Inexplicável
Tem umas coisas que acontecem na vida da gente que não tem explicação, por mais que se tente explicá-las, como o encontro com a morte, por exemplo.
Na região central do RS, um jovem, guiando uma camionete, em alta velocidade, se perde numa curva e bate de frente em um carro em que viajavam um casal e seu filho de pouco mais de um ano. Os quatro ficaram no “cavaco”, como dizem aqui no Estado. E o velocímetro da camionete lacrou nos 170 km/h. Mas, por que andar nesta velocidade? Cada um é dono dos seus atos e deve responder por eles. Quem “voa” na estrada vir a se matar é uma grande possibilidade. Mas, levar junto quem nada tem a ver com a história é demais.
E na grande Porto Alegre, uma professora que andava de carro com seu marido e um parente, é morta por uma bala perdida, resultante de uma perseguição policial. Mas, qual a probabilidade de alguém vir a morrer vitimada por uma bala perdida? Aqui, no interior, é praticamente zero, mas na região metropolitana gaúcha é grande.
Aí alguém pode lembrar daquele velho jargão: lugar errado hora errada. Pode ser. Mas, é brabo…
De fato, tem umas coisas que não tem explicação e a senhora aquela deve se divertir muito na hora de vir nos buscar, por que na grande maioria das vezes a gente não espera o “bilhete” da passagem e ele chega de inúmeras formas, algumas absurdas.
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