E o Dia “D” chegou
Neste ano falei muito do América. Falei bem e mal, elogiei e critiquei. Enfim, cumpri o meu papel de profissional de imprensa e de torcedor.
Agora, no suposto final, a única coisa que digo ao time é que, se quiser, poderá bater o Atlântico neste sábado (11), lá em Erechim. O time sai de Tapera com uma derrota de 4 a 2 na mala, mas em lugar nenhum está escrito que não poderá vencer o atual campeão gaúcho na casa dele duas vezes, em três situações possíveis: tempo normal, prorrogação e pênaltis. Não existe jogo jogado e a vitória não entra no ginásio sentada no colo do anfitrião, pela tripla vantagem que tem: vitória fora, decisão em casa e time superior. Quem “tratar” melhor da bola nos 40, atrás e na frente, leva o espólio.
O América já fez história ficando entre os quatro no Estado, mas pode, se quiser, só se quiser, entrar nela.
Há algumas semanas disse que chegaria a hora em que se separaria os homens dos meninos. Quem me acompanha lembra. Pois, ela chegou.
Enfim, a Normandia é logo ali, a 156 quilômetros daqui. E dá para vencer, sim. Analisem o que foi feito no jogo de Tapera, especialmente na primeira etapa, e façam bem melhor.
E vamos ver o que o Zé Luiz e o Marcelo contarão para a gente.
Toda sorte do mundo, América.
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