Quem está mentindo mais nesta campanha? E o pior é que mostram documentos atestando a “veracidade” da mentira. O povo brasileiro não merece isso. Definitivamente, não.
A mentira tem pernas curtas e grossas e nada bonitas. Quem mente mais ou menos, cabe a cada um analisar, afinal, estamos em tempos de internet, onde tudo pode ser comprovado, ou não;;;;
Tu não assistiu o debate?
Só pela cara dos candidatos dava para ver quem estava mentindo.
Nervoso, olhos faiscantes, mordendo os lábios…
Que fim levou o sorriso irônico dos outros debates?
Quero informar também que após a Dilma informar o site onde a informação dela estava disponível, este fechou, dado ao alto número de consultas.
No próximo debate vão haver mais desmentidos.
(Estamos aguardando teus comentários sobre ontem. Pela minha experiência particular, quando há um silêncio como agora, é porque a Dilma ganhou o debate).
Alienação total… Putz, olhos faiscantes???? kkkk O debate teve dois vencedores e um perdedor, o povo brasileiro. Ataques de ambos os lados e muita “leviandade”. Estou admirado com o despreparo da atual presidente. Com a sua experiência ela deveria estar mais segura. O Aécio mostrou uma face arrogante no inicio, mas que foi logo corrigida pelos seus conselheiros. Alias, você já leu qual a estratégia do João Santana para a campanha da Dilma? Jogar o povo contra o povo. Isso é baixo e subestima a nossa capacidade. Por isso vou votar pra tirar esse governo manipulador. Não vou usar a palavra corrupto hoje. Cansei.
Ainda bem que as opiniões são apenas tuas.
O próprio Boechat, insuspeitíssimo, achou a Dilma muito preparada, tanto que foi cumprimentá-la no final por isso.
E a segurança dela surpreendeu até o insuspeitíssimo Ricardo Noblat, primeiro e principal blogueiro do Globo, que afirmou taxativamente que a Dilma ganhou o debate (e por isso seu comentário foi retirado pela direção e logo depois recolocado, veja só).
O susto foi grande, como se pode ver pelo silêncio geral pós-debate.
E desde quando o povo perde quando dois candidatos a presidente debatem publicamente, cara a cara, olho no olho?
Ah, ia esquecendo.
Se está acostumado a usar a palavra corrupto, verfique a lista fornecida pela Dilma, durante o debate, sobre ações suspeitas praticadas pelos tucanos, não investigadas e muito menos castigadas.
Você tem notícia de algum tucano preso?
Será que esse partido só tem membros da confraria da Madre Tereza?
E o convento seria em Minas, berço do mensalão, na Serra da Canastra?
Portanto, não precisa economizar a palavra corrupto.
Pode usá-la a vontade no seu próprio partido.
SARICO COMO TODOS SABEMOS, QUEM MENTE É O PT.
VOU DESMENTIR AS MENTIRAS FALADAS PELA PETRALHA DILMA, AQUELA QUE SUA TURMA DESVIOU BILHÕES DA PETROBRAS, AMIGA DO COLLOR, SARNEI, MALUF,
MENTIRA 01- AÉCIO EMPREGOU IRMÃO NO GOVERNO DE MINAS.
Andréia Neves trabalhou como voluntária(sem ganhar um tostão) no SERVIÇO VOLUNTÁRIO DE AÇÃO SOCIAL, uma função que fica geralmente com a primeira dama, como Aécio na época era solteiro convidou a Irmã para ser voluntária.
MENTIRA 02- AÉCIO NÃO FEZ NADA NO SENADO
Aécio é um senador atuante e premiado,o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) indicou Aécio, em 2013, como um dos parlamentares mais influentes do Congresso, e, no mesmo ano, Aécio também foi eleito como o melhor senador pela votação do público no respeitado Prêmio Congresso em Foco. Aécio fez mais de 160 proposições durante três anos e meio de mandato como senador
MENTIRA 04- O PSDB QUEBROU O BRASIL 3 VEZES
O Brasil, de fato, quebrou. Só que foi nos anos 80, uma década antes do que acusa o PT. E, não foi só o Brasil: quebraram também o México, a Argentina e o Uruguai. Foram anos difíceis para os países da América Latina nessa fase em que os regimes militares na região estrebuchavam e a democracia desabrochava nesta época o PSDB não governava o Brasil.
Foi o PSDB através do Plano real o responsável pelo fim da inflação e o desenvolvimento do Brasil.
MENTIRA 05- AÉCIO ACUSADO DE DESVIAR 4,30 MILHÕES DA SAÚDE
É, talvez, a mais tosca das mentiras. O processo nunca tratou de “desvio de dinheiro”, mas do que o Ministério Público considerou inicialmente ser “desvio de finalidade”, porque Aécio, ao discriminar os seus gastos de saúde, indicou R$ 4,3 bilhões que foram destinados ao saneamento. O Ministério Público, portanto, considerou que investimento em saneamento não poderia constar do orçamento da saúde, mas logo foi confrontado com informações como a de que a OMS (Organização Mundial de Saúde) considera o investimento em saneamento como o melhor dos investimentos em saúde, por se tratar de gasto com a prevenção. Estimativa da própria organização, ligada à ONU, revela que a cada R$ 1 gasto em saneamento, economiza-se R$ 4 em saúde.
VOLTO A REPETIR, PRECISAMOS DE ALTERNÂNCIA DE PODER, O PT JÁ FICOU 12 ANOS, TODOS DENTRO DE BRASILIA SABEM COMO DESVIAR DINHEIRO, FICARAM 12 ANOS APRENDENDO.
AÉCIO É UM POLÍTICO EXPERIENTE E ESTA CERCADO POR PESSOAS SÉRIAS.
FORA COLLOR, FORA DILMA, FORA SARNEI, FORA RENAM. AÉCIO NELES
A falta de originalidade de Aécio e a profusão de mentiras, simplesmente com o prazer de atacar o governo da presidenta Dilma, foi desmascarada no programa eleitoral desta terça-feira (14).
O presidenciável tucano mais uma vez se fez valer de inverdades, assim como Marina no primeiro turno, ao dizer que Dilma não cumpriu a promessa de construir as 6 mil creches previstas em seu plano de governo (2011-2014). Pior! O candidato do PSDB se apoderou da proposta da Dilma, já realizada nos quatro anos de mandato.
“A atual presidente da república prometeu construir seis mil creches e não construiu. Eu, além de construir essas seis mil creches em todas as regiões do Brasil, vou aumentar a idade de permanência da criança nas creches”, disse Aécio, durante o programa exibido nesta terça.
Em balanço publicado no mês passado, a Folha de S.Paulo constatou que foram feitas 5.902 unidades até 2013, das seis mil prometidas.
Segundo a Folha, a presidenta deixou de cumprir apenas 14 (20%) das 69 promessas que fez na campanha de 2010.
Sartori está com 60% e Tarso 40%, Aécio na frente de Dilma na corrida presidencial.
O Brasil precisa de alternância de poder, o princípio da alternância na ocupação do cargo é extremamente saudável para a manutenção dos princípios democráticos, garantindo nossa vitória que é a conquista da democracia.
Para que a democracia seja praticada, é importante evitar a perpetuação de grupos e partidos no poder, e garantir por meio da renovação constante, que novos ares e ideias transformem e eliminem as más práticas políticas que infelizmente, ainda acontecem no nosso país cito como exemplo o mensalão e o escândalo da Petrobras.
AÉCIO E SARTORI representam esta alternância
Ficou claro para todo o Brasil. Enquanto nossa presidenta investiu na criação de empregos, melhores salários e oportunidades para todos, os tucanos insistem em querer reviver o passado de arrocho e desemprego. Ouça no programa de hoje (16) as conquistas e propostas de Dilma, além dos problemas que Aécio deixou como herança para Minas Gerais.
Diga-me em quem votas que te direi quem és. A releitura do ditado popular cai como uma luva para o candidato Aécio Neves e os eleitores dele.
No debate da Band, ontem (14), a tucanada não conseguiu esconder a falta de educação e, pior, o machismo que os une.
Para começar, a presidenta Dilma foi recepcionada na chegada à emissora por um coro que dizia “Vaca! Vaca!”.
Em seguida, durante o debate, Aécio mostrou sua falta de respeito referindo-se à Dilma como “mentirosa”, “leviana” e “ignorante”; e o machismo, ao usar expressões ultrapassadas, como “dona de casa”, ao falar das mulheres e, “trabalhador”, ao citar os homens.
“Ele externou o que ele é: machista e conservador”, diz a secretária Nacional de Mulheres do PT, Laisy Moriére.
O candidato, que já havia sido reprovado por levantar o dedo em riste para a então candidata do Psol, Luciana Genro, mostrou desconforto em assuntos como a violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.
Cite o caso dos servidores públicos federais iludidos com o Programa de Demissão Voluntária do FHC. São mais de 20 mil prejudicados !
Esse PDV não melhorou a vida de ninguém, tendo em vista os vários acordos que o governo na época prometeu, e não cumpriu (como sempre os tucanos fazem).
Serve de alerta para os servidores atuais e os do futuro, que entraram com os Concursos públicos, que o Aécio não vai fazer !
Use isso nos debates !
Esse Playboy tem que cai
Segundo o programa de TV desta quarta-feira (15) do candidato José Ivo Sartori (PMDB), a educação no Rio Grande do Sul vai de mal a pior. Só em Caxias vai bem. Lá a educação é uma maravilha. Tudo em Caxias parece ser uma maravilha, segundo a propaganda, graças a Sartori, o gringo simples, humilde e trabalhador, que, supostamente, não tem ideologia, nem preconceitos.
No dia dos professores, o programa anuncia que a valorização dos professores não será restrita a questões salariais (um eufemismo para dizer que as “questões salariais” não serão prioridade?).
Durante o dia, o candidato do PMDB já havia reafirmado, durante entrevistas na RBS, que o salário mínimo regional não será mais tratado como uma política pública ou uma ação de governo. O Estado passará a ser um mediador entre o capital e o trabalho (apesar de já existir uma coisa chamada Justiça trabalhista que, parece, já tem essa atribuição).
O programa do gringo Sartoriu anuncia um Rio Grande Multilingue para aproveitar a nossa “incrível diversidade cultural”. Essa “incrível diversidade cultural” parece se resumir ao mundo oriundo da colonização europeia no RS, especialmente a italina e a alemã. Propõe que o italiano e o alemão sejam ensinados nestas regiões. E acrescenta, quase como uma carona geográfica, o ensino de espanhol na região da fronteira. Não faz qualquer referência aos outros povos que compõem a população do Rio Grande do Sul, como africanos, indígenas, poloneses, russos, ucranianos, portugueses, e outros.
Simpáticas crianças loiras aparecem saudando Sartori em italiano e alemão. Para expressar a nossa “incrível diversidade cultural”, um jovem negro aparece dizendo que quer estudar italiano para ser cozinheiro. Tudo, segundo Sartori, para inserir os jovens numa economia globalizada.
O candidato do PMDB diz que seu partido é o Rio Grande, mas seu programa apresenta o Estado como uma extensão de sua Caxias do Sul. Nasci em Caxias e gosto muito da cidade, mas ela está longe de ser a cara do Rio Grande, que é um somatório de muitas outras cidades e povos, como Passo Fundo, Santa Maria, Nonoai, Iraí, Erechim, Lagoa Vermelha, Coronel Bicaco, Canoas, Pelotas, Alvorada, Rio Grande, Gravataí, São Borja, Carazinho, Camaquã e tantas outras. A íncirvel diversidade cultural abriga os “gringos” e alemães” sim, mas abriga muitos outros povos e culturas que, na campanha de Sartori. aparecem, na melhor das hipóteses, como figurantes.
ecentemente encuquei com a quantidade de pessoas que julgo inteligentes e que estão declarando voto-protesto em Aécio “para mudar tudo isso aí”. Sempre que alguém me diz que “do jeito que as coisas estão não dá mais” me pergunto se essa pessoa nasceu e cresceu na Dinamarca e chegou no Brasil há alguns anos apenas. O que não dá mais exatamente? As coisas não estão ótimas, mas já foram imperialmente mais grotescas. Talvez tudo esteja melhor com exceção do trânsito nas capitais – e vamos combinar que trânsito na capital não é a rigor um problema do Governo Federal.
“Ah, mas a corrupção está insustentável”.
Como assim, meu amigo? A corrupção é esporte nacional desde que o tal Dom João aportou por aqui. Pode não ter melhorado, mas agora está aí para ser julgada e condenada, como de fato está sendo.
“O PT quer instalar a ditadura”, já escutei gente que sei que é do bem dizer.
Mas então me expliquem que tipo de ditadura demora 13 anos para ser instalada? E que ditadura mantém poderes independentes e uma Polícia Federal que investiga o pessoal da situação? Que ditadura manda para a cadeia alguns de seus líderes mais influentes? Que ditadura permite ser chamada de ditadura sem mandar prender quem falou isso?
Encucada, comecei a refletir sobre essas coisas. Raramente minhas reflexões acabam em lugares produtivos, mas, por dever moral, compartilho aqui o que meus dois neurônios concluíram.
A sensação de insatisfação é mundial. Recentemente, a Europa teve que escolher o novo Parlamento, votado pela população dos países da comunidade Europeia, e duas correntes saíram vitoriosas da eleição: as de extrema direita e as socialistas. Me parece um recado claro de que todos querem mudança.
Mas mudança do que? O que está pegando?
O que está pegando é a desigualdade social e o desemprego. O Brasil não vai mal em nenhum dos dois (desigualdade e desemprego diminuiram), mas a onda da mudança chegou aqui também.
Todos nós sabemos que um pouco de desigualdade faz parte do jogo, mas a desigualdade que vemos hoje é alarmante e dilacerante. E, com a quebradeira de 2008 e os altos níveis de desemprego na Europa e nos Estados Unidos, é natural – embora abominável – que a turma da extrema direita, a turma do nacionalismo, a turma do “volta pra casa imigrante de merda porque é por sua causa que estamos nessa situação” se agigante e saia elegendo seus representantes. A explicação para a catastófica situação de hoje não é, claro, o imigrante, mas situações limite tendem a tirar o pior ou o melhor do ser-humano; e no caso da extrema direita é sempre o pior.
Mas o que levou a economia mundial a esse ponto?
Vamos analisar o caso americano, o berço do neo-liberalismo, esse sistema tão idolatrado pelos psdbistas, e onde hoje quatrocentas pessoas têm mais dinheiro do que a riqueza de metade da população somada. Os parágrafos a seguir estão mais no estilo “economia para idiotas” (o meu caso precisamente), mas sigam comigo porque eu prometo levá-los até que completemos um círculo inteiro.
Setenta porcento da economia americana está no consumo, e quem sustenta o consumo de qualquer economia é sempre a classe média. Se a classe média para de consumir, a economia para de crescer. O salário de um trabalhador comum nos Estados Unidos não cresce desde os anos 70. Não cresce significa que o poder real de compra do salário não muda há 40 anos. Está estagnado há quase quatro décadas. E estagnado nem é a palavra correta. O trabalhador comum ganha menos hoje do que ganhava em 1970.
Em compensação, a produtividade só cresceu, e só faz crescer até hoje. Então: se o salário é o que o patrão dá ao trabalhador, e se produtividade é o que o trabalhador dá ao patrão a gente consegue entender onde foi parar essa diferença. É um gráfico simples que até eu entendo. Mais produtividade, mais lucro. Mais lucro sem aumentar o salário do trabalhador significa acúmulo de dinheiro nas mãos apenas daqueles que controlam os meios de produção (perdoem se aqui o discurso soa marxista, sei que isso assusta alguns, mas prometo não arrepiá-los pedindo que se instale o comunismo).
E o que o patrão fez com esse dinheiro acumulado? Em vez de devolver ao mercado, ele guardou. Guardou em ações, em capital especulativo — no mercado de capital enfim. É um dinheiro que não cria utilidade social, o que seria aceitável numa sociedade de iguais, e não é esse o caso. Em 1970 a diferença entre o que ganhava um trabalhador comum e o que ganhava o dono do negócio era de 40 vezes. Hoje essa diferença chega a ser 400 vezes maior. Não precisamos de muito mais para entender o tamanho da desigualdade.
No mesmo período, fortificou-se a ideia de que taxar o patrão não é um bom negócio porque ele é o cara que cria empregos e, afinal, precisamos de empregos. Então, impostos sobre os ricos só caíram. Um trabalhador comum nos Estados Unidos hoje paga em torno de 30% de impostos. Warren Buffet, uma das maiores fortunas do mundo, paga 11%.
(Pausa para que façamos a digestão).
Naturalmente até meus dois neurônios entendem que não é o empresário que cria emprego. Quem cria emprego é o consumidor. O empresário não acorda de bom humor numa sexta-feira ensolarada e diz: “Que dia lindo! Vou criar vinte empregos hoje!” Ele, aliás, de uma forma geral só cria emprego em caso de última necessidade, e de não poder mais sobrecarregar o funcionário com tarefas extras porque o cidadão está esgotado. Se alguém auto-denomina “criador de empregos” ele está apenas fazendo uma declaração de poder e de status, nada além disso.
O centro do universo econômico é o consumidor e não o empresário como gosta de pensar o neo-liberal. E toda a história de prosperidade econômica de uma comunidade é uma história de investimento social. Investimento nas classes mais baixas, e em coisas básicas como educação – gratuita e de qualidade. Se querem um exemplo de investimento social fiquemos com a Coreia do Sul porque assim poupo vocês de falar de Cuba e não perco leitores.
Aqueles que insistem com o discurso da divindade do livre mercado ainda não se deram conta de que livre mercado nunca existiu porque o governo, qualquer governo, sempre regulou mercados. O problema americano é que, desde o neoliberalíssimo Ronald Reagan, os mercados passaram a ser regulados de forma a atender os interesses dos muito ricos apenas. Uma regulação mão-leve, vista-grossa, uma regulação que protege o opressor e não o oprimido.
Outra atitude tomada por Reagan foi o fim dos sindicatos. A economia americana hoje quase não tem sindicatos. E sem eles não há quem lute por reajustes salariais para o trabalhador, por isso a estagnação do poder real de compra do dólar por quarto décadas a despeito de tudo mais continuar a subir – casa, alimentação, saúde etc etc.
O que fez o trabalhador americano tendo que continuar a gastar com casa, alimentação, saúde e educação mas ganhando rigorosamente o mesmo salário por gerações? Se endividou. Gastou no cartão, fez empréstimos e, ainda mais cruel, acumulou empregos, trabalhando muitas vezees em dois ou três. Que custo isso tem para uma sociedade? Para as relações? Para as famílias? Sem dinheiro e tendo que trabalhar por horas sem fim as pessoas não se cuidam, não se relacionam decentemente, não criam filhos decentemente, não se alimentam decentemente. O diabo da economia capitalista é que, no fim, todo esse drama entra na conta como crescimento: médicos, remédios, psicólogos, mortes…
Não é preciso ser um gênio para etender que se a produtividade aumenta, o salário também precisa aumentar. Não apenas porque é legítimo e moral, mas porque se o salário aumenta, o trabalhador compra mais, e se ele compra mais a empresa cria mais empregos, e se a empresa emprega mais e fatura mais, ela paga mais impostos. E se ela paga mais impostos o governo ganha mais e investe mais em social e em educação e a economia cresce. Se em alguma dessas etapas o giro é interrompido para que alguma das partes possa acumular capital, a economia trava e a desigualdade aumenta.
Isso chamamos de neo-liberalismo: o mercado quase sem regulação federal, pouco ou nenhum investimento social, capital acumulado na mão daqueles que controlam os meios de produção.
O modelo neo-liberal, o modelo do PSDB, não prevê investimentos sociais (vamos apenas lembrar que o PT fez o Minha Casa Minha Vida, o Luz Para Todos, o ProUni e ampliou o Bolsa Família que era um programa nanico e anêmico durante os anos FHC), não prevê força sindical, não prevê taxação maior aos ricos, não prevê regulação mais forte do mercado em benefício das classes mais baixas.
O modelo PSDBista é uma cópia do modelo falido americano, e para que saiamos da abstração o melhor exemplo talvez seja a Cantareira e a falta de água em São Paulo. Quando a administração estadual decide não reformar o sistema que grita por melhorias para privilegiar a distribuição de dividendos a acionistas temos, na prática, o neo-liberalismo ferrando o social. Estamos sem água, mas os acionistas estão com seu lucro no bolso.
O modelo PTista, ao investir no social, mudou a cara do Brasil na última década. Fez ascender uma multidão de pessoas ao mercado consumidor, girou a economia, pagou o FMI, deu status ao país lá fora, diminuiu desigualdade, desemprego, tirou o Brasil do mapa mundial da fome, fortaleceu a Petrobrás (Ah, por favor. Sem essa de escândalo de corrupção. Está tudo aí, sendo investigado etc e tal. Veja apenas quanto valia a empresa com FH e quanto vale hoje).
Em outra palavras: você investe no social e nas classes mais baixas, todos ganham. Você investe no empresário, apenas o empresário ganha e a desigualdade aumenta.
Nem é preciso recorrer aos indicadores para que entendamos isso. Com 13 anos de investimentos sociais feitos pelo PT pergunte-se se algum de seus amigos que já eram ricos ficaram menos ricos. Não os meus. Quem era rico ficou ainda mais rico porque se mais gente passa a frequentar o mercado consumidor, se mais gente se educa e vive com um mínimo de decência, os donos dos meios de produção ganham ainda mais. A diferença é que agora o empresário pode viajar de avião ao lado do faxineiro da firma. É um exemplo tosco, mas vale por ser verdadeiro.
Eu sei, ainda estamos muito longe do ideal, mas não se muda 500 anos de tropeços e costumes deploráveis e desvios e sonegações em 12. É preciso mais tempo. É preciso mais investimento social. Mas estamos evoluindo, e uma administração neo-liberal interromperia todo esse processo.
É isso o que estaremos escolhendo no dia 26.
Não se trata de optar entre aqueles que fizeram o Mensalão ou aquele que construiu aeroporto particular com grana pública e empregou parentes em seu governo. Não se trata de escolher entre o “menor dos delitos”, ou em “alternar poder”. Não se trata de escolher entre o azul e o vermelho, entre o bom e o mau, entre o que fala bem e o que fala aos trancos, entre o filhinho de papai e a guerrilheira. Se trata de escolher um modelo de país. De optar entre o investimento no acionista ou o investimento no social. Entre a proteção ao dinheiro do rico ou à dignidade do pobre. É disso que se trata o dia 26.
enho ouvido recomendações de amigos próximos amigos estes que votam em Aécio, que não me pronuncie a respeito, que eu vote em quem eu quiser mas que fique calado.
JAMAIS ME CALAREI! NA VIDA DEVE-SE TOMAR POSIÇÕES! A MINHA AGORA VIROU MISSÃO!! ELEGER DILMA 13!
Quando falo que esta em marcha um golpe midiático para derrubar Dilma, algo parecido quando o IPÊS agiu para derrubar meu avô o Presidente Joao Goulart em 64, falo com preocupação.
Preocupação ao neoliberalismo que fará de tudo para manipular e distorcer informações. O mesmo neoliberalismo que no governo FHC tapou com seus bilhões investidos os furos dos bancos quebrados. Bancos estes que jamais estiveram ao lado do governo. Isso eles podem!! E ainda se atrevem a chamar o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” ou seja: dar bilhões para bancos falidos pode, ajudar no combate a fome quem vive na pobreza não pode!!
Vejam vocês que tudo isso é tão contraditório que ainda hoje ouvi um depoimento ATREVIDO de Aécio dizendo que: VÃO APRIMORAR O BOLSA FAMÍLIA! Mas o que acontece com essa gente? O que eles entendem de bolsa família?
Finalmente deixo para reflexão estas questões reafirmando que sim eles estão muito preparados para dar um “Golpe branco” em Dilma, seja agora mesmo ou após as eleições.
Mais uma prova desse golpe midiático deixo aqui com vocês para análise. Mais uma prova do que esta gente é capaz!
m pleno domingo à noite, em seu Facebook, João Alexandre Goulart, neto de Jango, o presidente deposto em 1964 por um golpe militar deixou um incisivo depoimento, declarando voto em Dilma:
“JAMAIS ME CALAREI! NA VIDA DEVE-SE TOMAR POSIÇÕES! A MINHA AGORA VIROU MISSÃO!! ELEGER DILMA 13!”
De acordo com João Alexandre, o mesmo papel golpista que a mídia exerceu em 1964 contra o seu avô, faz agora contra a reeleição de Dilma Rousseff.
Bah, mudei meu voto após o comentário do neto do Jango. Me arrepiei todo.
Bundamol!!! Usando o nome do avo pra criar caso. Manda esse camarada estudar ou fazer um serviço voluntário pra ajudar o povo. Deve ter recebido pensão a vida inteira. E vocês compram os comentários desses lixos. Brasileiro tem o que merece mesmo. Se lascar.
Você não mudou seu voto por causa disso. Você simplesmente confirmou. Deve estar muito bem de vida, com trabalho excelente, casa própria, carro do ano. Estudando es Universidade Particular e tudo de bom.
Mudei sim, antes era anti-Dilma. Mas agora, após essa baixaria que tá a campanha do PT, é pró-Aécio. Tenho um bom emprego. Não foi o PT que criou esse emprego. Já existia há 80 anos. Batalhei alguns anos para obtê-lo. Mas não tenho carro, nem casa própria. Não estudei em universidades particulares. E que diferença isso faz??? Bundamol!!! Igual ao neto pobre e injustiçado do Jango! Escrevem comendo caviar e lendo Marilena Chaui… Vai ter uma vida, você consegue?
Naturalmente até meus dois neurônios entendem que não é o empresário que cria emprego. Quem cria emprego é o consumidor. O empresário não acorda de bom humor numa sexta-feira ensolarada e diz: “Que dia lindo! Vou criar vinte empregos hoje!” Ele, aliás, de uma forma geral só cria emprego em caso de última necessidade, e de não poder mais sobrecarregar o funcionário com tarefas extras porque o cidadão está esgotado. Se alguém auto-denomina “criador de empregos” ele está apenas fazendo uma declaração de poder e de status, nada além disso.
O centro do universo econômico é o consumidor e não o empresário como gosta de pensar o neo-liberal. E toda a história de prosperidade econômica de uma comunidade é uma história de investimento social. Investimento nas classes mais baixas, e em coisas básicas como educação – gratuita e de qualidade. Se querem um exemplo de investimento social fiquemos com a Coreia do Sul porque assim poupo vocês de falar de Cuba e não perco leitores.
Aqueles que insistem com o discurso da divindade do livre mercado ainda não se deram conta de que livre mercado nunca existiu porque o governo, qualquer governo, sempre regulou mercados. O problema americano é que, desde o neoliberalíssimo Ronald Reagan, os mercados passaram a ser regulados de forma a atender os interesses dos muito ricos apenas. Uma regulação mão-leve, vista-grossa, uma regulação que protege o opressor e não o oprimido.
Outra atitude tomada por Reagan foi o fim dos sindicatos. A economia americana hoje quase não tem sindicatos. E sem eles não há quem lute por reajustes salariais para o trabalhador, por isso a estagnação do poder real de compra do dólar por quarto décadas a despeito de tudo mais continuar a subir – casa, alimentação, saúde etc etc.
O que fez o trabalhador americano tendo que continuar a gastar com casa, alimentação, saúde e educação mas ganhando rigorosamente o mesmo salário por gerações? Se endividou. Gastou no cartão, fez empréstimos e, ainda mais cruel, acumulou empregos, trabalhando muitas vezees em dois ou três. Que custo isso tem para uma sociedade? Para as relações? Para as famílias? Sem dinheiro e tendo que trabalhar por horas sem fim as pessoas não se cuidam, não se relacionam decentemente, não criam filhos decentemente, não se alimentam decentemente. O diabo da economia capitalista é que, no fim, todo esse drama entra na conta como crescimento: médicos, remédios, psicólogos, mortes…
Não é preciso ser um gênio para etender que se a produtividade aumenta, o salário também precisa aumentar. Não apenas porque é legítimo e moral, mas porque se o salário aumenta, o trabalhador compra mais, e se ele compra mais a empresa cria mais empregos, e se a empresa emprega mais e fatura mais, ela paga mais impostos. E se ela paga mais impostos o governo ganha mais e investe mais em social e em educação e a economia cresce. Se em alguma dessas etapas o giro é interrompido para que alguma das partes possa acumular capital, a economia trava e a desigualdade aumenta.
Isso chamamos de neo-liberalismo: o mercado quase sem regulação federal, pouco ou nenhum investimento social, capital acumulado na mão daqueles que controlam os meios de produção.
O modelo neo-liberal, o modelo do PSDB, não prevê investimentos sociais (vamos apenas lembrar que o PT fez o Minha Casa Minha Vida, o Luz Para Todos, o ProUni e ampliou o Bolsa Família que era um programa nanico e anêmico durante os anos FHC), não prevê força sindical, não prevê taxação maior aos ricos, não prevê regulação mais forte do mercado em benefício das classes mais baixas.
O modelo PSDBista é uma cópia do modelo falido americano, e para que saiamos da abstração o melhor exemplo talvez seja a Cantareira e a falta de água em São Paulo. Quando a administração estadual decide não reformar o sistema que grita por melhorias para privilegiar a distribuição de dividendos a acionistas temos, na prática, o neo-liberalismo ferrando o social. Estamos sem água, mas os acionistas estão com seu lucro no bolso.
O modelo PTista, ao investir no social, mudou a cara do Brasil na última década. Fez ascender uma multidão de pessoas ao mercado consumidor, girou a economia, pagou o FMI, deu status ao país lá fora, diminuiu desigualdade, desemprego, tirou o Brasil do mapa mundial da fome, fortaleceu a Petrobrás (Ah, por favor. Sem essa de escândalo de corrupção. Está tudo aí, sendo investigado etc e tal. Veja apenas quanto valia a empresa com FH e quanto vale hoje).
Em outra palavras: você investe no social e nas classes mais baixas, todos ganham. Você investe no empresário, apenas o empresário ganha e a desigualdade aumenta.
Nem é preciso recorrer aos indicadores para que entendamos isso. Com 13 anos de investimentos sociais feitos pelo PT pergunte-se se algum de seus amigos que já eram ricos ficaram menos ricos. Não os meus. Quem era rico ficou ainda mais rico porque se mais gente passa a frequentar o mercado consumidor, se mais gente se educa e vive com um mínimo de decência, os donos dos meios de produção ganham ainda mais. A diferença é que agora o empresário pode viajar de avião ao lado do faxineiro da firma. É um exemplo tosco, mas vale por ser verdadeiro.
Eu sei, ainda estamos muito longe do ideal, mas não se muda 500 anos de tropeços e costumes deploráveis e desvios e sonegações em 12. É preciso mais tempo. É preciso mais investimento social. Mas estamos evoluindo, e uma administração neo-liberal interromperia todo esse processo.
É isso o que estaremos escolhendo no dia 26.
Não se trata de optar entre aqueles que fizeram o Mensalão ou aquele que construiu aeroporto particular com grana pública e empregou parentes em seu governo. Não se trata de escolher entre o “menor dos delitos”, ou em “alternar poder”. Não se trata de escolher entre o azul e o vermelho, entre o bom e o mau, entre o que fala bem e o que fala aos trancos, entre o filhinho de papai e a guerrilheira. Se trata de escolher um modelo de país. De optar entre o investimento no acionista ou o investimento no social. Entre a proteção ao dinheiro do rico ou à dignidade do pobre. É disso que se trata o dia 26.
Enquanto Dilma levou a atenção básica para 50 milhões de brasileiros, com mais 15 bilhões de reais em investimentos em infraestrutura, Minas tem a segunda pior cobertura do SAMU, com apenas 28% dos municípios atendidos. Fora que 7,6 bilhões de reais não foram investidos na saúde por Aécio.
Olha essa galera! Eles são estudantes e profissionais de direito do estado do Rio Grande do Norte.
Junta a foto, eles mandaram uma nota na qual justificam a preferência por Dilma Rousseff.
“Entendemos que nos últimos 12 anos o País avançou e qualquer mudança que ocorra não pode representar retrocesso, por isso, votamos em Dilma”.
E concluem: “Queremos, portanto, mais mudanças, porém guiadas por um projeto que permita a continuidade das conquistas até agora alcançadas. Por isso, nós, potiguares, estudantes e profissionais de direito optamos pela reeleição de Dilma Rousseff, e nos comprometemos com a consolidação de um país mais democrático politica, social e economicamente. Por tudo isso, estaremos em guarda pela reeleição da primeira mulher presidente do Brasil, comprometida, de fato, com os mandamentos de um Estado Democrático de Direito”.
Ficou claro para todo o Brasil. Enquanto nossa presidenta investiu na criação de empregos, melhores salários e oportunidades para todos, os tucanos insistem em querer reviver o passado de arrocho e desemprego. Ouça no programa de hoje (16) as conquistas e propostas de Dilma, além dos problemas que Aécio deixou como herança para Minas Gerais.
Educação do Tucanos. Vai além dos limites. Cadê o respeito?
TROGLODITAS SOCIAL CLUB
Diga-me em quem votas que te direi quem és. A releitura do ditado popular cai como uma luva para o candidato Aécio Neves e os eleitores dele.
No debate da Band, ontem (14), a tucanada não conseguiu esconder a falta de educação e, pior, o machismo que os une.
Para começar, a presidenta Dilma foi recepcionada na chegada à emissora por um coro que dizia “Vaca! Vaca!”.
Em seguida, durante o debate, Aécio mostrou sua falta de respeito referindo-se à Dilma como “mentirosa”, “leviana” e “ignorante”; e o machismo, ao usar expressões ultrapassadas, como “dona de casa”, ao falar das mulheres e, “trabalhador”, ao citar os homens.
“Ele externou o que ele é: machista e conservador”, diz a secretária Nacional de Mulheres do PT, Laisy Moriére.
O candidato, que já havia sido reprovado por levantar o dedo em riste para a então candidata do Psol, Luciana Genro, mostrou desconforto em assuntos como a violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.
Depois são as pessoas de Vilas, de Bairros que não tem educação. O muro de Berlim caiu, aqui estão querendo construir para separar o rico do pobre.
Blá, blá, blá…. O PT descobriu a internet agora. E estão tentando usá-la para manipular o povo. Custe o que custar. O PT subestima a capacidade do povo. O PT liga pros beneficiários do bolsa família pra divulgar (mentindo) que o programa ira acabar com o outro governo. Isso é subestimar o pobre. Achar que pode compra-lo com um benefício. Povo, vamos nos levantar. Aqueles que são nossos representantes hoje (políticos da base aliada), são a mesma elite que dizem estar combatendo. Estamos diante de uma recessão, provocada pelos erros cometidos por esse governo. Enfrentaremos desemprego e inflação. Não adianta recebermos um mínimo nesse valor e deixarmos todo ele no supermercado. Tudo esta caro. Vá as compras. A gasolina ira aumentar logo após as eleições. Sem falar nos impostos. Você já viu quanto você deixa para esse governo? Para que ele repasse para os deputados e senadores que mantém esse sistema no poder. Estamos perdidos. Vamos reagir. Se a Dilma ganhar vamos para as ruas novamente. Por que fomos para as ruas? Reage Brasil. Povo, mostra a tua cara. Somos maiores que políticos. Mandamos em nosso pais. Não somos manipulados. Políticos e petistas vão a merda.
A mentira tem pernas curtas e grossas e nada bonitas. Quem mente mais ou menos, cabe a cada um analisar, afinal, estamos em tempos de internet, onde tudo pode ser comprovado, ou não;;;;
Tu não assistiu o debate?
Só pela cara dos candidatos dava para ver quem estava mentindo.
Nervoso, olhos faiscantes, mordendo os lábios…
Que fim levou o sorriso irônico dos outros debates?
Quero informar também que após a Dilma informar o site onde a informação dela estava disponível, este fechou, dado ao alto número de consultas.
No próximo debate vão haver mais desmentidos.
(Estamos aguardando teus comentários sobre ontem. Pela minha experiência particular, quando há um silêncio como agora, é porque a Dilma ganhou o debate).
E o nepotismo, hahahaha. Indiretas.
Alienação total… Putz, olhos faiscantes???? kkkk O debate teve dois vencedores e um perdedor, o povo brasileiro. Ataques de ambos os lados e muita “leviandade”. Estou admirado com o despreparo da atual presidente. Com a sua experiência ela deveria estar mais segura. O Aécio mostrou uma face arrogante no inicio, mas que foi logo corrigida pelos seus conselheiros. Alias, você já leu qual a estratégia do João Santana para a campanha da Dilma? Jogar o povo contra o povo. Isso é baixo e subestima a nossa capacidade. Por isso vou votar pra tirar esse governo manipulador. Não vou usar a palavra corrupto hoje. Cansei.
Ainda bem que as opiniões são apenas tuas.
O próprio Boechat, insuspeitíssimo, achou a Dilma muito preparada, tanto que foi cumprimentá-la no final por isso.
E a segurança dela surpreendeu até o insuspeitíssimo Ricardo Noblat, primeiro e principal blogueiro do Globo, que afirmou taxativamente que a Dilma ganhou o debate (e por isso seu comentário foi retirado pela direção e logo depois recolocado, veja só).
O susto foi grande, como se pode ver pelo silêncio geral pós-debate.
E desde quando o povo perde quando dois candidatos a presidente debatem publicamente, cara a cara, olho no olho?
Ah, ia esquecendo.
Se está acostumado a usar a palavra corrupto, verfique a lista fornecida pela Dilma, durante o debate, sobre ações suspeitas praticadas pelos tucanos, não investigadas e muito menos castigadas.
Você tem notícia de algum tucano preso?
Será que esse partido só tem membros da confraria da Madre Tereza?
E o convento seria em Minas, berço do mensalão, na Serra da Canastra?
Portanto, não precisa economizar a palavra corrupto.
Pode usá-la a vontade no seu próprio partido.
E tá faltando emprego no planeta dos babacas….
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2014/10/vagas-formais-criadas-em-setembro-somam-123-mil.html
Toma ai corrupto… defenda a politica econômica do teu partido. Petrolão, Mensalão, STFzão….
Não tenho partido meu amigo. Tenho minhas ideologias. Hj sou anti-petista devido a alienados como vc. Fantoche do João Santana.
SARICO COMO TODOS SABEMOS, QUEM MENTE É O PT.
VOU DESMENTIR AS MENTIRAS FALADAS PELA PETRALHA DILMA, AQUELA QUE SUA TURMA DESVIOU BILHÕES DA PETROBRAS, AMIGA DO COLLOR, SARNEI, MALUF,
MENTIRA 01- AÉCIO EMPREGOU IRMÃO NO GOVERNO DE MINAS.
Andréia Neves trabalhou como voluntária(sem ganhar um tostão) no SERVIÇO VOLUNTÁRIO DE AÇÃO SOCIAL, uma função que fica geralmente com a primeira dama, como Aécio na época era solteiro convidou a Irmã para ser voluntária.
MENTIRA 02- AÉCIO NÃO FEZ NADA NO SENADO
Aécio é um senador atuante e premiado,o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) indicou Aécio, em 2013, como um dos parlamentares mais influentes do Congresso, e, no mesmo ano, Aécio também foi eleito como o melhor senador pela votação do público no respeitado Prêmio Congresso em Foco. Aécio fez mais de 160 proposições durante três anos e meio de mandato como senador
MENTIRA 04- O PSDB QUEBROU O BRASIL 3 VEZES
O Brasil, de fato, quebrou. Só que foi nos anos 80, uma década antes do que acusa o PT. E, não foi só o Brasil: quebraram também o México, a Argentina e o Uruguai. Foram anos difíceis para os países da América Latina nessa fase em que os regimes militares na região estrebuchavam e a democracia desabrochava nesta época o PSDB não governava o Brasil.
Foi o PSDB através do Plano real o responsável pelo fim da inflação e o desenvolvimento do Brasil.
MENTIRA 05- AÉCIO ACUSADO DE DESVIAR 4,30 MILHÕES DA SAÚDE
É, talvez, a mais tosca das mentiras. O processo nunca tratou de “desvio de dinheiro”, mas do que o Ministério Público considerou inicialmente ser “desvio de finalidade”, porque Aécio, ao discriminar os seus gastos de saúde, indicou R$ 4,3 bilhões que foram destinados ao saneamento. O Ministério Público, portanto, considerou que investimento em saneamento não poderia constar do orçamento da saúde, mas logo foi confrontado com informações como a de que a OMS (Organização Mundial de Saúde) considera o investimento em saneamento como o melhor dos investimentos em saúde, por se tratar de gasto com a prevenção. Estimativa da própria organização, ligada à ONU, revela que a cada R$ 1 gasto em saneamento, economiza-se R$ 4 em saúde.
VOLTO A REPETIR, PRECISAMOS DE ALTERNÂNCIA DE PODER, O PT JÁ FICOU 12 ANOS, TODOS DENTRO DE BRASILIA SABEM COMO DESVIAR DINHEIRO, FICARAM 12 ANOS APRENDENDO.
AÉCIO É UM POLÍTICO EXPERIENTE E ESTA CERCADO POR PESSOAS SÉRIAS.
FORA COLLOR, FORA DILMA, FORA SARNEI, FORA RENAM. AÉCIO NELES
A falta de originalidade de Aécio e a profusão de mentiras, simplesmente com o prazer de atacar o governo da presidenta Dilma, foi desmascarada no programa eleitoral desta terça-feira (14).
O presidenciável tucano mais uma vez se fez valer de inverdades, assim como Marina no primeiro turno, ao dizer que Dilma não cumpriu a promessa de construir as 6 mil creches previstas em seu plano de governo (2011-2014). Pior! O candidato do PSDB se apoderou da proposta da Dilma, já realizada nos quatro anos de mandato.
“A atual presidente da república prometeu construir seis mil creches e não construiu. Eu, além de construir essas seis mil creches em todas as regiões do Brasil, vou aumentar a idade de permanência da criança nas creches”, disse Aécio, durante o programa exibido nesta terça.
Em balanço publicado no mês passado, a Folha de S.Paulo constatou que foram feitas 5.902 unidades até 2013, das seis mil prometidas.
Segundo a Folha, a presidenta deixou de cumprir apenas 14 (20%) das 69 promessas que fez na campanha de 2010.
Sartori está com 60% e Tarso 40%, Aécio na frente de Dilma na corrida presidencial.
O Brasil precisa de alternância de poder, o princípio da alternância na ocupação do cargo é extremamente saudável para a manutenção dos princípios democráticos, garantindo nossa vitória que é a conquista da democracia.
Para que a democracia seja praticada, é importante evitar a perpetuação de grupos e partidos no poder, e garantir por meio da renovação constante, que novos ares e ideias transformem e eliminem as más práticas políticas que infelizmente, ainda acontecem no nosso país cito como exemplo o mensalão e o escândalo da Petrobras.
AÉCIO E SARTORI representam esta alternância
Ficou claro para todo o Brasil. Enquanto nossa presidenta investiu na criação de empregos, melhores salários e oportunidades para todos, os tucanos insistem em querer reviver o passado de arrocho e desemprego. Ouça no programa de hoje (16) as conquistas e propostas de Dilma, além dos problemas que Aécio deixou como herança para Minas Gerais.
Diga-me em quem votas que te direi quem és. A releitura do ditado popular cai como uma luva para o candidato Aécio Neves e os eleitores dele.
No debate da Band, ontem (14), a tucanada não conseguiu esconder a falta de educação e, pior, o machismo que os une.
Para começar, a presidenta Dilma foi recepcionada na chegada à emissora por um coro que dizia “Vaca! Vaca!”.
Em seguida, durante o debate, Aécio mostrou sua falta de respeito referindo-se à Dilma como “mentirosa”, “leviana” e “ignorante”; e o machismo, ao usar expressões ultrapassadas, como “dona de casa”, ao falar das mulheres e, “trabalhador”, ao citar os homens.
“Ele externou o que ele é: machista e conservador”, diz a secretária Nacional de Mulheres do PT, Laisy Moriére.
O candidato, que já havia sido reprovado por levantar o dedo em riste para a então candidata do Psol, Luciana Genro, mostrou desconforto em assuntos como a violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.
Cite o caso dos servidores públicos federais iludidos com o Programa de Demissão Voluntária do FHC. São mais de 20 mil prejudicados !
Esse PDV não melhorou a vida de ninguém, tendo em vista os vários acordos que o governo na época prometeu, e não cumpriu (como sempre os tucanos fazem).
Serve de alerta para os servidores atuais e os do futuro, que entraram com os Concursos públicos, que o Aécio não vai fazer !
Use isso nos debates !
Esse Playboy tem que cai
Pescado do RS URGENTE
Segundo o programa de TV desta quarta-feira (15) do candidato José Ivo Sartori (PMDB), a educação no Rio Grande do Sul vai de mal a pior. Só em Caxias vai bem. Lá a educação é uma maravilha. Tudo em Caxias parece ser uma maravilha, segundo a propaganda, graças a Sartori, o gringo simples, humilde e trabalhador, que, supostamente, não tem ideologia, nem preconceitos.
No dia dos professores, o programa anuncia que a valorização dos professores não será restrita a questões salariais (um eufemismo para dizer que as “questões salariais” não serão prioridade?).
Durante o dia, o candidato do PMDB já havia reafirmado, durante entrevistas na RBS, que o salário mínimo regional não será mais tratado como uma política pública ou uma ação de governo. O Estado passará a ser um mediador entre o capital e o trabalho (apesar de já existir uma coisa chamada Justiça trabalhista que, parece, já tem essa atribuição).
O programa do gringo Sartoriu anuncia um Rio Grande Multilingue para aproveitar a nossa “incrível diversidade cultural”. Essa “incrível diversidade cultural” parece se resumir ao mundo oriundo da colonização europeia no RS, especialmente a italina e a alemã. Propõe que o italiano e o alemão sejam ensinados nestas regiões. E acrescenta, quase como uma carona geográfica, o ensino de espanhol na região da fronteira. Não faz qualquer referência aos outros povos que compõem a população do Rio Grande do Sul, como africanos, indígenas, poloneses, russos, ucranianos, portugueses, e outros.
Simpáticas crianças loiras aparecem saudando Sartori em italiano e alemão. Para expressar a nossa “incrível diversidade cultural”, um jovem negro aparece dizendo que quer estudar italiano para ser cozinheiro. Tudo, segundo Sartori, para inserir os jovens numa economia globalizada.
O candidato do PMDB diz que seu partido é o Rio Grande, mas seu programa apresenta o Estado como uma extensão de sua Caxias do Sul. Nasci em Caxias e gosto muito da cidade, mas ela está longe de ser a cara do Rio Grande, que é um somatório de muitas outras cidades e povos, como Passo Fundo, Santa Maria, Nonoai, Iraí, Erechim, Lagoa Vermelha, Coronel Bicaco, Canoas, Pelotas, Alvorada, Rio Grande, Gravataí, São Borja, Carazinho, Camaquã e tantas outras. A íncirvel diversidade cultural abriga os “gringos” e alemães” sim, mas abriga muitos outros povos e culturas que, na campanha de Sartori. aparecem, na melhor das hipóteses, como figurantes.
ecentemente encuquei com a quantidade de pessoas que julgo inteligentes e que estão declarando voto-protesto em Aécio “para mudar tudo isso aí”. Sempre que alguém me diz que “do jeito que as coisas estão não dá mais” me pergunto se essa pessoa nasceu e cresceu na Dinamarca e chegou no Brasil há alguns anos apenas. O que não dá mais exatamente? As coisas não estão ótimas, mas já foram imperialmente mais grotescas. Talvez tudo esteja melhor com exceção do trânsito nas capitais – e vamos combinar que trânsito na capital não é a rigor um problema do Governo Federal.
“Ah, mas a corrupção está insustentável”.
Como assim, meu amigo? A corrupção é esporte nacional desde que o tal Dom João aportou por aqui. Pode não ter melhorado, mas agora está aí para ser julgada e condenada, como de fato está sendo.
“O PT quer instalar a ditadura”, já escutei gente que sei que é do bem dizer.
Mas então me expliquem que tipo de ditadura demora 13 anos para ser instalada? E que ditadura mantém poderes independentes e uma Polícia Federal que investiga o pessoal da situação? Que ditadura manda para a cadeia alguns de seus líderes mais influentes? Que ditadura permite ser chamada de ditadura sem mandar prender quem falou isso?
Encucada, comecei a refletir sobre essas coisas. Raramente minhas reflexões acabam em lugares produtivos, mas, por dever moral, compartilho aqui o que meus dois neurônios concluíram.
A sensação de insatisfação é mundial. Recentemente, a Europa teve que escolher o novo Parlamento, votado pela população dos países da comunidade Europeia, e duas correntes saíram vitoriosas da eleição: as de extrema direita e as socialistas. Me parece um recado claro de que todos querem mudança.
Mas mudança do que? O que está pegando?
O que está pegando é a desigualdade social e o desemprego. O Brasil não vai mal em nenhum dos dois (desigualdade e desemprego diminuiram), mas a onda da mudança chegou aqui também.
Todos nós sabemos que um pouco de desigualdade faz parte do jogo, mas a desigualdade que vemos hoje é alarmante e dilacerante. E, com a quebradeira de 2008 e os altos níveis de desemprego na Europa e nos Estados Unidos, é natural – embora abominável – que a turma da extrema direita, a turma do nacionalismo, a turma do “volta pra casa imigrante de merda porque é por sua causa que estamos nessa situação” se agigante e saia elegendo seus representantes. A explicação para a catastófica situação de hoje não é, claro, o imigrante, mas situações limite tendem a tirar o pior ou o melhor do ser-humano; e no caso da extrema direita é sempre o pior.
Mas o que levou a economia mundial a esse ponto?
Vamos analisar o caso americano, o berço do neo-liberalismo, esse sistema tão idolatrado pelos psdbistas, e onde hoje quatrocentas pessoas têm mais dinheiro do que a riqueza de metade da população somada. Os parágrafos a seguir estão mais no estilo “economia para idiotas” (o meu caso precisamente), mas sigam comigo porque eu prometo levá-los até que completemos um círculo inteiro.
Setenta porcento da economia americana está no consumo, e quem sustenta o consumo de qualquer economia é sempre a classe média. Se a classe média para de consumir, a economia para de crescer. O salário de um trabalhador comum nos Estados Unidos não cresce desde os anos 70. Não cresce significa que o poder real de compra do salário não muda há 40 anos. Está estagnado há quase quatro décadas. E estagnado nem é a palavra correta. O trabalhador comum ganha menos hoje do que ganhava em 1970.
Em compensação, a produtividade só cresceu, e só faz crescer até hoje. Então: se o salário é o que o patrão dá ao trabalhador, e se produtividade é o que o trabalhador dá ao patrão a gente consegue entender onde foi parar essa diferença. É um gráfico simples que até eu entendo. Mais produtividade, mais lucro. Mais lucro sem aumentar o salário do trabalhador significa acúmulo de dinheiro nas mãos apenas daqueles que controlam os meios de produção (perdoem se aqui o discurso soa marxista, sei que isso assusta alguns, mas prometo não arrepiá-los pedindo que se instale o comunismo).
E o que o patrão fez com esse dinheiro acumulado? Em vez de devolver ao mercado, ele guardou. Guardou em ações, em capital especulativo — no mercado de capital enfim. É um dinheiro que não cria utilidade social, o que seria aceitável numa sociedade de iguais, e não é esse o caso. Em 1970 a diferença entre o que ganhava um trabalhador comum e o que ganhava o dono do negócio era de 40 vezes. Hoje essa diferença chega a ser 400 vezes maior. Não precisamos de muito mais para entender o tamanho da desigualdade.
No mesmo período, fortificou-se a ideia de que taxar o patrão não é um bom negócio porque ele é o cara que cria empregos e, afinal, precisamos de empregos. Então, impostos sobre os ricos só caíram. Um trabalhador comum nos Estados Unidos hoje paga em torno de 30% de impostos. Warren Buffet, uma das maiores fortunas do mundo, paga 11%.
(Pausa para que façamos a digestão).
Naturalmente até meus dois neurônios entendem que não é o empresário que cria emprego. Quem cria emprego é o consumidor. O empresário não acorda de bom humor numa sexta-feira ensolarada e diz: “Que dia lindo! Vou criar vinte empregos hoje!” Ele, aliás, de uma forma geral só cria emprego em caso de última necessidade, e de não poder mais sobrecarregar o funcionário com tarefas extras porque o cidadão está esgotado. Se alguém auto-denomina “criador de empregos” ele está apenas fazendo uma declaração de poder e de status, nada além disso.
O centro do universo econômico é o consumidor e não o empresário como gosta de pensar o neo-liberal. E toda a história de prosperidade econômica de uma comunidade é uma história de investimento social. Investimento nas classes mais baixas, e em coisas básicas como educação – gratuita e de qualidade. Se querem um exemplo de investimento social fiquemos com a Coreia do Sul porque assim poupo vocês de falar de Cuba e não perco leitores.
Aqueles que insistem com o discurso da divindade do livre mercado ainda não se deram conta de que livre mercado nunca existiu porque o governo, qualquer governo, sempre regulou mercados. O problema americano é que, desde o neoliberalíssimo Ronald Reagan, os mercados passaram a ser regulados de forma a atender os interesses dos muito ricos apenas. Uma regulação mão-leve, vista-grossa, uma regulação que protege o opressor e não o oprimido.
Outra atitude tomada por Reagan foi o fim dos sindicatos. A economia americana hoje quase não tem sindicatos. E sem eles não há quem lute por reajustes salariais para o trabalhador, por isso a estagnação do poder real de compra do dólar por quarto décadas a despeito de tudo mais continuar a subir – casa, alimentação, saúde etc etc.
O que fez o trabalhador americano tendo que continuar a gastar com casa, alimentação, saúde e educação mas ganhando rigorosamente o mesmo salário por gerações? Se endividou. Gastou no cartão, fez empréstimos e, ainda mais cruel, acumulou empregos, trabalhando muitas vezees em dois ou três. Que custo isso tem para uma sociedade? Para as relações? Para as famílias? Sem dinheiro e tendo que trabalhar por horas sem fim as pessoas não se cuidam, não se relacionam decentemente, não criam filhos decentemente, não se alimentam decentemente. O diabo da economia capitalista é que, no fim, todo esse drama entra na conta como crescimento: médicos, remédios, psicólogos, mortes…
Não é preciso ser um gênio para etender que se a produtividade aumenta, o salário também precisa aumentar. Não apenas porque é legítimo e moral, mas porque se o salário aumenta, o trabalhador compra mais, e se ele compra mais a empresa cria mais empregos, e se a empresa emprega mais e fatura mais, ela paga mais impostos. E se ela paga mais impostos o governo ganha mais e investe mais em social e em educação e a economia cresce. Se em alguma dessas etapas o giro é interrompido para que alguma das partes possa acumular capital, a economia trava e a desigualdade aumenta.
Isso chamamos de neo-liberalismo: o mercado quase sem regulação federal, pouco ou nenhum investimento social, capital acumulado na mão daqueles que controlam os meios de produção.
O modelo neo-liberal, o modelo do PSDB, não prevê investimentos sociais (vamos apenas lembrar que o PT fez o Minha Casa Minha Vida, o Luz Para Todos, o ProUni e ampliou o Bolsa Família que era um programa nanico e anêmico durante os anos FHC), não prevê força sindical, não prevê taxação maior aos ricos, não prevê regulação mais forte do mercado em benefício das classes mais baixas.
O modelo PSDBista é uma cópia do modelo falido americano, e para que saiamos da abstração o melhor exemplo talvez seja a Cantareira e a falta de água em São Paulo. Quando a administração estadual decide não reformar o sistema que grita por melhorias para privilegiar a distribuição de dividendos a acionistas temos, na prática, o neo-liberalismo ferrando o social. Estamos sem água, mas os acionistas estão com seu lucro no bolso.
O modelo PTista, ao investir no social, mudou a cara do Brasil na última década. Fez ascender uma multidão de pessoas ao mercado consumidor, girou a economia, pagou o FMI, deu status ao país lá fora, diminuiu desigualdade, desemprego, tirou o Brasil do mapa mundial da fome, fortaleceu a Petrobrás (Ah, por favor. Sem essa de escândalo de corrupção. Está tudo aí, sendo investigado etc e tal. Veja apenas quanto valia a empresa com FH e quanto vale hoje).
Em outra palavras: você investe no social e nas classes mais baixas, todos ganham. Você investe no empresário, apenas o empresário ganha e a desigualdade aumenta.
Nem é preciso recorrer aos indicadores para que entendamos isso. Com 13 anos de investimentos sociais feitos pelo PT pergunte-se se algum de seus amigos que já eram ricos ficaram menos ricos. Não os meus. Quem era rico ficou ainda mais rico porque se mais gente passa a frequentar o mercado consumidor, se mais gente se educa e vive com um mínimo de decência, os donos dos meios de produção ganham ainda mais. A diferença é que agora o empresário pode viajar de avião ao lado do faxineiro da firma. É um exemplo tosco, mas vale por ser verdadeiro.
Eu sei, ainda estamos muito longe do ideal, mas não se muda 500 anos de tropeços e costumes deploráveis e desvios e sonegações em 12. É preciso mais tempo. É preciso mais investimento social. Mas estamos evoluindo, e uma administração neo-liberal interromperia todo esse processo.
É isso o que estaremos escolhendo no dia 26.
Não se trata de optar entre aqueles que fizeram o Mensalão ou aquele que construiu aeroporto particular com grana pública e empregou parentes em seu governo. Não se trata de escolher entre o “menor dos delitos”, ou em “alternar poder”. Não se trata de escolher entre o azul e o vermelho, entre o bom e o mau, entre o que fala bem e o que fala aos trancos, entre o filhinho de papai e a guerrilheira. Se trata de escolher um modelo de país. De optar entre o investimento no acionista ou o investimento no social. Entre a proteção ao dinheiro do rico ou à dignidade do pobre. É disso que se trata o dia 26.
enho ouvido recomendações de amigos próximos amigos estes que votam em Aécio, que não me pronuncie a respeito, que eu vote em quem eu quiser mas que fique calado.
JAMAIS ME CALAREI! NA VIDA DEVE-SE TOMAR POSIÇÕES! A MINHA AGORA VIROU MISSÃO!! ELEGER DILMA 13!
Quando falo que esta em marcha um golpe midiático para derrubar Dilma, algo parecido quando o IPÊS agiu para derrubar meu avô o Presidente Joao Goulart em 64, falo com preocupação.
Preocupação ao neoliberalismo que fará de tudo para manipular e distorcer informações. O mesmo neoliberalismo que no governo FHC tapou com seus bilhões investidos os furos dos bancos quebrados. Bancos estes que jamais estiveram ao lado do governo. Isso eles podem!! E ainda se atrevem a chamar o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” ou seja: dar bilhões para bancos falidos pode, ajudar no combate a fome quem vive na pobreza não pode!!
Vejam vocês que tudo isso é tão contraditório que ainda hoje ouvi um depoimento ATREVIDO de Aécio dizendo que: VÃO APRIMORAR O BOLSA FAMÍLIA! Mas o que acontece com essa gente? O que eles entendem de bolsa família?
Finalmente deixo para reflexão estas questões reafirmando que sim eles estão muito preparados para dar um “Golpe branco” em Dilma, seja agora mesmo ou após as eleições.
Mais uma prova desse golpe midiático deixo aqui com vocês para análise. Mais uma prova do que esta gente é capaz!
m pleno domingo à noite, em seu Facebook, João Alexandre Goulart, neto de Jango, o presidente deposto em 1964 por um golpe militar deixou um incisivo depoimento, declarando voto em Dilma:
“JAMAIS ME CALAREI! NA VIDA DEVE-SE TOMAR POSIÇÕES! A MINHA AGORA VIROU MISSÃO!! ELEGER DILMA 13!”
De acordo com João Alexandre, o mesmo papel golpista que a mídia exerceu em 1964 contra o seu avô, faz agora contra a reeleição de Dilma Rousseff.
Bah, mudei meu voto após o comentário do neto do Jango. Me arrepiei todo.
Bundamol!!! Usando o nome do avo pra criar caso. Manda esse camarada estudar ou fazer um serviço voluntário pra ajudar o povo. Deve ter recebido pensão a vida inteira. E vocês compram os comentários desses lixos. Brasileiro tem o que merece mesmo. Se lascar.
Você não mudou seu voto por causa disso. Você simplesmente confirmou. Deve estar muito bem de vida, com trabalho excelente, casa própria, carro do ano. Estudando es Universidade Particular e tudo de bom.
Mudei sim, antes era anti-Dilma. Mas agora, após essa baixaria que tá a campanha do PT, é pró-Aécio. Tenho um bom emprego. Não foi o PT que criou esse emprego. Já existia há 80 anos. Batalhei alguns anos para obtê-lo. Mas não tenho carro, nem casa própria. Não estudei em universidades particulares. E que diferença isso faz??? Bundamol!!! Igual ao neto pobre e injustiçado do Jango! Escrevem comendo caviar e lendo Marilena Chaui… Vai ter uma vida, você consegue?
(Pausa para que façamos a digestão).
Naturalmente até meus dois neurônios entendem que não é o empresário que cria emprego. Quem cria emprego é o consumidor. O empresário não acorda de bom humor numa sexta-feira ensolarada e diz: “Que dia lindo! Vou criar vinte empregos hoje!” Ele, aliás, de uma forma geral só cria emprego em caso de última necessidade, e de não poder mais sobrecarregar o funcionário com tarefas extras porque o cidadão está esgotado. Se alguém auto-denomina “criador de empregos” ele está apenas fazendo uma declaração de poder e de status, nada além disso.
O centro do universo econômico é o consumidor e não o empresário como gosta de pensar o neo-liberal. E toda a história de prosperidade econômica de uma comunidade é uma história de investimento social. Investimento nas classes mais baixas, e em coisas básicas como educação – gratuita e de qualidade. Se querem um exemplo de investimento social fiquemos com a Coreia do Sul porque assim poupo vocês de falar de Cuba e não perco leitores.
Aqueles que insistem com o discurso da divindade do livre mercado ainda não se deram conta de que livre mercado nunca existiu porque o governo, qualquer governo, sempre regulou mercados. O problema americano é que, desde o neoliberalíssimo Ronald Reagan, os mercados passaram a ser regulados de forma a atender os interesses dos muito ricos apenas. Uma regulação mão-leve, vista-grossa, uma regulação que protege o opressor e não o oprimido.
Outra atitude tomada por Reagan foi o fim dos sindicatos. A economia americana hoje quase não tem sindicatos. E sem eles não há quem lute por reajustes salariais para o trabalhador, por isso a estagnação do poder real de compra do dólar por quarto décadas a despeito de tudo mais continuar a subir – casa, alimentação, saúde etc etc.
O que fez o trabalhador americano tendo que continuar a gastar com casa, alimentação, saúde e educação mas ganhando rigorosamente o mesmo salário por gerações? Se endividou. Gastou no cartão, fez empréstimos e, ainda mais cruel, acumulou empregos, trabalhando muitas vezees em dois ou três. Que custo isso tem para uma sociedade? Para as relações? Para as famílias? Sem dinheiro e tendo que trabalhar por horas sem fim as pessoas não se cuidam, não se relacionam decentemente, não criam filhos decentemente, não se alimentam decentemente. O diabo da economia capitalista é que, no fim, todo esse drama entra na conta como crescimento: médicos, remédios, psicólogos, mortes…
Não é preciso ser um gênio para etender que se a produtividade aumenta, o salário também precisa aumentar. Não apenas porque é legítimo e moral, mas porque se o salário aumenta, o trabalhador compra mais, e se ele compra mais a empresa cria mais empregos, e se a empresa emprega mais e fatura mais, ela paga mais impostos. E se ela paga mais impostos o governo ganha mais e investe mais em social e em educação e a economia cresce. Se em alguma dessas etapas o giro é interrompido para que alguma das partes possa acumular capital, a economia trava e a desigualdade aumenta.
Isso chamamos de neo-liberalismo: o mercado quase sem regulação federal, pouco ou nenhum investimento social, capital acumulado na mão daqueles que controlam os meios de produção.
O modelo neo-liberal, o modelo do PSDB, não prevê investimentos sociais (vamos apenas lembrar que o PT fez o Minha Casa Minha Vida, o Luz Para Todos, o ProUni e ampliou o Bolsa Família que era um programa nanico e anêmico durante os anos FHC), não prevê força sindical, não prevê taxação maior aos ricos, não prevê regulação mais forte do mercado em benefício das classes mais baixas.
O modelo PSDBista é uma cópia do modelo falido americano, e para que saiamos da abstração o melhor exemplo talvez seja a Cantareira e a falta de água em São Paulo. Quando a administração estadual decide não reformar o sistema que grita por melhorias para privilegiar a distribuição de dividendos a acionistas temos, na prática, o neo-liberalismo ferrando o social. Estamos sem água, mas os acionistas estão com seu lucro no bolso.
O modelo PTista, ao investir no social, mudou a cara do Brasil na última década. Fez ascender uma multidão de pessoas ao mercado consumidor, girou a economia, pagou o FMI, deu status ao país lá fora, diminuiu desigualdade, desemprego, tirou o Brasil do mapa mundial da fome, fortaleceu a Petrobrás (Ah, por favor. Sem essa de escândalo de corrupção. Está tudo aí, sendo investigado etc e tal. Veja apenas quanto valia a empresa com FH e quanto vale hoje).
Em outra palavras: você investe no social e nas classes mais baixas, todos ganham. Você investe no empresário, apenas o empresário ganha e a desigualdade aumenta.
Nem é preciso recorrer aos indicadores para que entendamos isso. Com 13 anos de investimentos sociais feitos pelo PT pergunte-se se algum de seus amigos que já eram ricos ficaram menos ricos. Não os meus. Quem era rico ficou ainda mais rico porque se mais gente passa a frequentar o mercado consumidor, se mais gente se educa e vive com um mínimo de decência, os donos dos meios de produção ganham ainda mais. A diferença é que agora o empresário pode viajar de avião ao lado do faxineiro da firma. É um exemplo tosco, mas vale por ser verdadeiro.
Eu sei, ainda estamos muito longe do ideal, mas não se muda 500 anos de tropeços e costumes deploráveis e desvios e sonegações em 12. É preciso mais tempo. É preciso mais investimento social. Mas estamos evoluindo, e uma administração neo-liberal interromperia todo esse processo.
É isso o que estaremos escolhendo no dia 26.
Não se trata de optar entre aqueles que fizeram o Mensalão ou aquele que construiu aeroporto particular com grana pública e empregou parentes em seu governo. Não se trata de escolher entre o “menor dos delitos”, ou em “alternar poder”. Não se trata de escolher entre o azul e o vermelho, entre o bom e o mau, entre o que fala bem e o que fala aos trancos, entre o filhinho de papai e a guerrilheira. Se trata de escolher um modelo de país. De optar entre o investimento no acionista ou o investimento no social. Entre a proteção ao dinheiro do rico ou à dignidade do pobre. É disso que se trata o dia 26.
VOCÊ ESCOLHE
Enquanto Dilma levou a atenção básica para 50 milhões de brasileiros, com mais 15 bilhões de reais em investimentos em infraestrutura, Minas tem a segunda pior cobertura do SAMU, com apenas 28% dos municípios atendidos. Fora que 7,6 bilhões de reais não foram investidos na saúde por Aécio.
Olha essa galera! Eles são estudantes e profissionais de direito do estado do Rio Grande do Norte.
Junta a foto, eles mandaram uma nota na qual justificam a preferência por Dilma Rousseff.
“Entendemos que nos últimos 12 anos o País avançou e qualquer mudança que ocorra não pode representar retrocesso, por isso, votamos em Dilma”.
E concluem: “Queremos, portanto, mais mudanças, porém guiadas por um projeto que permita a continuidade das conquistas até agora alcançadas. Por isso, nós, potiguares, estudantes e profissionais de direito optamos pela reeleição de Dilma Rousseff, e nos comprometemos com a consolidação de um país mais democrático politica, social e economicamente. Por tudo isso, estaremos em guarda pela reeleição da primeira mulher presidente do Brasil, comprometida, de fato, com os mandamentos de um Estado Democrático de Direito”.
Lindo demais, gente!
Ficou claro para todo o Brasil. Enquanto nossa presidenta investiu na criação de empregos, melhores salários e oportunidades para todos, os tucanos insistem em querer reviver o passado de arrocho e desemprego. Ouça no programa de hoje (16) as conquistas e propostas de Dilma, além dos problemas que Aécio deixou como herança para Minas Gerais.
Educação do Tucanos. Vai além dos limites. Cadê o respeito?
TROGLODITAS SOCIAL CLUB
Diga-me em quem votas que te direi quem és. A releitura do ditado popular cai como uma luva para o candidato Aécio Neves e os eleitores dele.
No debate da Band, ontem (14), a tucanada não conseguiu esconder a falta de educação e, pior, o machismo que os une.
Para começar, a presidenta Dilma foi recepcionada na chegada à emissora por um coro que dizia “Vaca! Vaca!”.
Em seguida, durante o debate, Aécio mostrou sua falta de respeito referindo-se à Dilma como “mentirosa”, “leviana” e “ignorante”; e o machismo, ao usar expressões ultrapassadas, como “dona de casa”, ao falar das mulheres e, “trabalhador”, ao citar os homens.
“Ele externou o que ele é: machista e conservador”, diz a secretária Nacional de Mulheres do PT, Laisy Moriére.
O candidato, que já havia sido reprovado por levantar o dedo em riste para a então candidata do Psol, Luciana Genro, mostrou desconforto em assuntos como a violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.
Depois são as pessoas de Vilas, de Bairros que não tem educação. O muro de Berlim caiu, aqui estão querendo construir para separar o rico do pobre.
Blá, blá, blá…. O PT descobriu a internet agora. E estão tentando usá-la para manipular o povo. Custe o que custar. O PT subestima a capacidade do povo. O PT liga pros beneficiários do bolsa família pra divulgar (mentindo) que o programa ira acabar com o outro governo. Isso é subestimar o pobre. Achar que pode compra-lo com um benefício. Povo, vamos nos levantar. Aqueles que são nossos representantes hoje (políticos da base aliada), são a mesma elite que dizem estar combatendo. Estamos diante de uma recessão, provocada pelos erros cometidos por esse governo. Enfrentaremos desemprego e inflação. Não adianta recebermos um mínimo nesse valor e deixarmos todo ele no supermercado. Tudo esta caro. Vá as compras. A gasolina ira aumentar logo após as eleições. Sem falar nos impostos. Você já viu quanto você deixa para esse governo? Para que ele repasse para os deputados e senadores que mantém esse sistema no poder. Estamos perdidos. Vamos reagir. Se a Dilma ganhar vamos para as ruas novamente. Por que fomos para as ruas? Reage Brasil. Povo, mostra a tua cara. Somos maiores que políticos. Mandamos em nosso pais. Não somos manipulados. Políticos e petistas vão a merda.