintal do que com os dos outros e ainda tirar vantagem deles.

Como disse, é só confete. Política decepcionante.

Para que serve a ONU?


A ONU (Organização das Nações Unidas) foi criada em 24 de outubro de 1945, logo após o final da Segunda Guerra Mundial, com a intenção de impedir outro conflito como aquele. Na sua fundação, ela tinha 51 Estados-membros e desde 2011, são 193.

Agora, se foi criada para promover a paz no mundo por que ela não consegue dar um fim às guerras na Ucrânia, na Faixa de Gaza e no Líbano, que estão matando milhares de pessoas, a maioria inocentes? E no mundo, hoje, existem mais de 30 conflitos mundiais, sendo a maioria na África.

Os políticos, entre os quais o presidente Lula, falam a todo momento em mediar os conflitos no leste europeu e no Oriente Médio, mas nada acontece e as guerras e as matanças continuam. O que se vê é só jogo de cena de gente tentando se mostrar importante e também liderança mundial.

Eu, sinceramente, vejo a ONU como uma entidade que mantem aparências, onde os políticos mostram a força de seus países em todas os setores, como que tentando impressionar os demais. Nada mais do que isso. É só confete.

Enfim, qual o propósito deste organismo se ele não consegue promover o que se espera dele?

A ONU não tem poder pois está nas mãos de cinco países que comandam o Conselho de Segurança (EUA, China, França, Reino Unido e Rússia) que estão mais preocupados com o seu quintal do que com os dos outros e ainda tirar vantagem deles.

Como disse, é só confete. Política decepcionante.

Não reclame, solucione


Você não tem problemas, você tem situações;
Só quebra o carro quem tem carro;
Só acaba o gás quem tem gás em casa;
Só estraga a geladeira que tem geladeira;
Só fica doente quem está vivo;
Situações fazem parte da vida, você não é mais criança, foque na solução ao invés de reclamar.

Desconheço a autoria.

Tapera rodeada de mato


Quando os primeiros imigrantes chegaram em Tapera (RS), por volta de 1897, encontram aqui muito mato, principalmente pinheiros com medidas consideráveis em altura e grossura. Pois, começaram a derrubar árvores para a construção de suas moradias e mais tarde para outras construções pois mais gente vinha para cá e moradias e comércios eram necessários.

Inicialmente o trabalho de derrubada de árvores era bastante rudimentar, feito com serra manual, daquelas com duas pessoas a manuseando. Com o passar dos anos começaram a surgir as serrarias, que facilitaram bastante a vida dos primeiros habitantes. Inclusive, o meu avô paterno Vitório, teve uma na Linha Etelvina e lembro que, quando pequeno, ele contava sobre a dimensões dos pinheiros que eram derrubados para a produção de tábuas para a construção de casas e de empresas em geral e o sacrifício de cortar e transportá-los até a serraria naquele tempo. Também, da quantidade de animais que existia aqui.

Nas fotos estão duas serrarias e por elas dá para se ter uma ideia do tamanho das árvores, algo que raramente encontramos atualmente na natureza. Pelo menos por aqui.

A propósito. Numa das fotos aparece um caminhão moderno. A ideia é mostrar como era a paisagem por aqui, coberta de verde, lá no começo de tudo.

Pensamento do Dia


“Maduro o suficiente pra não guardar rancor, mas com memória excelente pra não esquecer o que passei”.

Desconheço a autoria.